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#Indicação de Livro: Quando Cai o Raio - Meg Cabot;

by - abril 23, 2011


Não sei se já disse isso aqui no blog, mas a Meg Cabot é a minha escritora favorita. Não importa se eu tenho dezenove anos ou se seus livros são destinados aos adolescentes, aos adultos ou às crianças: eu leio todos que consigo. E eu já li um monte de livros cujas autores não eram a Meg. Mas eu me sinto uma intrusa. É como ir passar o fim de semana na casa da sua melhor amiga: por mais que você seja familiarizada com a casa, não é a sua casa. Então, independentemente da minha idade ou para que público a Meg escreva, eu sou muito fã dela. E como uma boa fã sempre estou procurando novos títulos dela para começar a perturbar o meu pai para ele me dar dinheiro e para eu gastar tudo com os livros. 
Quando Cai o Raio, na verdade, não foi descoberto por mim por meio de um blogs de resenhas de livros (como geralmente faço para achar novos livros). Eu simplesmente adoro passar a tarde em livrarias. Se eu pudesse eu morava em uma. Sério. E eu encontrei Quando Cai o Raio por acaso mesmo, passando por entre as prateleiras da minha livraria preferida. Como é da Meg, eu logo fiquei feliz e, ao invés de ir para a escola de táxi, três dias seguidos (porque meu pai tinha ido viajar e ele sempre deixa dinheiro com a gente, principalmente para ir à escola), eu resolvi fazer o trajeto casa-escola à pé para guardar o dinheiro que meu pai tinha me dado. Eu, claro, gastei o dinheiro com livros. Comprei Tudo que é Sólido Pode Derreter (que ainda não terminei, mas assim que o fizer, posto aqui a resenha) e Quando Cai o Raio. Foi um milagre eu não o ter lido em um só dia. 
O livro começa com Jessica Mastriani cedendo um depoimento. Ela, então, começa a nos contar que é uma menina que tem dificuldades para controlar sua raiva, que mora em uma cidade pequena, no interior de Indiana e que sempre tem que comparecer às detenções. Em uma tarde, Jess e a amiga Ruth vão à pé para casa, porque Ruth não tinha voltado à escola de carro e aí que tudo acontece. Jess, no meio de uma tempestade, é atingida por um raio, pois ela e a amiga procuraram abrigo debaixo na arquibancada metálica. 
A princípio, Jess acha que está ótima e ignora os pedidos de Ruth para procurar um médico. Só que quando Jess acorda no dia seguinte, percebe que simplesmente sabe a localização das crianças que aparecem nos anúncios de desaparecidos que os americanos colocam nas caixas de leite! Ela dorme, sonha com as pessoas e, bam, ela sabe onde elas estão. 
Até aí a coisa é esquisita e atípica. Mas calma. Como todos os livros da Meg, claro, não poderia faltar o romance. Jess, então, está caidinha por um motoqueiro delinquente que frequenta as detenções também e que, apesar de ela achar que não, também parece louquinho por ela. 
Bom, sem dar maiores detalhes (porque senão estragaria a euforia de ler o livro), acabo aqui. 
Sei que quando terminei de lê-lo, eu pensei: "Uau, que livro louco!". E é, ele é meio maluquinho, mas com muito bom humor (eu ria sozinha no meu quarto feito uma idiota). Super recomendo (e nem é só porque é Meg Cabot). 

Beijo beijo ;*

Nina H. 


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