27 de fevereiro de 2011

#A Verdade Em Poucas Palavras;

Eu errei ao pensar que algumas pessoas eram horríveis sem ao menos conhece-las, mas também já errei ao pensar que pessoas que eu conhecia eram maravilhosas, e descobrir o contrario. Sempre vão te decepcionar, mas é aí que você vai descobrir quem vale a pena. (shouldbeinlove)

#I'll Point You To The Mirror;

À primeira vista, ela poderia aparentar ser engraçada. Ou talvez esquisita. Ou talvez aborrecida. Ou talvez até mesmo idiota. Mas será mesmo que de perto ela continuaria a ser daquele modo? 
Tudo indica que sim, porque ninguém se aproxima dela. Ninguém quer saber seu nome, ou se é verdade que ela não precisa de algum tipo de ajuda. Ela é ignorada por todos que a olham e que a interpretam mal. Que a julgam antecipadamente. Ela é apenas mais uma e ela sabe disso. 
E é bem assim que julgamos todos pela aparência, pela roupa ou pela cor de cabelo. Será mesmo que a menina rejeitada é tão insuportável assim? Será mesmo que ela não merece nenhum tipo de atenção? Só porque está calada e é loira? 
Sim, essa fui eu. No dia, depois de ter conversado com essa menina, senti-me a pior pessoa de todas, porque a Kell é a menina mais fofa do mundo. De verdade. E eu a achava uma metida e mal-encarada. Só porque ela não tinha ainda feito amigos ou porque estava entretida demais com os estudos. 
Por que eu achava que tinha o direito de apontar o dedo para a Kelly e pensar tudo a seu respeito, quando, na verdade, eu nem ao menos sabia qual era a sua cor favorita? E eu tenho vergonha de admitir, mas tudo começou porque ela é loira! Só por causa de seu cabelo (que hoje acho o mais lindo de todos *-*)! Eu nunca fui de apontar para uma loira e dizer que ela é burra, mas eu sou do tipo que não aprecio pessoas loiras no geral. Acho que eu fui traumatizada por toda a indústria de Hollywood ao colocarem uma loira malvada nas histórias. E esse meu, digamos, "pavor", me levou a excluir a Kelly. E eu me lembro bem da manhã em que ela me pediu (com a maior educação) para sentar-se ao meu lado. Eu não poderia falar não, porque eu não sou do tipo que nego tudo. E então começamos a conversar sobre aquela aluna que tinha "roubado" seu lugar na sala e tudo começou a acontecer. Eu me senti super mal e super exclusivista. Comentei com a Daiane sobre como nós tínhamos julgado mal a Kelly, e a partir daquele dia eu ia para a aula só para rir junto com a Kelly ou só para animar seu dia. Ela começou a ser uma espécie de melhor amiga fofa, sabe. E ainda que ela tenha mais idade que eu não é algo que barra a nossa amizade; acho que muito pelo contrário. Somos iguais em algumas coisas, mas opostas em outras, e isso que é legal em uma amizade. Nós concordamos e  discordamos. 
Agora eu pergunto para o mundo: se a metade da sociedade fizesse o que fiz por praticamente oito meses, o que vai restar dessas meninas fofas que nunca descobrimos? Porque é verdade que podemos estar ignorando a menina mais legal do mundo só porque ela tem o cabelo vermelho ou se veste como, sei lá, gótica. E pior do que julgar as pessoas pela aparência é julgá-las pelo gosto pessoal. Será mesmo que só por que tal pessoa torce para o time rival do meu preciso ameaçá-la de morte? E é por isso que eu mais me identifico com o mundo da música do que pelo mundo do futebol. No mundo da música existem, sim, os loucos, os pirados, mas a música une essa gente por causa de uma canção ou por conta de um artista. 
Então, por que não paramos de apontar o dedo para as pessoas? Instinto? Maldade? 
Se eu não tivesse deixado a Kelly sentar-se ao meu lado naquele dia e iniciado uma conversa com ela, ela nunca teria se tornado a pessoa mais fofa do mundo para mim. Eu nunca teria me apaixonado por esmaltes e nunca teria descoberto que ela também é fãzona de Paramore. 


next time you point a finger i'll point you to the mirror

Beijo beijo :*

Nina H. 


