27 de abril de 2012

#Meu novo cabelo e Músicas de THG

Alô, sweethearts! Como vão? Tudo certinho?

Então... era para eu ter postado esse post (?) na terça-feira, que foi o dia que eu mudei de visual, mas resolvi escrever o texto abaixo e acabei não tendo tempo para falar sobre meu cabelo, posteriormente. Mas depois de muitas fotos batidas, aqui estou eu criando coragem para mostrar a vocês a nova "eu". Tenho que dizer que eu já queria cortar meu cabelo desde ano passado, mas todo mundo meio que me desmotivava e prolonguei demais a espera; porém minha mãe arrumou um novo cabeleireiro que fez maravilhas com o cabelo dela e eu como a boa filha que sou q fiquei no pé dela para ela marcar um horário para mim com ele. E voilà, em menos de duas horas eu estava em nova pessoa *-* Fiz bem mais mechas do que da primeira vez e cortei MUITO meu cabelo! Confiram: 

Antes:



 Depois (com escova):


 Depois (sem escova):

Ignorem o fato de que não sei tirar fotos, por favor! Mas fora isso, eu estou me sentindo muito bem, sério. É incrível o que um corte de cabelo novo faz com uma pessoa! Quer mudar? Mude o cabelo, com certeza! Quando me vi no espelho pela primeira vez mal me reconheci, sério! E aí, o que acharam?

The Hunger Games Zone: 

Eu tinha dito que o assunto THG não iria parar só porque o filme já tinha estreado (e até mesmo já saído de cartaz u.u), né? Então aqui está a prova! Eu estou há mais ou menos uma semana somente ouvindo as mesmas músicas. Eu sou do tipo que quando amo uma canção ouço-a 829483 vezes por dia, haha. E as três são da trilha sonora de The Hunger Games - uma, aliás, faz parte da trilha sonora instrumental. Clique nos nomes das músicas para ouvi-las ;)

1. Love and Hate - Santiago Laserna feat. Beba Cerpedes 

2. Abraham's Daughter - Arcade Fire

3. The Cave - Oscar Byor

Quem quiser escutar a música oficial do filme, Deep Shadow, e Horn of Plenty, também valem muito a pena! Confiram ;) 

Eu iria fazer um "recomendo" de uma banda que acabei de conhecer através do blog da Ágatha, o Tudo Tem Refrão, mas deixo para outro dia, ok? Espero que tenham curtido as músicas e meu cabelo, haha! Até a próxima, meninas! 


Com todo coração, 
Nina. 

