30 de novembro de 2011

{Coleção da Risqué - Dogs}



E aí, gente linda? Tudo certinho? 

Hoje vim falar um pouco sobre a nova coleção de esmaltes da Risqué! Desde ano passado virei viciada em esmaltes, serião. Tudo por conta de uma colega de cursinho. Ela era verdadeiramente obcecada e passou o seu vício para mim e para outra amiga minha (a fofa da Daiane, que vire e mexe acaba sendo citada aqui). E ontem eu saí com a Dai e fomos na Panvel, porque ela queria comprar uma coleção que vinha numa caixinha e tal. Aí ela comentou da coleção Dogs. E mais do que esmaltes, eu amo cachorros (não é a toa que tenho seis, haha). Felizmente, acabei levando o Chow Chow, um azul anil, bem da cor do céu. Eu adoro azul, e acho que tenho uns três ou quatro vidrinhos em casa... mas não resisti e levei mais um!

Então, cheguei em casa e pesquisei mais sobre a coleção muito fofa. 


O cachorro vira-lata: são cachorros sem raça definidas (SRD), mestiços, derivados de diferentes raças. Geralmente são mais resistente às doenças e mais espertos. O termo deriva do fato de muitos deles, sem moradia, acabarem nas ruas, revirando latas de lixo à procura de alimento. 
O esmalte vira-lata: espécie de prata metálico, levemente cintilante. 


O cachorro cocker: de orelhas longas e caídas, exige muito cuidado com as mesmas, pois sofrem muito de infecção de ouvido. Excelente caçador, tem um faro muito apurado. É alegre, robusto e esportivo. 
O esmalte cocker: rosinha do tipo nude com mini-brilhinhos, define o termo "rosa-dengoso", fazendo jus aos olhares dengosos da raça. 


O cachorro poodle: ativo e animado, mostra muita fidelidade e companheirismo. Geralmente muito escandaloso (eu tinha uma e o apelido dela era Nega do Morro - porque ela era preta e barraqueira), mostra-se um belo animal para se adestrar (à exceção da minha, que era uma incurável louca, mesmo). 
O esmalte poodle: um lavanda muito bonitinho. 


O cachorro maltês: seu pelo longo e sedoso é uma das características que o tornam belos. Um dos cães de companhia mais preferidos, sua calma e vivacidade desperta o interesse de muitos amantes de cães. 
O esmalte maltês: é um verde-água (sei que na imagem parece azulzinho) muito lindinho.


O cachorro Sharpei: enrugado e de pelo ralo, é originário da China. Fantástico companheiro, muito calmo e apegado à família. 
O esmalte Sharpei: é um dois em um: rosa avermelhado, meio flúor. 


O cachorro Chow Chow: famoso pela língua azul, é um cachorro de porte elegante e vistoso. Sua pelagem é fofa e macia, requerendo muitos cuidados, como escovação. 
O esmalte Chow Chow: azul cor do céu, anil. Muito vivo.


O cachorro Husky: parecidos com lobos e malamutes, oriundos da Sibéria, se adapta bem à climas frios por conta do sub-pelo. Amistoso, carinhoso e muito fácil de lidar. 
O esmalte Husky: um azul profundo, simbolizando o mar. Lembrou-me um pouco o Água Fresca, da Colorama. 

Quem gostou da nova coleção vai com certeza correr para adquirir a sua! Quero ver se acho o vira-lata, o maltês e o husky! 

Gostou do post? Comente!

xoxo

Nina

29 de novembro de 2011

{Mais Resenhas em Breve}

Estou com fome e com sono. Acordei às oito e meia e saí para tentar ver Amanhecer depois da uma da tarde, mas acabou que não deu certo e então apenas fui nas livrarias caçar livros (os meus e os da Carol). E acontece que agora tenho uns dez livros para ler, AEAEAE *-*

1. A Maldição do Tigre

Descobri este livro na semana passada e fiquei louca pela capa! Eu amo tigres, especialmente os siberianos, então eu fiquei muito "eu quero, eu quero!". Já li algumas resenhas e essa série parece fantástica. Mistura atualidade com mitologia hindu de uma forma graciosa. A história gira em torno de uma órfã que vai trabalhar em um circo e se encanta pelo tigre branco de lá e descobre que o tigre é um príncipe indiano amaldiçoado por um mago há 300 anos. Kelsey (a órfã) então é a única que pode desfazer o feitiço. Confesso que a história por si só não foi o que realmente me chamou a atenção. Foi toda a cultura hindu. Adoro conhecer culturas diferentes e acho que vou adorar este livro. A Maldição do Tigre é o primeiro livro de uma série, que foi lançado originalmente como e-book



2. Espiã Para Sempre
Espiã Para Sempre é o segundo livro da série Garotas Gallagher. No primeiro livro (Escola de Espiãs), Cammie se envolve com um menino, o Josh. Para saber mais sobre o garoto, Cammie e suas amigas se metem em confusões nada normais... afinal, elas estão treinando para serem espiãs! Na continuação, Cammie está tentando colocar as coisas em ordem e esquecer suas aventuras passadas, mas não será nada fácil considerando que sua mãe parece esconder um segredo sobre alguém chamado Blackthorne. Demorei muito tempo para adquirir este livro, já que tenho o primeiro (e será dado de presente de Natal à minha xará, a Nina). 