24 de fevereiro de 2011

#sobre pessoas;

Eu nunca fui o tipo de pessoa que faz amizades com facilidade ou com rapidez, sabe. Eu sou tímida e muito fechada para as pessoas. Eu sou exatamente como a Kelly: tenho um pé atrás antes de conhecer gente nova e depois que me acostumo com elas revelo o meu lado extrovertido. 
E eu observo muito antes de me aproximar de alguém, porque já fiz amizades que não tiveram muito futuro. Eu sempre acabo me cansado do jeito das pessoas ao meu redor e me irrito, e daí não consigo mais confiar, sabe. Não que hoje eu tenha o mesmo problema. Ainda bem que sei com quem estou lidando. Sei também que essas pessoas não irão me decepcionar ou simplesmente se afastar de mim e dizer que a culpa foi minha por nossa relação ter se desgastado. Porque uma coisa ninguém quer: amizades partidas. Ninguém é feliz sozinho. E com isso não me refiro a namorado; amizade é uma coisa natural, que precisamos. Sem ela nós não sabemos nem mesmo quem somos, porque todos que estão à nossa volta, ao menos um pouquinho, nos influenciam a ser de tal modo ou a gostar de tal coisa. Nossos amigos definem, realmente, quem somos. 
E é mesmo difícil você dizer adeus a uma pessoa que você tanto considerou, porque você confiava nela e nunca imaginaria que ela iria se tornar uma pessoa detestável. Aliás, você sequer pensou o que seria uma pessoa detestável até ela agir de um modo que você não aprovava. 
Ela queria atenção e fazia de tudo para conquistá-la. Amigos meninos, abraços desnecessários, mentirinhas, mentironas, manipulação e dissimulação. Para ela era fácil, porque ela precisava daquilo. Mas como ficava as pessoas que não se importavam com popularidade ou com futilidade? 
Ela era carente. Podia até ser. Mas talvez fosse desculpa. Ela estava mais propensa a agir com consciência, mesmo. Ela se apoderava de tal menino e o descartava com a mesma facilidade. Para ela, nada podia interferir em seus objetivos, até que as pessoas ao redor notaram toda a manipulação e começaram a deixá-la só. Mas isso não foi o bastante. Ela tinha que causar. Então, eu me cansei e tive que seguir o meu próprio caminho. Foi estranho e difícil no começo, mas hoje percebo que vivo como se ela nunca tivesse existido. 
Se quer amizades não finja ser quem não é só para impressionar. Seja apenas você. Amizade é como o amor: há aceitação quando há admiração. Fazemos amizades porque gostamos da pessoa, não porque precisamos humilhá-la. 


Beijo beijo :*


Nina H. 

23 de fevereiro de 2011

#But You Are The Only Exception... Paramore;