24 de abril de 2012

#Inspire-se

Às vezes a vida simplesmente dá uma guinada diferente. Ela prospera de um modo que você não poderia imaginar. Você conhece pessoas novas; faz amizade com elas e isso acaba sendo um suporte muito bom para o objetivo de seus dias. Você pode ganhar uma bolsa de estudo em outro país - alô, Carol -, pode se inspirar para uma nova história e achar que com ela finalmente você está chegando a algum lugar. Você pode ter novos motivos para sorrir. De repente levantar-se cedo e partir para algum lugar não parece mais cansativo; você aguarda ansiosamente o despertador soar. Você começa a pensar que agora encontrou um caminho seguro para se deixar levar; tudo parece ao seu alcance, e você se deixa viver. 
Encontrar motivos para viver é o que me motiva. Passei um ano realmente horroroso ano passado; sentir-se sozinha é quase tão pior do que aceitar que é sozinha. Mas consegui mudar isso. Não comecei a ser quem não sou, mas encontrei pessoas que têm muito de mim, o que ocasionou uma relação de afetividade bastante nítida. A amizade é importante em muitos diferentes tipos de níveis. Se não conseguíssemos nos relacionar com outras pessoas, provavelmente ainda estaríamos fazendo fogo com pauzinhos. A gente entra na vida das pessoas e deseja ficar ali para sempre. Você não quer perdê-la, porque ela é importante. Ela pode não ser completamente compatível com você, mas você não consegue se desvencilhar dela. A relação entre vocês é necessária. 
Mas há sempre as pessoas que tentarão te colocar para baixo. Vão dizer que você não é bom suficiente, que não merece o que tem, e que não vai muito longe. Elas dizem coisas assim porque, às vezes, mal estão cuidando de suas próprias vidas. E daí que você está escrevendo sobre algo inspirado em uma coisa que você gosta muito? E daí se a temática é parecida? Quer dizer, sempre existe o grande impulsor de algo; o centro de tudo. Aquela pessoa que motivou milhares de seguidores. Mas isso não significa que eu esteja fazendo uma bobagem. A história ainda é minha. A trama é minha. O que você tem a ver com isso se julga antes de conhecer? 
Eu sempre acreditei que não existem livros pequenos ou que não valessem a pena. Porque sempre vai ter um que vai mudar a sua vida, seja apenas por um detalhe que somente você entendeu. Ele vai ter um significado para você. Além do mais, se você deixar de realizar as coisas que gosta só porque pensa que outro alguém pode roubar seu lugar... minha cara, o mar tem muitos peixes. Acha mesmo que todos eles comem a mesma coisa? Do mesmo modo como você tem que continuar na sua empreitada, porque esse trabalho é só seu. Você pode achar que ele não vai fazer diferença para o mundo ou para alguém, mas sempre há uma pessoa que vai enxergar aquela coisinha minúscula que você quis ensinar. Aquela coisinha minúscula que foi a base do todo o seu trabalho. 
Não devemos desistir de nossos sonhos, porque nunca sabemos o que encontremos na próxima esquina. Você pode se tornar um ícone de uma geração - olá, tia Jo -, pode revolucionar as coisas como todo mundo conhece - olá, Steve Jobs -, pode ganhar dinheiro fazendo o que mais gosta - olá, Meg. Se é difícil? Sim, é quase impossível. Mas quase impossível não quer dizer que você nunca vai conseguir. Apenas significa que você tem que escalar todas as montanhas que obstruírem seu caminho. E uma hora você vai enxergar o outro lado do vale e vai pensar: Eu consegui. 
Apenas tente. Tentar é a chave de tudo. 
"Tudo o que você fizer na vida será insignificante, mas é muito importante que você o faça, porque ninguém mais vai fazer"

E aí? O que te motiva a sorrir e não desistir? 

Com todo coração, 
Nina.

18 de abril de 2012

#Resenha do Livro: Em Chamas - Suzanne Collins

Haha. Eu estou sempre atrasada com as resenhas, né? Mas hoje criei coragem para escrever a de Em Chamas. É que meu problema é exatamente o que eu escrevi na resenha do filme Jogos Vorazes: quando gosto de uma história, a resenha ou sai muito boa ou muito ruim. E no caso da trilogia de Jogos Vorazes eu sempre fico remando para encontrar a maneira certa de escrever as resenhas. Acho que porque cada livro tem uma peculiaridade que me atingiu de formas diferentes, sem contar que não sou muito boa nessa coisa de escrever resenhas '-' Mas vamos lá. Podem me xingar depois, se não gostarem dessa resenha, haha. 


Título Original: Catching Fire
Autora: Suzanne Collins
Editora: Rocco Jovens Leitores
Páginas: 413
Gênero: ficção científica/mundo distópico/ aventura

Após vencerem a 74ª edição dos Jogos Vorazes, meses depois, já instalados na Aldeia dos Vitóriosos, Katniss e Peeta se vêem mais uma vez obrigados a fazerem parte da história dos Jogos. Antes de embarcarem na Turnê da Vitória, Presidente Snow visita Katniss e a alerta sobre os levantes nos distritos, tudo por causa da afronta dela nos Jogos. Para tentar amenizar as revoltas, Snow propõe a ela que convença a todos que foi por amor que tentou ameaçar a Capital, não para se rebelar. Peeta, então, a pede em casamento, numa tentativa de persuasão a todos, mas as revoltas não param. Katniss sugere uma fuga, mas acaba esperando demais, ocasionando uma consequência irreparável: Snow manipula o Massacre Quaternário (espécie de edição especial dos Jogos Vorazes) para tornar a colocar todos os vencedores dos Jogos mais uma vez na arena, para mostrar que até mesmo os mais fortes dentre eles não podem com a Capital. Mais uma vez, Katniss e Peeta se veem praticamente sem saída e têm que se unir à outros tributos para a sobrevivência. 