3. Amor Fora de Hora

Confesso que apenas comprei este livro pelo título e pela capa. Nunca li nenhuma resenha dele nem sabia que ele existia. 
"Uma jovem mulher, amante dos livros, e uma rapaz do interior se esbarram repetidamente no cemitério. Um local completamente inusitado para um encontro". 
Esse é o quarto livro que compro da editora Lua de Papel, que parece ser ótima. 
O livro me lembrou os romances de checklist que a Jessi (acho que foi ela) me disse que já leu. 
Espero me surpreender com o livro. 




4. Tudo Aquilo Que Nunca Foi Dito

Gostei da capa e do título, haha. Não sei nada sobre o livro. Sei que parece ser meio de drama, pois o pai da personagem principal morre, o que favorece uma oportunidade para que ambos digam um ao outro, enfim, tudo aquilo que nunca foi dito. Parece tenso. Parece bom. 
O autor Marc Levy é francês e acho que sou retardada, porque a primeira pessoa que me veio à mente quando vi sua foto em uma das orelhas do livro foi... o Bruce Willis. Estranho, não? 






4. Firelight
"Jacinda não é uma menina como as outras. Ela é uma draki - espécie descendente de dragões cuja maior defesa é a habilidade secreta de se transformar em humana. Com seu raro dom de cuspir fogo, ela é protegida e vigiada mesmo dentro do seu clã. Quando sua rebeldia ameaça o futuro dela e o de sua casta, só existe uma solução: ela e sua família têm que fugir". 
O que mais me chamou a atenção foi o fato de ter dragões no enredo. Parece ser um livro diferente - apesar de ter romance também. 






Certinho. É isso. Acho que a resenha de A Vidente não irá aparecer nesta semana, pois acho que irei começar a ler Amor Fora de Hora ou Firelight. Sem contar que A Vidente não me animou muito. Claro que ainda estou no oitavo capítulo, mas acho que é bom mesmo eu mudar meu foco. Quem sabe eu volto para ele com mais entusiasmo...


O que acharam das minhas compras? 


xoxo


Nina

#Don't Stop The Music;

Oooi, pessoal! 

Hoje quero falar sobre o projeto paralelo da Pitty, a banda Agridoce



Conheci o projeto há uns dias, quando a Pitty foi no último programa do Altas Horas. Ela cantou três músicas e logo na primeira eu me apaixonei pelo novo som! É um estilo de fofolk (folk fofo) muito maravilhoso. As canções nos faz experimentar vários sentimentos de uma só vez. Dá vontade de chorar, de rir, de abraçar... É maravilhoso. Agridoce é um som acústico e meio lento, muito fofo. 





Pitty cantou, no programa, três canções no total. Dançando, Romeu e Upside Down. Sério, são liiindas. Escutei o cd inteiro, e Dançando ainda é a minha preferida. 


Confesso que prefiro Agridoce à banda de rock dela. Acho que porque eu era bem mais fã das músicas antigas dela. E esse novo som veio para renová-la. Sem contar que esse estilo de música combina com ela de um jeito diferente. Apesar de tudo, eu a acho muito fofa. 

Quem se interessou pelo novo som da Pitty, pode baixar o cd nesse link. (Eu não consegui baixar nada, mas quem sabe dá certo com vocês. Quem não conseguir baixar o cd inteiro nesse link, tem como baixar música por música no 4shared, que eu já testei).

E aí? O que acharam do novo som da rockstar Pitty? De qualquer modo, espero que tenham curtido a novidade!

Bom dia a todos! 
xoxo

Nina

28 de novembro de 2011

{No Escurinho do Cinema}

E aí, manolas? (Não sei se tem manolos que leem isso. Têm? Enfim).

É. Alguma coisa está errada, você deve ter percebido (ou não). Se você acompanha meu blog, deve ter entendido que segundas-feiras são dias de resenha. Mas, é. Não dessa vez. Isso porque o livro que tenho que fazer resenha está paradinho no canto do meu quarto. Ainda não tive oportunidade de avançar na leitura, porque estive ocupada demais lendo fics do FEB (Floreios e Borrões) (olha que desnaturada eu o/). Quem se interessa por fics do Harry Potter, posso recomendar as fics da nom-nom (que juntamente com a Domi, a Cá, a Nina e mais um monte de gente, é uma das minhas escritoras favoritas do FEB). Mas, ok. Prometo que até quarta-feira a resenha de A Vidente estará postada!

O post de hoje de No Escurinho do Cinema é sobre atores de grandes filmes (no caso, Harry Potter e Crespúsculo) que saem das peles de seus personagens mais famosos. É. E tadã, vou falar sobre o Robert Pattinson e a Emma Watson. 

Assisti pela quinta ou sexta vez Lembranças, com o Robert, na NET esses dias. Para quem nunca viu o filme, ele conta a história de Tyler, uma cara que não tem muitos objetivos na vida depois que seu irmão Michael se suicidou no seu aniversário de 22 anos. Tyler acaba se envolvendo em uma briga com uns bandidos e o policial que aparta a confusão acaba tratando o Tyler mal. Então, seu amigo resolve que seria "engraçado" dar o troco no policial, se Tyler começasse a sair com sua filha, Ally. Claro que, no fim, Tyler se apaixona realmente por Ally. 