E essa é a minha resposta para a pergunta “como foi o show do Paramore?”: morri, ressuscitei, morri, quase desmaiei, pulei, berrei e acabei sem voz e quase sem conseguir me mexer *--*
Tenho que admitir que quase não dormi na véspera de dia 22. E se dormia sonhava com coisas aleatórias relacionadas ao show.
Mas assim que despertei não me sentia como se estivesse prestes a surtar. Não, nada disso. Eu estava levando o momento com muita calma, realmente. Acho que a Jana estava mais ansiosa, de fato. E não parava de ter raiva dos fãs que só conheceram a banda depois de Decode, rsrs. Mas tudo bem. Não que eu e ela sejamos mais fãs por termos conhecido-os antes de Crepúsculo. Não é assim que eu raciocino, afinal, quando fui ao show de 2008 apenas fazia dez meses que era fã de Paramore.
Meu pai e minha mãe ficaram reclamando até na hora que viram a fila gigantesca que tinha se formado na frente do Pepsi, porque eles não entendiam por que tínhamos que ficar ali desde dez da manhã. Mas como a mãe da Jana se prontificou em ficar conosco até a hora de abrir os portões, as horas não pareciam tão lentas. Eu e minha amiga podíamos ir até ao aeroporto para comer e ir ao banheiro (sorte de o Pepsi ser bem na frente do aeroporto). Muita gente na fila levou cadeira e a mãe ou o pai. Algumas estavam acampadas ali desde sexta-feira. Algumas liam, cantavam, dormiam e tocavam violão. Mas todas com uma expectativa de tirar o fôlego. Conhecemos duas irmãs que vieram da Paraíba para o show. O pessoal do Patrola apareceu quase na hora da abertura dos portões e colocou todo mundo para gritar e aparecer na TV.
Um pouco depois das seis, os portões foram abertos e todo mundo saiu correndo para a pista (como eu) para conseguir um bom lugar, mas havia muito monstro por lá que empurrava e que jogava garrafas nas cabeças dos outros. Quando pensamos que a DoYouLike? entraria, entrou o Fiuk e disse algumas palavras (que eu não ouvi, porque todo mundo se revoltou geral com ele e começou a berrar feito uns maloqueiros). E, gente, tinha um tio lá arrumando a aparelhagem que era muito parecido com o Jeremy e claro que todo mundo gritava feito um louco quando o cara aparecia. Logo em seguida a banda gaúcha se fez presente no palco, arrancando poucos berros contentes. Eu não vi muitas pessoas cantando as músicas da DoYouLike?, mas parece que eles não fizeram feio, não. E ainda acrescentaram para nós que aquele dia estava sendo um sonho para eles. O show deles durou apenas meia hora, acho que com setlist de cinco ou seis músicas. Mas isso tudo bem. Nós não esperávamos por eles.
Então, quando os meninos do Paramore apareceram, bom, eu quase fiquei surda. E ainda mais quando a Hayley chegou, porque aí todo mundo pirou mesmo. O show começou com Ignorance, que foi cantada com barulho, enquanto a Hayley ficava dançando (cara, eu ri). Logo após veio Feeling Sorry, e a galera não parava de pular, berrar e de cantar um só minuto. Eu mal ouvia a Hayley cantando, sério. Mas agora falando paralelamente: eu achei que a voz dela estava mais aguda do que eu achava que era /humm/, talvez porque sua garganta já estivesse fatigada de shows, mas sei lá. Quando chegou o momento de That’s What You Get, a música foi cantada em coro e aos pulos. Hayley, como sempre, se mexia muito lá em cima do palco. Emendando For a Pessimist, I’m Pretty Optimistic, todo mundo continuou a pular e a berrar muito. Meninas desmaiaram e tiveram de sair da pista, enquanto muitos ainda empurravam para ficar perto da grade. A próxima foi Emergency, que não reconheci no começo, mas que me fez ter uma nostalgia imensa do primeiro CD, porque essa canção foi a segunda que eu conheci deles e que me apaixonei. Playing God colocou todo mundo para berrar o refrão com a Hayley. Careful fez com que todos bradassem “more” o mais alto que podiam. Com Decode, então, foi mais fácil cantar e pular, porque a música, logicamente, percorreu o mundo com o vampiro-fadinha-brilhante. Então, Hayley foi para perto de Taylor e nos disse que eles iriam tocar uma música nova, chamada In The Mourning, e a ela se impressionou conosco, pois já sabíamos a letra da canção. Ela disse: “Como sabem a letra? É uma música nova!”. Mas nisso só fez com que tentássemos chegar mais e mais perto deles, e logo ela sentou em um baquinho (acho que era banquinho, não me lembro) e chamou os outros integrantes para perto dela para tocarem When It Rains, que foi cantada em coro. Em seguida foi a vez de Where The Lines Overlap (uma das minhas preferidas do BNE), que foi cantada com empolgação. Depois Misguided Ghosts, que veio para dar uma acalmada (leve) na euforia dos fãs. Quando as acústicas se foram, a agitação se avolumou com CrushCrushCrush, já que a Hayley disse que nós já tínhamos provado que podíamos cantar, mas que naquele momento queria também nos queria ver dançando. Quando a canção chegava ao refrão, a multidão quase morria cantando e pulando, um caos maravilhoso. A vez de Pressure foi depois, momento que serviu para a Hayley apresentar os integrantes: Taylor York (guitarrista), Jeremy Davis (baixista), Josh Freese (que ficou no lugar do Zac Farro, o ex-baterista), Justin York (irmão de Taylor e que ficou no lugar do Josh Farro, o ex-guitarrista) e Jon Howard. Quando a música saiu dos instrumentos, Taylor e Jeremy se prepararam para o salto especial deles (momento que infelizmente eu não filmei, porque estava cansada demais para esperar a Hayley parar de falar). Looking Up fez a galera continuar no ritmo. E quando chegou a hora da aguardada The Only Exception (vai ser uma pena se algum dia eles resolverem tirar essa canção do setlist, sério), celulares ficaram acesos no alto e braços se balançavam de um lado para o outro e a música foi cantada em coro e com muita sincronia (e eu mal escutava a Hayley), levando muitas meninas ao choro.  E então tinha chegado o momento do bis. Brick By Boring Brick fez todo mundo pular e berrar ensandecido, acompanhada depois de, claro, Misery Business, que fez literalmente muitos quase explodirem. A Hayley se calou e nós continuamos a berrar “I watched his wildest dreams come true/Not one of them involving you/Just watch my wildest dreams come true/Not one of them involving ...”, o que a fez dizer: “Hey, essa é a minha parte!”. Dois meninos foram convidados para um pegar o microfone e o outro a guitarra e prosseguir com a música, como Hayley sempre faz no meio dessa canção. E, mesmo que a maioria tenha gritado “My Heart”, ansiando que a banda tocasse mais essa canção, os pedidos, infelizmente, não foram atendidos, pois o Paramore se juntou no meio do palco de mãos dadas, agradeceu e deixou todos com uma sensação vazia no estômago. Afinal, era fim de show.
E eu realmente achei que fosse morrer diversas vezes lá dentro, mas lembrava-me por que estava lá e decidia que tinha que ficar viva até o final daquele dia.