Eu sinceramente não posso dar mais detalhes, porque caso contrário estaria dando-lhe spoilers demais. Se por um lado, o primeiro volume da trilogia me fez quase não continuar a ler os outros livros posteriores, Em Chamas me fez quase ter uma embolia de tanta ansiedade para ler A Esperança. Sério, considero o segundo livro o melhor de todos. Tudo bem que a Katniss me irritou profundamente em algumas partes - como é de costume; verdade, ela é a única heroína que conseguiu me tirar do sério; nem o Harry era tão besta quanto a Katniss -, porém, insisto em afirmar que ela é uma das minhas heroínas preferidas. Ela tem determinação e senso de compaixão esplendorosos. O caráter dela é algo que adoro muito. E adoro também o gênio dela, apesar de às vezes ser muito fria com as pessoas. Mas claro que isso só é o reflexo da vida miserável que sempre teve. Fiquei frustrada no final, por causa dos acontecimentos que se desenrolam, mas isso só me deixou ainda mais curiosa para ler A Esperança! Se você já leu Jogos Vorazes, TEM DE ler Em Chamas, really. 

Ok, essa resenha não ficou à altura do meu sentimento por este livro, não mesmo. Mas não serei capaz de fazer outra diferente e já sei que estou enrolando vocês há um tempão... então melhor isso do que nada, né? Espero que gostem! COMENTEM!

Com todo coração, 
Nina. 

13 de abril de 2012

#Mockingjay Pin

Noooossa, faz quase uma semana que não venho aqui, que horror! D: Mas, gente, posso explicar. Essa semana mal tive tempo de ligar o pc, porque o cursinho está me matando de sono e de tanto fazer exercícios; sem contar que tenho curso de inglês nas tardes de segunda e quinta, o que dá mais vontade ainda de cair na cama e não levantar mais u.u

Mas aqui estou eu, com uma notícia pessoal besta interessante :D EU GANHEI UM BROCHE DE TORDO *-* A Jessi roubou comprou o broche para mim em Curitiba e me mandou! *-* Fiquei realmente feliz pelo objeto ser tão parecido com o do filme! Ele é muito bonitinho, sejam só: 


No pacotinho veio esse papelzinho que eu nem joguei fora; colei na parede, haha o/

Minha bolsa de sair .-.

Minha bolsa de aulas. Não dá pra ver muito bem, mas o broche tá ali :B

O que acharam do broche? Vocês ganharam/compraram também algum? 

Com todo coração, 
Nina.

7 de abril de 2012

#Just Close Your Eyes



Eu escrevo. 
Não faço isso porque acho que nasci com um grande dom. Não faço isso porque acho que, finalmente, encontrei alguma coisa boa para fazer no meu tempo livre. Faço isso porque preciso. Não sou boa para falar. Não sou boa para dizer às pessoas o que elas têm de fazer. Guardo tudo comigo. Sou calada demais. Sou quieta demais. Sou indiferente demais. E é por isso que escrevo: coloco tudo o que está dentro de mim nas páginas de um livro, ou de uma fic. Ou, até mesmo, aqui. Sei que já faz um tempo que não escrevo coisas "minhas" aqui, sinto falta. Porque foi exclusivamente por querer colocar meus sentimentos para fora que criei este blog. Às vezes represar sentimentos não é bom. Você sofre. E pior: sofre calada, porque não consegue encontrar alguém para dividir seus problemas. 