Eu vi o filme pela primeira vez nos cinemas e não foi porque a) o Robert Pattinson está no filme ou b) porque o Robert Pattinson é gostoso ou c) porque eu amo o Edward Cullen. O negócio é que eu adoro um bom filme de drama. Gosto mesmo. E esse filme, para mim, não é "apenas" mais um filme. Ele me tocou de verdade. Sem contar que tem uma lição de moral maravilhosa. Eu AMO a frase que o Tyler diz no final. Ela é uma frase que me faz continuar a perseguir meus sonhos e não desistir deles. Sabe? 
E tenho que dizer uma coisa: o Robert é um ótimo ator, sério mesmo. Mas ele só é um ótimo ator longe do fardo de Edward Cullen. Em Crepúsculo, cara, não sei explicar... só sei que eu detesto o Edward por causa da atuação fria e sem expressão do Robert. E o mesmo acontece com a Kristen! Ela é um peixe-morto atuando como Bella. Tipo, a Bella já é retardada por nascença, mas no filme ela fica muito mais retardada com a atuação da Kristen. Mas, acho que é bem como a Carol colocou: Harry Potter peca em romance, e Crepúsculo só é isso: romance (daqueles que dão vontade de enfiar facas nos olhos, pelo menos pra mim). Então é justo que Crepúsculo tenha tantos fãs. Não acho que Harry Potter seja melhor ou pior do que Crespúsculo (olha eu mudando o curso do assunto...), só acho que é natural as pessoas se interessarem por algo que ainda não foi visto ou comentado. 
Mas, bem, em Lembranças dá totalmente para ver que Robert é um excelente ator. Daqueles que você fica mesmo apaixonada pela atuação, sabe? Ele é muito mais natural e expressivo. 
E, cara, eu me lembro de estar no cinema e o filme estar no final (quando parece que Tyler vai dar um jeito na vida e tudo) e de repente aparece a data da lousa da sala da irmãzinha dele. 11 de Setembro de 2001. Foi um suspiro coletivo geral na sala do cinema. Eu só pensava: "AHPELAMORDEDEUS! NÃO ACREDITO QUE ELE VAI MORRER!". Sério, eu tive um grande ataque. Porque o filme por si só já tem muito drama, imagine adicionar ISSO ao enredo. Foi, tipo: Ok, não tenho mais esperanças. Vai tudo acabar. E acabou. E acho que eu até chorei. 

Frase do final do filme: "O que quer que você faça na vida será muito insignificante, mas é muito importante que você faça, porque ninguém mais vai fazer"

Recomendo totalmente este filme em um dia chuvoso com um balde de pipoca! (E prepare o coração). 

Oi, Emma. 
Sim, ela é a Emma Watson, não a Hermione Granger. Isso porque em Dançando Para a Vida, Emma larga totalmente a sua personagem estudiosa, perfeccionista e certinha de Harry Potter. Coincidentemente, esse filme também é dramático. Dá pra ver que eu gosto mesmo desses filmes. 
O filme narra a história de três órfas. Posy (que quer ser bailarina, como sua mãe), Patrova (seu sonho é ser aviadora) e Pauline (que se esforça para ser uma grande atriz de sucesso). Elas vivem em uma casa que não tem muitos recursos financeiros, o que prejudica muitas vezes os sonhos das meninas. Mas elas são insistentes. Posy começa a ter aulas com uma grande bailarina, que diz que a menina vai ser tão maravilhosa quanto sua mãe. Patrova, não levando jeito nem para bailarina, nem para atriz, só tem seu sonho realizado no final do filme. E Pauline começa a atuar em espetáculos, deixando seu ego um pouco inflado, porém consegue concretizar seu sonho. 
O que mais me chamou a atenção neste filme foi o enredo simples. Não há muitas complicações e a história segue um rumo leve. O fato de as irmãs quererem colocar seus nomes em livros de história é muito significante. No final, nem Posy e Pauline conseguem esse feito, mas juram que vão batalhar para Patrova ser lembrada nos livros. 
O gostoso do filme é que ele tem uma história de superação, que instiga a corrermos atrás de nossos sonhos por mais difíceis que eles aparentam, ou por mais complicadas que sejam nossas situações. 
Emma é maravilhosa como Pauline. No final do filme, nem dá para lembrar que ela é a bruxinha mais famosa do cinema atual. Emma tem uma graciosidade que é difícil detectar em outras atrizes, sabe? 

Quem é fã de drama ou da Emma Watson tem que ver este filme!

Caso você queira adicionar algum fato sobre este post ou compartilhar, sinta-se à vontade para comentar! Os comentários são essenciais para o funcionamento do blog (sem contar que me deixam muito feliz!). 

xoxo

Nina

27 de novembro de 2011

#Offspring;

Eu estava ouvindo Sum 41 quando descobri esse vídeo. O que falar? Offspring faz parte da minha infância. É tão épico quanto U2 ou The Police *-* 




E aí? O que acharam da música? Acho que ela é do filme American Pie e tal. Não sei como não a ouvi antes. E o que acharam do cabelo do Dexter, haha? (não gosto dele, prefiro-o no clipe de Kristy Are You Doing Ok?) Comente!