Beijo beijo ;*


Nina H. 

21 de fevereiro de 2011

#mais e mais;

Omg, eu ainda não consigo me concentrar direito. Não acredito que o show do Paramore é amanhã. Eu esperei isso por três anos *-* Eu já tinha ido no show de 2008, mas digamos que eu fiquei com uma espécie de amnésia (foi bom a Julie falar que isso podia acontecer, pobre) e não me recordo nem da metade daquela hora mais feliz do ano. E pelo o que eu soube, teremos mais músicas a serem apresentadas, o que é maravilhoso, claro. Quero dizer, oi, meia hora a mais de show é uma dávida master. Porque aquela uma hora de 2008 passou tão voado que eu só me lembro de ter começado e acabado o show. Ah, sem contar que eu esqueci a letra de My Heart (mas nós abafamos esse detalhe). Mas okay. Apesar da chuva (não acredito que vai chover de novo), sei que vou me divertir. Sei que vou quase morrer. Sei que vou amar cada segundo. Porque, hey, o Paramore é a banda da minha vida. Nem ir ao show do U2 me deixaria mais feliz (pobre Kelly que não comprou o ingresso do Paramore esperando que o U2 viesse para RS, mas tudo bem, segundo ela). Então, estou torcendo para que não caia uma tempestade, porque eu e a Jana ficaremos quase 12 horas embaixo do céu esperando o Doyoulike? (éam, e daí? A Ju gosta, mas eu nunca ouvi. Espero mesmo que eles não sejam uma coisa meio Restart. Por mim, o Fake Number estaria ótimo, apesar dos apesares, né) começar a tocar. Não sei por que toda banda internacional precisa de uma abertura. Porque, pelamor. O show de 2008 não teve nenhuma abertura e foi mara ao cubo. Mas tudo bem. Vamos ver no que vai dar. E que eu não saia do Pepsi com amnésia de novo (*rezando*).

