30 de março de 2013

#Resenha de Lola e o Garoto da Casa ao Lado

Oi, gente linda! (:

Antes de ontem eu estava no começo de Charlotte Street quando recebi uma encomenda de uma das minhas melhores amigas, do blog Livro e Neblina, e decidi interromper a leitura para dar vez ao novo livro. Eu simplesmente comecei a devorá-lo no mesmo instante e o terminei ontem! Um viva pra minha rapidez, haha. Aliás, MUITO OBRIGADA, Dih! xD

Eu passei uns seis meses esperando para ler este livro. Desde que soube que iriam publicá-lo no Brasil, eu já dizia "Preciso dele! Preciso dele!". E julgando quem é sua autora, eu tinha certeza de que não me decepcionaria.

E, não, não me decepcionei. Porque a Lola é LOUCA. É exatamente aquele tipo de pessoa que você sabe vive para ela mesma. Suas roupas - ainda que estranhas ou vivas demais - são fantásticas. E as perucas coloridas sempre me animavam. A Lola é simplesmente incrível. Não dá desculpa por ser do modo que é e tem muito orgulho de sê-la. 

A história dá início quando a casa vizinha recebe os novos inquilinos, e Lola tem um ataque quando lhe contam quem são. Para ela, nada poderia ser mais complicado do que ter de voltar a conviver com irmãos Bell, Calliope e Cricket.

"Não acredito em moda. Acredito em figurino. A vida é curta demais para sermos a mesma pessoa todos os dias". - pag. 10

Mas ela decide que nenhum deles irá atrapalhar seus planos de felicidade: estar com o namorado odiado pelos pais e ir ao baile de inverno vestida de Maria Antonieta. Claro que o fato de ela ser vizinha de Cricket faça com que as coisas comecem a mudar e a se ajeitar, de certo modo. Porém, Lola ainda não sabe - ou simplesmente não quer aceitar - o que sente por ele. 

Conforme a trama dá continuidade, somos apresentados aos poucos aos outros personagens. Lola não vive com a mãe, pois tem dois pais gays - e ela não tem vergonha alguma deles, embora eles façam de tudo para destruir seu namoro com o insuportável - palavras minhas -, Max. Depois de certo ponto, Norah, sua mãe, que passou boa parte da vida na rua como sem-teto, começa a morar com Lola e seus pais, o que irrita a menina no princípio, mas que, aos poucos, ganha seu coração. E, ah, sem esquecer que a Anna e o St. Clair, de Anna e o Beijo Francês, participam deliberadamente deste livro. 

"- Você não me acha perfeita?

- Não. Você é deliciosamente esquisita e eu não gostaria que fosse de nenhum outro jeito" - pag. 18


Acho que, de modo amplo, Lola e o Garoto da Casa ao Lado aborda o assunto da "ceguice sentimental", por assim dizer. Porque, na verdade, todas as relações da Lola giram em torno desse prisma. Primeiro, Max sempre fora "o cara" para Lola, mas ela vem a descobrir que, na verdade, ele apenas é mais um garoto rebelde que quer conseguir tudo na base da arrogância. Segundo, a relação dela com sua mãe sempre foi a das piores, sempre tivera vergonha dela, mas quando começa a ter de conviver com ela, percebe que Norah, na verdade, não é tão ruim assim. Terceiro, Cricket foi rudemente mal-interpretado diversas vezes, e Lola apenas colocava a culpa nele, como se todo o estopim do fim da antiga relação que mantinha com o garoto foi proporcionado por ele. Então, Lola, ao longo do livro, aprende a ponderar mais e a analisar melhor as circunstâncias, o que achei que foi a grande lição dela.

"- Os livros de História estão cheios de mentiras. Quem vence a guerra conta a história." - pag. 192

E para finalizar, vou dar minha opinião acerca da escrita da autora. Bem, eu achei mesmo que a narração seguiria a linha de seu livro anterior. Mas neste eu notei uma grande diferença. Parece que a escrita de Lola é um pouco fria, distante, sem muitos detalhes - e eu adoro detalhes! - e um pouco "simples" demais. Sem contar que as gírias nos diálogos me irritaram diversas vezes. 


E então, o que acharam da resenha? Deixe um comentário para compartilhar sua opinião! (:


Um beijo a todas,

Love, Nina. 

29 de março de 2013

#Obrigado, Renato!

Oi, todo mundo!


Eu esqueci de fazer este post antes, então, mesmo depois de três dias, farei hoje. 


Renato Russo. Este nome remete vocês a que música? Ele faz vocês sentirem saudades de uma época, de uma pessoa, de uma tarde?

Renato Russo entrou na minha vida quando eu era bem pequena por intermédio do meu pai. Em todas as viagens de carro que eu fazia com a minha família, no rádio estava sempre tocando Legião Urbana, The Police e Ramones. SEMPRE. E, assim, aprendi que essas bandas sempre me lembrariam do carro do meu pai, do silêncio quebrado pelas músicas e de uma época que me dá um aperto no peito quando me recordo. 