Beijos!
xoxo

Nina

23 de novembro de 2011

#Meg Cabot e Seus Livros;

Então, eu sumi por uns dias, né? Não fui por querer, juro. Tive uns problemas de saúde e não pude postar! Mas aqui estou eu ;) 

E, sim, esse post vai ser sobre a Meg. Não me importo se isso soa babaca.

"As mulheres fazem coisas diferentes quando estão deprimidas. Algumas fumam, outras bebem, outras ligam para o terapeuta, algumas comem. E o que eu faço - o que sempre fiz - é sumir de tudo e de todos, mergulhando em um porre literário que pode durar vários dias."  - pág. 15

"Eu coleciono livros da mesma forma que minhas amigas compram bolsas de grife. Às vezes, só gosto de saber que os tenho e lê-los de fato não vem ao caso. Não que eu não termine lendo-os todos, um por um. Eu os leio. Mas o mero ato de comprá-los me deixa alegre - o mundo é mais promissor, mais satisfatório." - pág. 22

- Trechos do livro "Ler, Viver e Amar em Los Angeles". 

Eu estava escrevendo no meu diário (sim, eu tenho um diário, falou?) que acabei de ler A Garota Americana, livro que já devo ter relido uns três vezes neste ano. Mas é sempre assim, eu sempre acabo relendo todos os livros da Meg Cabot pelo menos uma vez por ano. 
E daí que comecei a perceber que estava passando mal da alma (não brinco). Eu estava com uma dor enorme no coração, sério mesmo. Isso sempre acontece quando termino de ler meus livros preferidos (qualquer um de O Diário da Princesa, porque a Mia é a minha personagem favorita de todas, no mundo inteiro, ou os livros de A Mediadora, apesar de a Suze não estar, assim, em nenhuma lista de Minhas-Personagens-Preferidas-da-Meg-Cabot). Mas, bom, talvez o fato de eu estar ouvindo Liar Liar, do NSN, estivesse surtindo aquele afeito horroroso de sempre. Mas, bom. 
O negócio é que esses livros da Meg significam para mim bem mais do que qualquer um da Clarisse Lispector ou do Jorge Amado (apesar de Capitães de Areia ser bem bom). Eu não sou do tipo Cult, ou sei lá como se chamam isso... eu amo ler, mas leio livros que sei que vão mudar minha vida, que vão significar algo para mim. Minha promessa para o próximo ano é ler Tati Bernardi, só para ver se ela é tão legal quanto todo mundo diz. 
Ano passado li uma pesquisa numa revista que dizia que os jovens brasileiros estão desmotivados a ler, porque os livros que os vestibulares apresentam em suas listas simplesmente não despertam o interesse. E sabe de uma coisa? É verdade. Vejo isso por mim. Eu mesma não cheguei a ler todos os livros da minha lista de vestibular. Ela simplesmente é desencorajante. Tipo Camões. Tudo bem, confesso que Camões é importante para a literatura, mas será mesmo que é empolgante ler um livro que fala sobre Portugal, quando, na verdade, você nunca nem esteve em Portugal? Esses livros que nos mandam ler... simplesmente não tem a ver conosco. Eles não falam de nós, não nos inspiram. Entretanto, ainda assim, os jovens leem, de maneira geral. Não porque amam os escritores barrocos, ou qualquer coisa do tipo. Mas porque a literatura de hoje é muito diversificada. Por que será que Harry Potter está entre os livros mais lidos no mundo e não Paulo Coelho? As pessoas só querem se identificar com o que leem. 
Comigo é assim. Um bom livro muda a sua vida. Ele não apenas lhe inspira, mas lhe ensina a viver. 
E os livros da Meg têm tudo isso de sobra. Seus livros são como pequenas pessoinhas que estimo. Como se seus personagens fossem reais e fossem meus melhores amigos. É uma coisa inexplicável. Os personagens simplesmente não estão lá para passar por uma situação inócua, estão lá para lhe ensinar algo. E é isso que mais gosto na Meg. Ela sempre faz suas personagens me ensinarem algo. Seja sobre o amor, ou sobre como a gente só enxerga as coisas que conhecemos, não que vemos... ou sobre como é importante ser você mesma, mesmo que você seja uma princesa. 
Muitas pessoas dizem que seus livros são de meninas. Mas não acho que esse seja o caso. Ela apenas está escrevendo de acordo com um prisma... embasada em algo que ela conhece. O mundo feminino. Mas, ei, Clarisse e Cecília Meirelles também escreviam sobre o mundo feminino e não é por isso que os caras deixam de lê-las, certo? 
Fico pensando: e quando algum dia acontecer algo com a Meg, como vou sobreviver nesse mundo feito de aparências e de futilidade? 
Porque suas personagens são diferenciadas. Elas não gostam de popularidade, elas são elas mesmas. Não se vestem de acordo com o manequim das passarelas, nem se rebaixam a algo que não são, apenas para estar de acordo com a sociedade. E é por isso que amo as meninas da Meg. Elas são personagens reais, tão reais que você se sente amiga delas. 
Às vezes, quando coloco "Por que ler?" nos finais de resenhas dos livros da Meg, simplesmente não sei o que escrever. Minha vontade de escrever é: Porque é Meg Cabot e ponto final. Sabe? 
Eu já li muitos livros que não são da Meg, e não tenho certeza se alguém chega aos pés dela. Talvez a Ally Carter se aproxime dela nos livros Escola Para Espiãs, mas ainda assim, eu sou mil vezes Meg. 
Acho que eu tinha uns treze anos quando minha mãe me deu o quinto volume do O Diário da Princesa. E ele é rosa (ao menos das capas antigas). E na época eu tinha um pouco de preconceito com cor de rosa. Fiquei tipo: De jeito nenhum que vou ler este livro. Ele é rosa! Deve ser só fru-frus! Larguei-o por um ou dois anos no meu armário, completamente esquecido. Então, um belo dia (acho que foi uma tarde), surpreendentemente, meu pai chegou para mim com A Garota Americana. Eu amei a capa (é ainda a capa antiga, com lápis e coisas de desenho *-*) e o li. Na hora nem me liguei que era da mesma autora do livro cor de rosa. Aí eu fui pesquisar quem era Meg Cabot. E acabei descobrindo que - aimeuDeus - ela era autora do livro rosa. E foi assim que o li, depois de, tipo, dois anos. Então, comecei a ficar lunática atrás dos livros de O Diário da Princesa. Lembro de uma Feira do Livro, acho que em 2008, que saí carregando uns quatro livros dela. Meus pais, claro, não estavam entendendo nada. 
E é isso aí. Hoje eu tenho mais de vinte livros dela e é a única coleção que eu tenho um sentimento de ciúme e de posse tremendos. Emprestei Como Ser Popular para a Daiane (e você pode ficar com ele até conseguir lê-lo, sério mesmo, não estou dizendo que o quero de volta, porque tenho um exemplar baixado da internet no meu pc), mas dá uma dor no coração... Eu empresto cds, dvds, roupas... mas livros é sempre um sacrifício. 
Tenho certeza de que a Meg será, para sempre, a minha autora predileta. É como eu ouvi ontem na tv: Você pode estar na presença de 100 pessoas e se sentir sozinha, mas também pode estar na presença de uma só para saber que seu mundo está completo. É justamente isso que sinto com ela. A Meg é única. É a minha grande parte de inspiração. Porque, sinceramente, grande parte do que sou hoje foi trabalho dos livros dessa escritora. É como se ela fosse uma parte inerente de mim. 