Beijo beijo ;*

Nina H. 

20 de fevereiro de 2011

#The ting tings - That's Not My Name;


  Amo eles *-*  Katie é demais *-* E eu quero essa boina dela, rsrs *-*


Beijo beijo :*

Nina H. 

19 de fevereiro de 2011

#eu surto, tu surtas, nós surtamos;


Oooown oooown *-* estou surtando aqui três dias antes do show. Sério. Cada vez que eu vejo o comercial ou ouço uma música ou vejo um vídeo deles no youtube parece que já estou no meio do show e meu coração não para de pular, mas pelamor .__. Mas, aaaaah, chega logo terça-feira. Não aguento mais. Amo, amo, amo *--*

Beijo beijo :*

Nina H. 

#te-ti-a-te-ti básico;

“Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém que o que mais queremos é tirar esta pessoa de nossos sonhos e abraçá-la. Sonhe com aquilo que você quiser. Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que se quer. Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E esperança suficiente para fazê-la feliz. As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos. A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que buscam e tentam sempre. E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas. O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido. Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado. A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade. A vida não é de se brincar porque um belo dia se morre.” (Clarice Lispector)

Eu queria começar a ler Clarice Lispector, realmente. O fato de ela ter escrito Perto do Coração Selvagem aos dezenove aos é uma coisa incrível. Ela, apesar de eu não ler quase nada de suas obras, é quase um espelho para mim, nesse contexto. Ainda quero - preciso - publicar um romance até ano que vem. Tudo bem, ela é incrível, mas sei também que a J.K. Rowling escreveu A História de um Coelho Chamado Coelho aos sete anos. Mas e daí? Quando criança eu também escrevia '-' Mas, enfim, esse pequeno texto da Clarice me faz refletir bastante. Porque ela tem razão: temos que aproveitar a vida, porque uma hora não teremos mais tempo para fazer o que queremos.

Beijo beijo :*

Nina H. 

#Born For This;

Paramore – Born For This
Oh no, i just keep on falling (back to the same old)
And where's hope when misery comes crawling? (oh, my way, hey)
With your faith you'll trigger a landslide (victory)
Kill off this common sense of mind
[bridge]
It takes aqcuired minds to taste, to taste, to taste this wine
You can't down it with your eyes
So we don't need the headlines
We don't need the headlines
We just want
(We want the airwaves back!
We want the airwaves back!)
[chorus]
Everybody sing
Like it's the last song you will ever sing
Tell me, tell me do you feel the pressure now?
Everybody live
Like it's the last day you will ever see
Tell me, tell me do you feel the pressure now?
Right now, you're the only reason (i'm not letting go oh)
And time out if everyone's worth pleasing (woah ah)
You'll trigger a landslide (victory)
To kill off their finite state of mind
[bridge]
It takes aqcuired minds to taste, to taste, to taste this wine
You can't down it with your eyes
So we don't need the headlines
No, we don't want your headlines
We just want
(We want the airwaves back!
We want the airwaves back!)
[chorus]
Everybody sing
Like it's the last song you will ever sing
Tell me, tell me do you feel the pressure now?
Everybody live
Like it's the last day you will ever see
Tell me, tell me do you feel the pressure now?
Everybody sing
Like it's the last song you will ever sing
Tell me, tell me do you feel the pressure?
Alright, so you think you're ready?
Okay, then you'll say this with me, go!
We were born for this
(We were born for this)
Alright, so you think you're ready?
Okay, then you'll say this with me, go!
We were born for this
(We were born for this)
We were born for this
(We were born for this)
We were born for
We were born for
[chorus]
Everybody sing
Like it's the last song you will ever sing
Tell me, tell me can you feel the pressure?
Everybody live
Like it's the last day you will ever see
Tell me, tell me can you feel the pressure now?
Everybody sing
Like it's the last song you will ever sing
Tell me, tell me can you feel the pressure?
Tell me, tell me can you feel the pressure?
We were born for this
(We were born for this)
We were born for this