Todo começo de ano eu prometo: vou ser mais espontânea. Vou ser menos calada. Acontece? Não, não acontece. Talvez, não por falta de vontade, mas porque é assim que sou. Você não consegue mudar completamente quem é. Você pode mudar suas roupas; pode se maquiar melhor; pode adquirir coisas que te façam diferente. Mas tudo isso não muda quem você é. Quem você é vai para sempre ficar com você. E, não, você não deveria mudar quem é só porque entrou na faculdade, ou porque "precisa" entrar para o grupinho mais legal da turma. Você tem que aprender que ninguém deve te mudar. E você não deve se desculpar por ser do modo como é. As pessoas têm que habituar a você, têm que aceitar que você é calada e pronto. Têm que aceitar que você gosta de se vestir de preto. Têm que aceitar que você não vive sem seu all star preferido. Têm que aceitar que você se apega a personagens de livros que, não, não existem, mas que você sente como se eles fossem reais. 

Você nasce, começa a andar e aprende coisas novas. Até que, então, você se depara com aquela ponte que diz: Atravesse, ou morra engolido pelo mar logo abaixo. 

É essa ponte que separa quem você quer ser e o que a sociedade pode fazer com você. 
A grande questão é: aonde sua vida está te levando? 
Você acha que vai ser feliz daqui uns anos?
Você acha que vai conseguir aquele emprego que tanto sonhou?
Você acha que vai acordar e seus problemas terão desaparecido?
Você acha que não tem mais ninguém numa situação como a sua? 
Muitas vezes nós só enxergamos a nós mesmos. Como nós podemos realizar isso, como podemos fazer aquilo, como poderemos ser felizes. 
Mas e os outros? Você pensa neles? Você se pergunta o que vai acontecer com fulano se você fizer tal coisa? O que vai acontecer se você não ama mais a pessoa que deveria amar? O que vai acontecer se você descobrir que viveu numa grande mentira? O que vai acontecer se você descobrir que odeia uma pessoa que deveria amar? 
Parece o certo. Parece que você está fazendo o que mais quer. Mas e para as outras pessoas? O seu certo pode ser o seu grande erro para os que estão à sua volta. 
Às vezes quero largar tudo. Quero deixar as coisas pela metade. Quero dizer que não dou a mínima. Mas vai adiantar? Meus problemas vão desaparecer? É, não vão. 
As respostas estão cada vez mais distantes, né? Parece que você não vai aguentar. E eu estou realmente desistindo facilmente. Das pessoas, das atividades, da rotina. Parece que tudo está desmoronando mais depressa. 
E é por isso que não quero deixar de ser quem sou. Ser quem sou parece a única coisa certa em minha vida. 


She wanders all alone 
This is all, she's ever really known 
A stranger in her skin nothing more, it's all she's ever been 
She spills these words across the page 
It helps to ease the pain 
and she cries
- All She Wrote, Ross Copperman. 


Eaí? Para onde a sua vida está te levando? 

Com todo coração, 

Nina. 