Bem, e essa é a minha história com uma das melhores escritora da nossa geração. Espero que tenham gostado (eu sei que escrevi muito, mas, hm, eu sempre escrevo muito).

Beijos e boa tarde a todos! 
xoxo

Nina

17 de novembro de 2011

#Teen Hearts;

Achei esse banda no youtube agorinha a pouco. Lembra-me um pouco The Ready Set, e tal.


Adorei o cabelo do cara, sério.


Achei super criativo o clipe!

Mais bandas em breve, assim que possível ;)

Nina

#Resenha da Nina: Tamanho Não Importa - Meg Cabot;

Oi, todo mundo! Como vão?

Como prometido, aqui estou eu para a resenha de Tamanho Não Importa! Comprei-o no domingo, na Feira do Livro, e terminei de lê-lo ontem. Geralmente eu leio mais rápido do que isso, mas como estou lendo também A Vidente - que logo terá resenha -, fica meio complicado. Estou também tentando acabar de ler um conto do Sherlok Holmes, mas está difícil. O livro é pequeno, mas estou lendo-o há mais de duas semanas... simplesmente não consigo ter ânimo para acabá-lo, não sei exatamente o porquê.

Autora: Meg Cabot
Editora: Galera Record
Ano: 2007
Sinopse: Heather Wells não tem do que reclamar - seu pai finalmente vai se mudar do apartamento que ela divide com Cooper; ela arrumou um namorado que quer ajudá-la a emagrecer e o emprego de inspetora de alojamento na Universidade de Nova York continua esquisito como sempre. O Dr. Owen Broucho, diretor interino do alojamento Fischer Hall e seu terceiro chefe em menos de um ano, acaba de ser assassinado. Mais uma vez, Heather terá de usar de seus talentos de investigação se quiser livrar Sebastien Blumenthal, líder estudantil e principal suspeito, de uma acusação aparentemente falsa.

Resenha:
Heather Wells está de volta e com namorado! Tad Tocco convence a namorada a praticar corrida pela manhã, duas horas e meia antes do horário habitual que Heather se levanta, mas ela cede, porque o ama e acha que pode ser um bom negócio, apesar de tudo - principalmente apesar de aparentemente ter deixado seu útero cair durante a corrida. Depois de caminhar um pouco, Heather vai para o trabalho e descobre que seu novo chefe, o insosso Owen Broucho foi assassinado em sua própria sala. Tendo de lidar com uma manifestação estudantil por causa de seguros-saúde, com um aluno da faculdade incriminado injustamente, com seu pai saindo do local onde ela mora com Cooper e com um pedido - interminado - de Ted, Heather parece que vai enlouquecer. Desobedecendo o pedido de Cooper para que se mantivesse longe do caso de seu chefe, Heather corre atrás de pistas e informações para tentar solucionar o caso. As pistas são largadas de modo paulatino, o que às vezes me fez largar um pouco a leitura, por ficar um pouco chatinha, porque parecia que a história não andava. Já li os dois outros volumes da série e do meu ponto de vista eles são mais recheados de mistério e suspense. Nessa terceira aventura de Heather, achei que o mistério foi facilmente acobertado por outros problemas da personagem e o desfecho correu contra o tempo. Quando terminei de ler, não achei que o livro foi "aquela coisa" como os outros. Faltou mais ação e aventura. Mas, no todo, é um bom livro, como todos da Meg Cabot.