Own own, é velha, eu sei, mas é uma das minhas preferidas. Ainda me lembro de cantá-la no show de 2008 *-*

Beijo beijo :*

Nina H. 

#meu nariz é meu;

Sempre que eu não durmo, eu fico pensando demais. Pensando em mim, na minha vida, em tudo o que me disseram ao longo do dia. Simplesmente tudo começa a extravasar de minha mente. E quando isso começa a acontecer não consigo reprimir a vontade de gritar para metade do mundo: “A VIDA É MINHA”. Não sei por que todo mundo tem que ficar apontando o dedo para as outras pessoas. Oi, a vida não é sua, então não se intrometa, por favor. Se eu sou diferente do que você esperava, contente-se em não falar bobagens. Você pode até achar que me conhece, mas com certeza não sabe da metade das coisas que amo, que faço e que digo. Eu sou humana, me magoou facilmente, odeio pagode, odeio funk, odeio samba, odeio sertanejo, odeio o carnaval e odeio egocentrismo. Fico cansada de ficar me desculpando por ser quem eu sou. Não é mais chato, pois já se tornou revoltante. Não tenho culpa se sou diferente de você ou diferente do que você me imaginava. Eu sou apenas eu e me orgulho disso. Não tenho vergonha das coisas que amo, não tenho vergonha de ser a pessoa que sou. Agora, se você tem algo contra isso, por favor, cuide do seu próprio nariz e não fique olhando para o meu.

Vamos brincar de vida? Eu cuido da minha e você cuida da sua, por favor.


Beijo beijo :*


Nina H.  

#tédio;

O tédio é uma coisa engraçada, realmente. Normalmente eu sou do tipo que não me entedio fácil, independente do que eu esteja fazendo. Mas claro que às vezes não tenho paciência para parar e ver um documentário sobre a Egito (o meu pai faz isso muito) ou para assistir ao novo clipe da Britney Spears. Talvez isso não queira dizer que eu esteja entediada, mas só que essas coisas não fazem parte de mim. Não definem quem eu sou. E poucas coisas definem minha vida e quem sou. Eu sou apenas aquele tipo de garota que não dá a mínima para maquiagem, não dá a mínima para quantos garotos fulaninha beijou ontem à noite e que não dá a mínima para o garoto lindo e galinha da escola. Eu prefiro os nerds fofos. Prefiro pessoas que não dizem muita coisa, mas que são as mais maravilhosas pelo caráter. Pessoas que apenas com o olhar me entendem. Pessoas que sei que independentemente dos meus erros continuam ao meu lado com o mesmo sorriso nos lábios. Eu sou do tipo que acredita no amor, mas que tem um tanto de cautela quanto a isso. 
Sei que esse post não quer dizer nada sobre o tédio, mas o que estou fazendo provavelmente é uma prática contra o tédio. Ou talvez o tédio apenas me ajude a escrever no meio da madrugada. E talvez eu também pense melhor no meio da noite. 
É, vou tentar me desconectar com meus pensamentos e tentar ir dormir. É o melhor que posso fazer. 

ps: O tédio acaba comigo, rsrs.


Beijo beijo :*


Nina H. 