6 de abril de 2012

#Ela só quer te fazer feliz

Não é "apenas" uma garota. É "a" garota. Não é "apenas" um sentimento. É "o" sentimento. Não é "apenas" uma amiga. É "a" amiga.
Tudo começa devagar e desconexo. Você não sabe o que pensar a princípio, não sabe para onde isso vai te puxar. Você só espera que isso dure, que isso faça de você uma pessoa melhor. Você espera que possa aprender sobre cultivar emoções boas com isso que começou. Muitas vezes você pode achar que vai dar errado. Tem tudo para dar errado, não? A distância, a pouca frequência que vocês se falam, as tarefas diárias que lhes impedem. Mas, então, o pequeno botãozinho germina forte e destemido: ele quer certificar que todos tenham essa "coisa" de modo alegre tanto quanto vocês. O broto parece sorrir sempre que aquele sentimento aquece os corações. Ele sabe por que está ali. Ele só deseja que a felicidade desabroche entre vocês; deseja que a isso dure para sempre, para depois estar em todas as lembranças possíveis. Nas boas e, sim, nas ruins. Memórias boas só valem a pena se houver as ruins. Em momentos de desalento é que percebemos quão felizes somos, quão sortudos somos. Temos o mundo nas mãos. Temos esse sentimento que nos faz perceber que, sim, a vida vale a pena. 
Sabe aquela pessoa que chega de mansinho, quase que despretensiosa? Ela realmente não quer nada em troca. Ela só quer te fazer feliz. Ela, depois de chegar silenciosamente, vai ficando. Ela fica tanto em sua vida que você se pergunta como é que pôde viver tanto tempo sem ela. Você se pergunta retoricamente: como era minha vida antes? Você não se lembra, porque a felicidade está tão exposta nesse exato momento que tudo te remete a ela. Não interessa se ela está na sua vida há um mês ou há um ano, ela é importante para você. 
Costumo dizer que um bom livro muda a sua vida. Você começa a pensar diferente, muda suas atitudes e pensamentos. É assim com pessoas também. Elas mudam a sua vida. Você percebe que não era nada - ou quase nada - antes de tal pessoa. E pela primeira vez na vida você vê que tem um porquê. Você sabe por que continuar, você entende que tem alguém que vai estar lá por você. Quer saber? Isso é raro. São poucas pessoas que fazem isso conosco. Não é simples encontrar uma pessoa incrível, que faz de você alguém melhor. Alguém que você tem orgulho
Ela chega e consegue ganhar seu coração com uma facilidade assustadora. Depois de um tempo, você não consegue mais viver sem seu jeito carinhoso, sem o modo como ela te faz amada. 
Não acho que o importante é fazer amigos. Amigos você encontra em qualquer lugar - no ônibus, na padaria, na escola, na lanchonete. Trata-se se escolher bem seus amigos. Escolher amigos não é apenas analisar sua aparência, o modo como eles falam, o modo como eles tratam os outros. Não. Você tem que pensar no pior. Sabe o pior defeito que você pode imaginar em alguém? Imagine nos seus amigos. Ora, defeitos é o que não falta, certo? Mas então você percebe que esses defeitos não lhe fazem diferença. Você a ama mesmo com os defeitos. Você percebe que ela não seria ela sem aqueles defeitos. Percebe que, algumas vezes, esses defeitos são mais apreciáveis do que suas qualidades que todos conhecem. E é assim que você percebe que ela é sua amiga; talvez uma das suas melhores amigas. 
Você sabe como agir nos defeitos dela;
Você sabe o que lhe dizer quando ela perde a cabeça;
Você sabe exatamente o tipo de coisa que ela detesta ouvir, mas você o diz, porque ela sabe você se preocupa com ela;
Você sabe como arrancar um sorriso dela, mesmo quando ela acha que tudo está perdido; 
E, especialmente, você sabe ela é doida - um tipo de doida que te faz rir até perder o ar -, mas não faz questão de repreendê-la, porque você aprendeu que a amizade de vocês não teria graça se ela fosse normal demais. 


E é aqui que eu paro, olho para as paredes e penso: aonde tudo isso vai me levar? 
Vocês entenderam alguma palavra que eu escrevi? Vocês entendem que essa relação é tão profunda - diria até mesmo tão pura - que não há como eu explicar? Eu poderia ficar aqui a noite inteira. Poderia escrever poemas e dedicar textos reflexivos até cair no sono e, ainda assim, eles não chegariam perto do que estou realmente tentando colocar aqui. Esse sentimento é tão emaranhado, tão complexo, que nem os maiores poetas conseguiram traduzi-lo para um modo mais simples. 
Amizade. Ela parece frágil, às vezes até mesmo fútil. Há quem pense que não faria diferença ter ou não amigos. Meu caro, vou te dizer: viva sem amigos e não terá vida. Não terá momentos de plena alegria, não terá gargalhadas na madrugada, não terá conversas malucas, não terá orgulho de outra pessoa. Sua vida será um vazio. Sempre faltará algo em você. Sim, em você. Ninguém é completo sozinho. Ninguém é feliz se não pode compartilhar novidades, se não pode dividir risadas. A amizade é justamente o sentimento que nos coloca no lugar. Sozinhos, estaríamos perdidos em algum lugar há séculos atrás. Sem a amizade, você não teria coragem nem de levantar da sua cama. 
Então, por favor, da próxima vez que vir seus amigos, abrace-os. Não diga apenas "E aí, cara?". Esse cara quer que você o abrace, por mais que você ache que não. Abraços: eles fazem as relações valerem a pena. Abrace seu amigo, porque ele merece. Abrace-o, porque eu, aqui em Porto Alegre, a 472826483 quilômetros de distância de Uberlândia, não poderei abraçar uma das minhas melhores amigas. Queria apertá-la e agradecê-la por ser quem é, agradecê-la por saber o quanto é importante para mim e agradecê-la por ser minha amiga. 


