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#Don't Stop The Music;

by - novembro 17, 2011

Oooi, pessoal!

Juro que estou desde a semana passada pensando em uma forma de fazer esta coluna e acabei de descobrir uma maneira de fazê-la. É realmente engraçado o fato de que ninguém lê isso daqui - ou pelo menos não comenta -, justamente quando estou empolgada com a coisa toda. Mas eu acredito que uma hora isso vai dar certo. Vai mesmo.

Tenho dois tópicos para abordar aqui, hoje. Um me veio à cabeça no domingo, após uma entrevista do Fantástico - e para quem acha que o Fantástico é perda de tempo... mano, vai assistir o Fantástico -, e outro acabei de achar, assistindo nada mais, nada menos do que a Disney. Sei que muitos - ou todo mundo - irão discordar, mas a Disney também é cultura, gente. Pelo menos, descobri isso hoje. Quem lê meu blog desde o começo sabe que eu adoro a Disney. E não é por causa do Mickey. É por causa das meninas de lá: a Miley, a Selena e a Demi. Pode parecer estranho, mas eu realmente gosto delas. Pelo menos das personagens que elas interpretam.
Vocês provavelmente não sabem - mas eu sei, e talvez a Dai também saiba, que lê isso daqui de vez em quando (por quê, eu não faço ideia) -, mas depois que aconteceu o Drama Demi, a Demi saiu do seriado Sunny Entre Estrelas, e claro que sem a Sunny, o programa ficaria bizarro, então mudaram o nome. Agora é apenas Sem Sentido - que era o nome do seriado do qual a Sunny fazia parte -, e cada episódio é pontuado por bandas e cantores convidados. Já vi o chatinho do Cody Simpson lá. E hoje eu estava sem nada para fazer e resolvi ver um pouquinho do episódio de hoje - não faço isso com frequência, porque a Demi saiu e tal - e me deparei com outra banda lá no palco.

A banda em questão é o Kicking Daisies. Confesso que a única coisa que me chamou a atenção foi a menina do cabelo colorido, porque... eu gosto de pessoas coloridas - um fato comprovado e incontestável, facilmente percebido pelo fato de eu amar a Hayley Williams, do Paramore, e criar personagens também de cabelos coloridos.
Depois que o episódio acabou eu voei pra cá, para pesquisar sobre a banda. Não há muitos registros deles na internet, o que é meio frustrante. Dá para saber mais sobre cada integrante e sobre a banda no site oficial deles. Pelo o que li, a banda é inspirada por bandas como Led Zeppelin, Paramore - por que não estou surpresa? - e Stone Temple Pilots. São ditos como "pequenos prodígios", mas apenas são músicos, compositores e intérpretes, independentemente da idade. 
Quem comanda a banda é o vocalista Duran, de 14 anos. Ele tem carisma e potencial. Não é como todo garoto de 14 anos. Na guitarra há Ben, de 12 anos. Esquisito? Talvez apenas precoce. Ele tem uma presença de palco impressionante. Como todas as grandes bandas, o ritmo que fornece a coesão das músicas está nas mãos de Caitlin, a baterista de 16 anos, e irmã da baixista Carly, que fornece toda a solidez das músicas, a segunda voz e a destreza do piano. 
A banda claramente mistura música do passado com música da atualidade e serão - se Deus permitir - uma grande banda, estruturando novos caminhos para o planeta fonográfico. 
Achei engraçado o nome da banda, Kicking Daisies. É pior do que... sei lá, Green Day ou Tokio Hotel. 
Sinceramente, eles soam como Hey Monday. Eu disse Hey Monday, produção, é isso? É, é isso. Mas eles são divertidinhos. Personalidade eles têm. 
A música que eles tocaram no Sem Sentido foi Keeping Secrets. Um acústico que gostei foi Dangerous
E aí? Curtiu? Sei que eles ainda são bem jovens, mas não se esqueça que muitas bandas começam assim... e de repente estão por aí para todo mundo ouvir. 

O outro tópico, que apareceu no domingo é... a Courtney Love. Provavelmente você deve conhecê-la. Ou pelo fato de ter sido esposa do Kurt Cobain, do Nirvana, ou pelo fato de ter - supostamente - assassinado o Kurt, ou pelo fato de não ser uma boa mãe para Frances, ou então pelo fato de ser vocalista do Hole. A banda foi formada em 1989 pela Courtney e pelo Eric - antigo guitarrista -, mas encerrada em 2002. Felizmente, depois de altos e baixos, em 2009, a banda retornou aos palcos. 
Quando eu soube que eles iam tocar no Festival SWU, eu fiquei super feliz. Infelizmente, o show não foi passado na tevê - e se foi, eu não vi, de qualquer modo. Depois, eu fiquei sabendo que ela levantou a blusa para o público. Mas esse é só o jeito da Courtney sendo Courtney. Eu gosto dela justamente por ela ser louca. A entrevista que ela deu pra o Fantástico foi hilária. Ela é drogada, mesmo não estando drogada. Ou talvez estivesse drogada naquela hora, nunca se sabe. 
Meus pais a detestam, do mesmo modo como detestam o Kurt Cobain. Além de eu achar isso injusto, é muito hipócrita. Porque, tipo, não acho as pessoas devam se influenciar pelo fato de seus ídolos serem humanos na vida privada. Então, só porque ela é drogada não tenho o direito de gostar de suas músicas? Em que mundo isso faz sentido? É a mesma coisa que a minha tia faz em relação à minha prima de nove anos, deixando-a ouvir Hannah Montana, mas impedindo-a de gostar da Miley. A Miley é só uma pessoa, gente. Deixe-na com a sálvia. 
Para concluir o post, deixo-os com a minha música preferida do Hole, Celebrity Skin. 


Uau, escrevi uma bíblia. Eu pretendia ainda fazer a resenha do livro Tamanho Não Importa, mas estou cansada demais para fazer isso agora. Então, deixo para amanhã, ok? Ninguém se importa mesmo, então tá.

Beijos e boa noite a todos ;)

Nina

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