Por que ler?
Se você gosta do gênero policial, vai gostar. Recomendo ler os outros dois volumes antes, porque a história é linear, e em alguns pontos você pode se perder. Heather continua a diva de sempre, independentemente do tamanho de suas roupas ou do que come!

Se você gostou da coluna, comente! Até a próxima!

Nina

#Don't Stop The Music;

Oooi, pessoal!

Juro que estou desde a semana passada pensando em uma forma de fazer esta coluna e acabei de descobrir uma maneira de fazê-la. É realmente engraçado o fato de que ninguém lê isso daqui - ou pelo menos não comenta -, justamente quando estou empolgada com a coisa toda. Mas eu acredito que uma hora isso vai dar certo. Vai mesmo.

Tenho dois tópicos para abordar aqui, hoje. Um me veio à cabeça no domingo, após uma entrevista do Fantástico - e para quem acha que o Fantástico é perda de tempo... mano, vai assistir o Fantástico -, e outro acabei de achar, assistindo nada mais, nada menos do que a Disney. Sei que muitos - ou todo mundo - irão discordar, mas a Disney também é cultura, gente. Pelo menos, descobri isso hoje. Quem lê meu blog desde o começo sabe que eu adoro a Disney. E não é por causa do Mickey. É por causa das meninas de lá: a Miley, a Selena e a Demi. Pode parecer estranho, mas eu realmente gosto delas. Pelo menos das personagens que elas interpretam.
Vocês provavelmente não sabem - mas eu sei, e talvez a Dai também saiba, que lê isso daqui de vez em quando (por quê, eu não faço ideia) -, mas depois que aconteceu o Drama Demi, a Demi saiu do seriado Sunny Entre Estrelas, e claro que sem a Sunny, o programa ficaria bizarro, então mudaram o nome. Agora é apenas Sem Sentido - que era o nome do seriado do qual a Sunny fazia parte -, e cada episódio é pontuado por bandas e cantores convidados. Já vi o chatinho do Cody Simpson lá. E hoje eu estava sem nada para fazer e resolvi ver um pouquinho do episódio de hoje - não faço isso com frequência, porque a Demi saiu e tal - e me deparei com outra banda lá no palco.

A banda em questão é o Kicking Daisies. Confesso que a única coisa que me chamou a atenção foi a menina do cabelo colorido, porque... eu gosto de pessoas coloridas - um fato comprovado e incontestável, facilmente percebido pelo fato de eu amar a Hayley Williams, do Paramore, e criar personagens também de cabelos coloridos.
Depois que o episódio acabou eu voei pra cá, para pesquisar sobre a banda. Não há muitos registros deles na internet, o que é meio frustrante. Dá para saber mais sobre cada integrante e sobre a banda no site oficial deles. Pelo o que li, a banda é inspirada por bandas como Led Zeppelin, Paramore - por que não estou surpresa? - e Stone Temple Pilots. São ditos como "pequenos prodígios", mas apenas são músicos, compositores e intérpretes, independentemente da idade. 
Quem comanda a banda é o vocalista Duran, de 14 anos. Ele tem carisma e potencial. Não é como todo garoto de 14 anos. Na guitarra há Ben, de 12 anos. Esquisito? Talvez apenas precoce. Ele tem uma presença de palco impressionante. Como todas as grandes bandas, o ritmo que fornece a coesão das músicas está nas mãos de Caitlin, a baterista de 16 anos, e irmã da baixista Carly, que fornece toda a solidez das músicas, a segunda voz e a destreza do piano. 
A banda claramente mistura música do passado com música da atualidade e serão - se Deus permitir - uma grande banda, estruturando novos caminhos para o planeta fonográfico. 
Achei engraçado o nome da banda, Kicking Daisies. É pior do que... sei lá, Green Day ou Tokio Hotel. 
Sinceramente, eles soam como Hey Monday. Eu disse Hey Monday, produção, é isso? É, é isso. Mas eles são divertidinhos. Personalidade eles têm. 
A música que eles tocaram no Sem Sentido foi Keeping Secrets. Um acústico que gostei foi Dangerous
E aí? Curtiu? Sei que eles ainda são bem jovens, mas não se esqueça que muitas bandas começam assim... e de repente estão por aí para todo mundo ouvir. 