Carol, você é abençoada. Você é uma menina especial. Você é aquela pessoa que todos têm orgulho. Sabe por quê? Porque você não tem medo ou vergonha de ser quem é; você é feliz, você é sarcástica, você é doce. Sabe quando percebemos que uma pessoa é importante para nós? Quando nós vemos que há muito desta pessoa em nós; há muito de você em mim. Você é encantadora. Você é única, como este post. Minhas palavras aqui nunca mais se repetirão, porque elas são unicamente para você. 
Posso dizer com toda a certeza do mundo que quero ser sua amiga para sempre. Podemos nunca nos conhecer pessoalmente, mas acho que é a distância que nos faz unidas. Nosso sentimento é mais forte, porque temos que batalhar para continuarmos amigas. E nenhuma de nós desistiu até agora. Espero que nunca venhamos a desistir, porque nossa amizade é maravilhosa; tenho muito orgulho dela. Tenho muito orgulho de você. Feliz aniversário atrasado, minha querida! Amo você bem mais do que você pode imaginar!

Com todo coração,
Nina.

1 de abril de 2012

#Resenha do Filme: Jogos Vorazes

~le inspirando profundamente para ter coragem de começar a escrever~

Hellows, sweethearts! *-*

Vocês não têm ideia! Desde dia 24 que estou tentando escrever essa resenha. Já vi o filme três vezes e até agora não faço a mínima ideia do que escrever neste post! Estranho, não? Acho que estou com dificuldades porque a cada dia leio uma nova resenha ou tenho uma percepção diferente da cena tal. É incrível como eu mudo rápido de opinião! Mas ok, juro que não vou enrolar vocês...

ATENÇÃO: ESTA RESENHA CONTÉM SPOILERS! 






Título Original: The Hunger Games
Direção: Gary Ross
Duração: 2 h e 22 min
Ano: 2012
Gênero: ficção cientifica, mundo distópico. 
Nota: * * * *








Tenho que admitir que o filme foi o mais fiel possível ao livro. As cenas mais importantes - aquelas que nós verdadeiramente ansiamos ou que são pontos cruciais à história - estão presentes no filme, que, muitas vezes, é um prolongamento do livro. Neste, há somente a percepção de Katniss, enquanto no filme, podemos visualizar outros pontos de vista. No filme é introduzido a sala dos Idealizadores dos Jogos, uma coisa que, no livro, fica limitado somente na imaginação de Katniss, por exemplo.


É com uma história que mescla luta pela sobrevivência e reality show, que Jogos Vorazes ganha a atenção do público. Katniss Everdeen é uma garota de dezesseis anos que sustenta a família, caçando. Ela é exatamente como toda heroína que gostamos: destemida, corajosa e até um pouco amável. Porém, sua vida muda completamente, quando, na Colheita, tem que se candidatar como tributo para salvar sua irmã, Prim. Katniss se vê obrigada a colocar em prática tudo o que sabe sobre sobrevivência para sair da arena dos Jogos Vorazes como uma vencedora. 

Num mundo onde só se ouve falar sobre lobos, magia e vampiros, Jogos Vorazes tem seu destaque merecido, pois ele trata de algo verdadeiro. Algo que nos é próximo. Você pode interpretar a Capital e os Distritos como quiser. Mundo desenvolvido contra países explorados, opressores contra oprimidos. Acho que a história tem uma mensagem muito mais profunda; nos faz refletir perante a tudo o que estamos acostumados. O enredo distópico pode muito bem ser o nosso iminente futuro: guerras exterminam grande parte da população, e os remanescentes se vêem obrigados a sobreviver de maneira quase primitiva. É quase um alerta, eu acho. 






