20 de fevereiro de 2013

#Resenha 2 em 1: Filmes

Tive a maior vontade de escrever sobre esse filme, porque perdi a oportunidade, no ano passado, de ter resenhado sobre um filme francês - Intocáveis - e me arrependo até hoje! 
Mas como surtei ao saber que Amour é francês - e ultimamente eu tenho adorado todos os filmes franceses que vejo - tive de conferi-lo com os meus próprios olhos e tirar minhas conclusões. 
Bem, primeiramente acho que devo dizer que a maioria das pessoas têm certo preconceito com filmes estrangeiros, especialmente os franceses, pois soam muitas vezes frios, dramáticos e bobos. Porém, desde que tive o privilégio de frequentar um Festival de Cinema Francês no ano passado, o que me levou a perceber que esses filmes são muito melhores do que os hollywoodianos, com todos os seus efeitos especiais e artificialidades. Porque estes falam com o coração, falam de dentro da alma.
Anne e Georges são agora aposentados, porém ministravam aulas de música, o que provavelmente influenciou a filha do casal a se tornar musicista, que reside fora da França. Logo nos primeiros minutos, Anne sofre um derrame e fica com o lado direito do corpo paralisado, e assim que retorna para casa tem de se habituar com uma cama de hospital e cadeira de rodas, por conta da impossibilidade de caminhar. Porém, Georges tenta não se abater por tal transformação em sua vida, sempre amparando a esposa. As cenas da nova rotina me fizeram pensar muito sobre os idosos e todas as dificuldade que eles passam, especialmente porque o marido de Anne não aceitou deixá-la em um leito de hospital ou interná-la em uma casa de repouso, de modo que, percebendo que ficaria sobrecarregado demais por ter de realizar tudo, requiriu duas enfermeiras para auxiliá-lo. À medida que os dias passam, o estado de saúde de Anne vai ficando cada vez mais debilitado: chega um ponto no qual ela não consegue mais se comunicar abertamente com ninguém, apenas consegue grunhir poucas palavras. 
E é a partir desse ponto que a reação de George muda com relação à Anne. O enredo, então, nos surpreende - e eu não posso dizer o porquê. E foi justamente essa surpresa que me fez encarar a história de outro modo, pois, a princípio, levando em conta o nome do filme, achei que seria um daqueles filmes de velhinhos que se amam para sempre, meio O Diário de Uma Paixão. Só que não. O final terminou de uma maneira tão diferente da qual eu imaginara que, por conta disso, ainda estou indecisa: gostei ou não gostei do filme? Ainda não sei e acho que nunca vou saber. 

>> Estrelinhas: 

#) E no Oscar...
Melhor filme
Melhor diretor
Melhor atriz
Melhor roteiro original
Melhor filme estrangeiro