O outro tópico, que apareceu no domingo é... a Courtney Love. Provavelmente você deve conhecê-la. Ou pelo fato de ter sido esposa do Kurt Cobain, do Nirvana, ou pelo fato de ter - supostamente - assassinado o Kurt, ou pelo fato de não ser uma boa mãe para Frances, ou então pelo fato de ser vocalista do Hole. A banda foi formada em 1989 pela Courtney e pelo Eric - antigo guitarrista -, mas encerrada em 2002. Felizmente, depois de altos e baixos, em 2009, a banda retornou aos palcos. 
Quando eu soube que eles iam tocar no Festival SWU, eu fiquei super feliz. Infelizmente, o show não foi passado na tevê - e se foi, eu não vi, de qualquer modo. Depois, eu fiquei sabendo que ela levantou a blusa para o público. Mas esse é só o jeito da Courtney sendo Courtney. Eu gosto dela justamente por ela ser louca. A entrevista que ela deu pra o Fantástico foi hilária. Ela é drogada, mesmo não estando drogada. Ou talvez estivesse drogada naquela hora, nunca se sabe. 
Meus pais a detestam, do mesmo modo como detestam o Kurt Cobain. Além de eu achar isso injusto, é muito hipócrita. Porque, tipo, não acho as pessoas devam se influenciar pelo fato de seus ídolos serem humanos na vida privada. Então, só porque ela é drogada não tenho o direito de gostar de suas músicas? Em que mundo isso faz sentido? É a mesma coisa que a minha tia faz em relação à minha prima de nove anos, deixando-a ouvir Hannah Montana, mas impedindo-a de gostar da Miley. A Miley é só uma pessoa, gente. Deixe-na com a sálvia. 
Para concluir o post, deixo-os com a minha música preferida do Hole, Celebrity Skin. 


Uau, escrevi uma bíblia. Eu pretendia ainda fazer a resenha do livro Tamanho Não Importa, mas estou cansada demais para fazer isso agora. Então, deixo para amanhã, ok? Ninguém se importa mesmo, então tá.

Beijos e boa noite a todos ;)

Nina

15 de novembro de 2011

#No Escurinho do Cinema...

Hey, todo mundo, como vão? 

A coluna No Escurinho do Cinema... vai ser com a Britt Robertson! Eu virei fã dela depois de vê-la trabalhando no filme Avalon High (adaptação do livro de Meg Cabot cujo título leva o mesmo nome), e acho que ela é uma atriz que não tem tanto renome assim, e acho que ela merece os holofotes. 



Britt tem uma beleza fofa, o que não me faz pensar que ela tenha 21 anos. Além de ser linda, ela é uma ótima atriz (pelo menos de acordo comigo). Apesar de ter detestado o filme Avalon High, Birtt me chamou a atenção. 

Nome Completo: Brittany "Britt" Leanna Robertson
Data de Nascimento: 18 de Abril de 1990
Origem: Americana

Pesquisando sobre Britt, percebi que ela tem um vasto currículo, tanto em filmes, quanto em séries (fazendo pequenas e grandes participações). 



Mais conhecida pelo papel de Cara Burns no filme Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada (de 2007), também interpretou Samantha na série Swingtown (exibida durante o verão de 2008), Trixie Stone no filme O Décimo Círculo, do best-seller de mesmo título e Verdade Ou Consquência (como uma líder de torcida envolvida em um mistério). Estrelou como personagem principal no seriado Life Unexpected e no filme Avalon High. Atualmente está interpretando Cassie Blake, em The Secret CircleJá apareceu em séries como CSI, Law & Order SVU e Law & Order:Criminal Intent. Está nos filmes The Family Three e Pânico 4

Curiosidades:
1. Já recebeu várias propostas para trabalhar em Crepúsculo
2. Começou a carreira participando de peças de teatro. 

Se você gostou da fofa da Britt, me conte ;)

Nina

#Selinho;

Só passando aqui de novo para compartilhar o selinho que recebi da irmã da Carol, do Sonhos e Aventuras!

                                             

Eu achei uma graça, porque faz pouco tempo que sigo o blog divo dela. Além do mais, eu gamei no "Nina gracinha" dela. Você também é uma gracinha, Gabi ;)

Agora vamos às indicações de blogs:

Brincar de Crescer - da minha fãzona do FEB, a Sáh. 
Caixa-a-a - da fofa da Carol. 
Only My Books - da minha amiga e parceira Ciça
Polchasa - da minha irmã de aventuras conversas matinais, Jessi
Leia Comigo? - da minha mermã e xará Nina
Meninas e seus Livros - da mega fofa da Gabi
Eu Acho Que... - do blog fofíssimo da Nara

Essa gente é mara *-* vale a pena visitar esses blogs *-* Só não mando de novo para a Gabi, porque ficaria, hm, estranho, né? Além do mais, eu já recomendei o blog dela neste post.

Obrigada mais uma vez, Gabi! *-* 

Nina

14 de novembro de 2011

#Vamos Ler?;

Ooi, todo mundo! Sei que semana passada só o vento passou por aqui, mas eu não desanimo! Afinal, é por isso que estou cedendo um pouco do meu tempo livre para me dedicar mais a esse espaço. 