O filme é longo. Eu achei longo. Mas nele está contido tudo o que precisamos saber sobre Jogos Vorazes. O começo, confesso, achei um pouco maçante. Claro que sempre tem o Haymitch ou a Effie para fazer você rir um pouco. Aliás, eu não gostava muito do Haymitch nos livros, mas no filme eu simplesmente achei-o hilário e fantástico! Mas depois que todas as cenas da Capital acabam - e eu adorei o modo como retrataram direitinho todas as pessoas da Capital, todas as cores vibrantes, todas as coisas bizarras! -, começa realmente a ação. A Arena está maravilhosa. A Katniss em ação está realmente espetacular. O banho de sangue está relativamente marcante. As câmeras trépidas dão uma mascarada em toda a violência - e me irritaram muito da primeira vez em que assisti ao filme. Porém, depois comecei a pensar de forma mais racional: as câmeras podem ser o modo como Katniss enxerga tudo. É a visão dela, não? 

O filme corre mais rápido a partir do momento que toda a ação tem início. Uma coisa que fiquei meio de cara foi que a Katniss encontra água muito rapidamente, quando, no livro, ela demora praticamente um dia inteiro. Mas Haymitch avisa: "A água é a sua nova melhor amiga". Ri muito da cena do Cato, da Glimmer, da Clove e do Peeta tentando caçar a Katniss. "Acho que você é melhor com uma espada!", haha. E que negócio era aquele da Glimmer com o Cato? Eu realmente achei que ela estava meio a fim dele!





A cena da caverna. Eu odiei a cena da caverna. Onde estava a chuva? E mal teve emoção! No livro, a cena é o clímax de todo o "relacionamento" da Katniss com o Peeta, mas no filme a cena é muito rápida e não é tão romântica; não achei que ficou legal. Maaas eu ri do Gale vendo a Katniss beijar o Peeta :D Gostei tanto do Peeta, no fim, dizendo que não queria esquecer do que aconteceu na arena e tal - especialmente com a Katniss! Acho que concordo com a Patys, quando ela disse que essa cena foi quase um "lembrete" para Mockingjay. Mas senti falta da cena da Katniss dizendo pro Peeta que todos os beijos e tal eram tudo encenação. Considerei essa parte, no livro, bastante crucial. O filme passou a ideia de que a Katniss já está toda apaixonada pelo Peeta '-' No me gusta. 


Agora falando dos personagens/atores. Confesso que assim que soube que a Jennifer faria a Katniss, eu não gostei muito da escolha. Eu realmente não conseguia visualizá-la como Katniss. Mas não é que depois que saí do cinema achei que ela é a melhor Katniss do mundo? Jennifer conseguiu fazer uma Katniss até mais legal e adorável do que eu imaginava! No entanto, o Peeta... não sei, não gostei tanto dele. Nos livros ele é bem-humorado e sarcástico, já no filme ele só ficou parecendo um bobinho apaixonado '-' Meio chatinho, sabe? Eu adoro o Josh, mas não gostei desse Peeta :/ E o Gale, acho que ele ficou muito perfeito, até. Tudo bem que ele aparece bem pouco, mas o Liam conseguiu capturar toda a raiva e a rebeldia do Gale! Fiquei feliz, porque às vezes gosto mais do Gale do que do Peeta! ~atirem pedras em mim~



Certo, para quem já viu o filme três vezes, essa resenha ficou uma porcaria, eu sei. Mas quando eu gosto de uma história - seja num filme ou num livro -, a resenha ou sai muito boa, ou muito ruim. E vocês podem ver que essa resenha saiu um fracasso ://

Bom, espero que vocês vejam o filme, porque ele promete ser um tipo de sucesso estilo Harry Potter ou Crepúsculo - pelo menos, é o modo como a mídia vê essa franquia. Fãs lotando os cinemas, assistindo aos filmes milhões de vezes. É assim. Não pela história em si, porque isso não tem nada a ver. 

Então, o que acharam da resenha? Vocês têm outras opiniões? COMENTEM! 

Com todo coração,
Nina.