Ok, motivos pelos quais eu quis ver este filme: a) Jennifer no elenco, b) gente louca e c) gente louca e engraçada.
Desde que assisti ao trailer percebi que esse é o tipo de filme que eu gosto: um quilo de coisas engraçadas e uma pitada de romance bobinho. 
O início de O Lado Bom da Vida é um pouco confuso - você demora um pouco para se situar na história. Pat está saindo da clínica onde pôde ficar por oito meses devido a um acordo com o tribunal, após ter cometido um delito. Como foi diagnosticado com bipolaridade, conseguiu vencer a causa. No entanto, ele se recusa a encarar seu atual presente: precisa continuar com a medicação diária e aceitar que seu casamento se desfez. Ele continua tentando procurar Nikki, sua ex-esposa, até que recebe uma ordem de reclusão mínima dela e da escola na qual trabalhava. Pat tem sucessivos rompantes de raiva durante as madrugadas, até que é convidado para jantar na casa de um amigo - e acaba conhecendo Tiffany, outra complexada. 
As perguntas e reações abruptas de Pat provocam risos a toda hora, pois parece que ele não tem aquele filtro que separa os reais questionamentos e reações que têm relevância. Tiffany, porém, conforme aumenta seu convívio com ele, acaba por se habituar à loucura dele, muito embora não concorde que seja "mais louca" que Pat - sinceramente, os dois têm muitos problemas para se conter, mas Pat é o pior; só que a loucura dele não o faz um cara maçante ou irritante, apenas ocasiona cenas realmente engraçadas. 
O relacionamento dos dois muda, quando ela diz que poderia entregar uma carta de Pat para Nikki - mas para tanto, ele teria de retribuir o favor acompanhando-a a um concurso de dança. Como pode-se imaginar, Pat começa a passar bastante tempo com Tiffany, isolando os pais de seu círculo social. Seu pai, no entanto, espera que Pat veja jogos com ele, pois alega que o filho é um amuleto. 
É claro que em momento algum os personagens deixam explícito que se amam, pois isso acabaria com toda a "surpresa" do final perfeitinho e bonitinho. Embora Pat e Tiffany sejam bastante complicados, são também meio que aquele frase que todo mundo pensa antes de encontrar um amor: "Vai ter alguém que vai gostar de mim do jeito que sou". É isso o que exatamente acontece entre os protagonistas. Loucos, os dois, mas perfeitos também, de certo modo. O que mais me chamou a atenção é que o romance em si não é meloso nem a parte mais importante do enredo. E o filme, de forma alguma, é mais uma historinha água-com-açúcar, porque há todo um plano de fundo: você pode fazer tudo que quiser, se for otimista. 

>> Estrelinhas: 

#) E no Oscar...
Melhor filme
Melhor diretor
Melhor ator
Melhor atriz
Melhor roteiro adaptado
Melhor montagem
Ator coadjuvante
Atriz coadjuvante


BOM FILME A TODOS E COMENTEM!  

Love, Nina.

14 de fevereiro de 2013

#Meme: Incentivo à Leitura!


Surpreendentemente, eu fui indicada para postar sobre esse #meme pela Samira, uma leitora aqui do blog, que fazia um tempinho que não aparecia, do blog Brincar de Crescer! Muito obrigada, Sah, por ter se recordado de mim, rs! 

Regras:

#1) Postar a imagem do #meme.
#2) Responder a pergunta: qual livro você indicaria para uma pessoa ler?
#3) Indicar dez blogs para postar sobre o #meme também.
#4) Avisar os blogs indicados.

P: Qual livro você indicaria para uma pessoa ler?
R: Minha Vida Fora de Série, da Paula Pimenta. Por quê? Leia minha resenha sobre o livro bem aqui! Eu garanto que você nunca mais vai se apaixonar por outro personagem masculino... O Rodrigo é um fofo! *-*

Blogs Indicados: 
#4) Tipo Mari
#9) Caixa-a-a

Bem, é isso aí! Até o próximo #meme! *-*

Love, Nina. 

7 de fevereiro de 2013

#Playlist: Blue Mary

Oi, duas ou três pessoas que continuam comentando! (:


Sei que ninguém daqui sabe, mas eu escrevi um livro bastante "musical". Isso porque Blue Mary narra a história de uma menina de dezesseis britânica, que está ciente de que sua vida no meio musical está fracassando consideravelmente por conta de muitas manchetes que expõem sua vida descontrolada e desregrada. Por conta disso é enviada por sua mãe ao ex-padrasto, que atualmente reside na cidade de Nova York, cuja maior responsabilidade é cuidar de Mary e apresentá-la à vida que todos os adolescentes comuns levam - e isso significa ir à escola, ter um emprego e enfrentar meninas insuportáveis. Então, Mary conhece o enteado de seu ex-padrasto e se apaixona por ele, porém muitos fatores os levam a várias idas-e-vindas. 

Comum? Sim.

Clichê? Totalmente!

Mas o que mais adorei ao escrever esse livro foi o fato de poder exibir o meu lado "maníaca por músicas" através da Mary.

Então quis fazer uma postagem sobre os trechos das músicas que aparecem no decorrer da trajetória dos 23 dias de Mary em NY! Então peguem um papel para anotar, porque a playlist vai começar!

























Quem gostou das músicas e da sinopse do livro, quero comentários! (: 

Love, Nina.