18 de fevereiro de 2011

#nostalgia;

Paramore - Franklin
And when we get home, I know we won't be home at all
This place we live, it is not where we belong
And I miss who we were in the town that we could call our own
Going back to get away after everything has changed

Could you remind me of a time when we were so alive
(Everything has changed)
Do you remember that? Do you remember that?
(Everything has changed)
Could you help me push aside all that I have left behind
(Everything has changed)
Do you remember that? Do you remember that?
So we stand here now and no one knows us at all
I won't get used to this
I won't get used to being gone
And going back won't feel the same if we aren't staying
Going back to get away after everything has changed
Could you remind me of a time when we were so alive
(Everything has changed)
Do you remember that? Do you remember that?
(Everything has changed)
Could you help me push aside all that I have left behind
(Everything has changed)
Do you remember that? Do you remember that?
Taking up our time
Taking up our time
Taking up our time
It's taking up our time again
Go back We can't go back at all,
It's taking up our time again
Go back We can't go back at all,
It's taking up our time again
Go back We can't go back at all,
It's taking up our time, taking up our time
Could you remind me of a time when we were so alive
Do you remember that?
Do you remember that?

Omg, isso me faz ter saudade de um monte de coisas. Da minha família, dos meus cachorros, dos anos que passaram, do ano mais feliz da minha vida e, claro, de que já foi e talvez nunca mais será. Recorda-me também que às vezes a gente reclama de barriga cheia, sabe? A vida, meu amor, podia ser bem pior, sim, mas você tem que dar graças a Deus que está vivendo para passar por isso. Isso também me lembra que acabei de ver o comercial do show do Paramore e que nas imagens só aparecem a Hayley, o Taylor e o Jeremy. Pode ser um comentário irrelevante para a maioria, mas isso é muito ruim. Eu me lembro de ter chorado quando soube que o Josh e o Zac estavam saindo da banda ):

Beijo Beijo :*

Nina H.

#então né;

Eu não digo que fui pressionada por alguém, mas com certeza influenciada. Dona Nina, sei que não nos falamos com muita frequencia, porém você tem um grande senso de persuasão em mim, hm. Eu estava lendo o seu blog hoje mesmo e eu realmente fiquei com vontade (induzida) de criar o meu próprio blog. Sei que isso é uma coisa que eu já deveria ter feito há tempos (eu sempre prometia a mim mesma que de tal semana não passava, mas, hm, sempre passou), mas apenas hoje criei coragem nessa cara /humm/ 
E sobre o nome do blog, bem, foi estranho. Quando eu pensava em um nome para isso daqui (nossa, que subjetiva que eu sou) eu queria que fizesse referência ao Paramore, porque eles são a banda da minha vida. Pode parecer besteira (e é uma coisa que meus pais nunquinha irão entender), mas é apenas o que sou. Eu quase vivo apenas para esta banda, por causa desta banda. Nossa, que clichê. Mas, é, essa sou eu. 
Mas, tá, voltando a falar sobre o nome do blog. Pode ser que daqui a alguns dias, o Paramore venha a me inspirar a colocar uma frase deles aqui, no topo, mas não por enquanto. Quem nunca ouviu falar da banda The Ready Set (uma das minhas recém-adquiridas obsessões), provavelmente não vai entender o nome do blog, mas More Than Alive é o nome de uma das músicas do Jordan *-* (e é uma pena que ele tenha namorada, q). Okay, okay, sem mais delongas, porque, peloamor. É só o primeiro post, caramba. Mas, tá, prometo que venho aqui semanalmente, ao menos. Vamos ver se eu não largo isso daqui, como tenho feito com algumas idéias de livros e fics '-' 

Okay, okay. Ficou um lixo, mas nem tô. Tenho certeza de que quase ninguém vai ler isso porque tem mais que ficar correndo atrás do Justin Bieber ou do Restart. Então, estou pouco me importando. 
ps: Nina, não sofre não, nega! Não vai ser dessa vez que você vai ver o Paramore, mas quem sabe na próxima? Você quase me fez chorar. Eu surtaria muito se não fosse no show :/ Beeijo, amor ;*

Certo, então é isso.

Beijo beijo ;*

Nina H.