Bem, a resenha dessa semana é sobre o livro Sedução, da Nicole Jordan, que o li faz quase dois meses, acho. Não escrevi a resenha aqui na época porque logo peguei outros livros para ler e não tive tempo ou paciência. Eu sei, eu não deveria deixar a preguiça me comandar, mas prometo que não vai mais acontecer '-'

Autora: Nicole Jordan
Editora: Essência
Páginas: 335
Sinopse: Lord Damien Sinclair dedica todo seu tempo a seu próprio prazer, ou seja, jogos e mulheres. Mas essa rotina muda quando sua irmã Olivia sofre um acidente em uma situação comprometedora, que pode deixar sua reputação abalada. Damien jura vingança contra Aubrey, o nobre que teria causado mal a Olivia, mas não esperava encontrar um obstáculo tão sedutor - Vanessa Wyndham, a irmã do rapaz. Ela se oferece para cuidar de Olivia, que perdeu os movimentos das pernas e está presa à cama. Damien aceita, com uma escandalosa condição - Vanessa também teria de ser sua amante.

Resenha: Lorde Damien Sinclair era um libertino convicto conhecido pela alta sociedade londrina como Lorde Sin - "Senhor do Pecado" - e famoso por viver em um mundo de depravação e luxúria. Um homem desprovido de remorsos ou arrependimentos, que conduz sua vida de forma desregrada e sem limites morais. O que lhe falta em caráter, sobra em beleza, sensualidade, e sarcasmo. Damien só se preocupou com o próprio prazer e a com a satisfação de seus desejo até que sua irmã, Olívia, caiu nas garras de um conquistador. Além da decepção amorosa, Olívia saiu dessa relação com sua reputação completamente abalada, e pior, como uma inválida após um acidente. Aubrey Trent foi o homem que a seduziu, manchou sua honra e a deixou arruinada física e emocionalmente.
Agora, Damien direciona todos seus esforços à vingança. Seu único objetivo é destruir Aubrey e fazê-lo se arrepender pela desonra que cometeu contra Olívia. Sua vingança foi executada com sucesso. Damien comprou as dívidas de jogo de Aubrey e arquitetou sua falência financeira.
Vanessa Wyndham, irmã de Aubrey, se recusa a deixar sua mãe e irmãs desamparadas pelo erro de seu insensato irmão. Ela está chocada com o comportamento de Aubrey, mas está disposta a implorar a Damien que reconsidere sua desforra. Damien se propôs a perdoar a dividida de Aubrey, mas para tanto, Vanessa deveria se tornar sua amante durante a temporada.
Vanessa era uma jovem viúva, mas nunca desfrutou dos prazeres que um homem poderia dar a uma mulher. Ela era inexperiente e sentia certa repulsa pelo ato sexual. Como poderia desempenhar o papel de amante? Seu desejo era recusar aquela proposta, mas ela não podia se dar ao luxo de jogar com o futuro de sua família. Porém, os fatos pouco descobertos de Vanessa desperta ainda mais o interesse de Damien, que deseja excitá-la e lhe ensinar os segredos da arte do amor. Ele não imaginava que a delicadeza, determinação e impetuosidade de Vanessa pudessem ser tão atraentes
Cética, Vanessa aceita os termos de Damien, mas deixa claro que é provável que ele se arrependa, pois ela não possui vocação, nem o vigor, para a tarefa a qual foi sucumbida. Mas o que Vanessa não imaginava, era que Damien não estava convencido de sua frigidez. Ele estava convencido e determinado a fazer aflorar os sentimentos mais íntimos de Vanessa, conduzindo-a, assim, por uma caminho de prazer, sedução e paixão. 
Os personagens são descritos com intensidade, nenhuma ação ou comportamento é desmotivado, e ao longo do livro vamos conhecendo os sentimentos, as limitações e o amadurecimento emocional de cada um deles.

Por que ler?
O enredo é bem construído, os relacionamentos são complexos e verossímeis. Tanto o envolvimento romântico, como a relação e o convívio familiar dos personagens são bem explorados. Nicole Jordan narra a história de forma envolvente, com uma escrita elegante que cativa e prende o leitor até o desfecho. Fica completamente empatado com os livros adultos da Meg Cabot. 

Por hoje é só. Quem ficou com vontade de ler, ou leu e não gostou, comente ;) 

Nina

13 de novembro de 2011

#Feira do Livro;

Boa noite, pessoal! Olha eu aqui, de novo.

Então, hoje eu fui à Feira do Livro. Desde que me mudei para o Sul, eu vou à Feira, já faz dez anos. É a maior Feira do Livro à céu aberto da America Latina (pelo menos de acordo com o meu imrão). Hoje estava um pouco menos tumultuado, por conta do feriado, e menos calor, entretanto, tenho que dizer que não consegui achar todos os livros que procurava.

1. Halo
(É presente para a Ciça - mas ela já sabe. Eu tenho um exemplar em casa, mas ele está meio feinho, então resolvi comprar outro novinho para ela *-*)

2. A Vidente

3. A Sensitiva

4. A Intuitiva
(Nem acredito que achei a série inteira de uma vez *-* Achei super bonitinho as fitinhas que fecham os livros)

5. Tamanho não importa.
(Eu nem sabia que tinham lançado esse livro, fiquei super animada)

Não consegui achar Paixão, Drogas e Rock and Roll (que é presente para a Jessi), nem Perdida.

Bem, só queria dividir isso com vocês ;) Beijos.

Nina