É bem provável que o Renato tenha feito parte de um pedaço das vidas de vocês também, afinal... Legião Urbana é eterna, nunca vai morrer, nunca vai ficar "ultrapassada", nunca vai ser "aquela banda velha". Sempre vai ser, na verdade, um bom momento passado. Um momento que vai ficar registrado em nossas mentes. 

#1) Índios


#2) Tempo Perdido


#3) Quase Sem Querer

#4) Faroeste Caboclo

#5) Eduardo e Mônica

#6) Mais Uma Vez

"Por mais diferente que você seja, você não está errado, você não é anormal. Eu senti muito isso, porque todo mundo colocava na minha cabeça que eu era anormal. Como Bob Dylan fala: "Eu me esforço tanto para ser como sou, e fica todo mundo querendo que eu seja como eles" (Renato Russo)

Espero que o Renato Russo possa iluminar cada vez mais vidas, porque ele com certeza faz muita falta. 

Para quem não sabe, dia 27 seria aniversário dele! :)

O que acharam deste post? Não deixem de comentar!

Love, Nina. 

27 de março de 2013

#Resenha de Fiquei Com o Seu Número

Hey there! 

Hoje a resenha será de um dos livros que comprei no domingo. Espero que aproveitem!

Para começar a resenha divido com vocês que fazia MUITO tempo que eu não devorava com tanta avidez um livro. E a primeira palavra que surgiu na minha mente assim que o fechei, após tê-lo terminado foi nada mais nada menos que: "MARAVILHOSO!"

Porque, minhas queridas, este livro é simplesmente isso. Maravilhoso. Elegante, inteligente, divertido e, muitas vezes, impetuoso. Mas, acima de tudo, maravilhoso. 

Eu simplesmente não sou do tipo que diz "Só mais um capítulo". Estava eu às três da manhã o lendo, porque simplesmente não conseguia parar. Os capítulos voando diante dos meus olhos, e eu só conseguia pensar no quanto, a cada página, a pobrezinha da Poppy se ferrava cada vez mais. 

Poppy é uma fisioterapeuta que está de casamento marcado com Magnus. Ela está esfuziante pelo fato de isto estar realmente acontecendo em sua vida, mesmo que ela e Magnus apenas estivessem há um mês juntos quando ele a propôs. Porém, para dar uma leve sacudida na sua vida perfeitinha de quase-casada, acontece o que definitivamente não poderia nunca ter acontecido: seu anel de noivado desaparece. E Poppy simplesmente enlouquece. Onde procurá-lo? Quem poderia achá-lo? Será que tinha ficado com alguém? Será que o roubaram para pedir resgate? Poppy não sabe, mas está investigando todos os cantos do hotel onde está. Mas não é só isso. Se o anel estivesse perdido por ora, Poppy estava feita. Mas algo ainda mais inesperada e chocante acontece depois deste incidente: seu celular é roubado. 

Se Poppy fosse uma moça controlada e sensata, teria comprado outro aparelho no mesmo dia. Mas não se engane. Poppy não é uma moça controlada e sensata. Portanto, no auge do seu desespero, ela encontra um celular perdido no lixo. Pronto, problema resolvido! Todo mundo que está procurando seu anel de noivado pode ligar para seu número novo. 


Mas nem tanto. É justamente aí que tudo começa a acontecer e a dar errado. Ela descobre que seu novo celular pertence a uma assistente de um cara que trabalha em uma empresa. E este cara não está nada contente por saber que Poppy roubou o celular. No entanto, num acordo, ela diz que pode enviar os e-mails que chegam do empresário Sam Roxton para ele. 

Poppy, então, começa a dividir a caixa de entrada de e-mails com Sam. E a partir daí fica inevitável que ela, movida pela curiosidade, leia alguns dos e-mails dele. Do pai, da noiva, dos funcionários, de todo mundo. Com a situação fugindo de seu controle, Poppy se vê soterrada por cada vez mais problemas que ela não consegue controlar. Sua vida pessoal também não parece nada boa - seus futuros sogros não querem que ela se case com o filho deles e  alguém tem uma prova nítida que seu noivo não é tão perfeito como dá a entender. 

Sempre dramática e com as suas notas de rodapé divertidíssimas, Poppy me conquistou de cara. Ela é aquele tipo de personagem que você logo quer ter como melhor amiga. Diálogos recheados com muito sarcasmo e inteligência, Fiquei Com o Seu Número é VI-CI-AN-TE. Você não vai conseguir parar de lê-lo até chegar ao "Fim". Eu simplesmente ria que nem uma boba no meio da noite ou na frente da minha mãe perante as palavras tão encantadoras e incríveis deste livro. A leitura é rápida, mas não por ser infantil, mas porque dá para pegar o embalo do livro logo de cara. Eu me envolvi demais na história, gargalhei com todas as confusões que Poppy fez, rangi os dentes pelo fato de Sam ser grosso algumas vezes e não ser capaz de manter um diálogo longo com as pessoas.

Tenho certeza de que irei querer relê-lo várias e várias vezes

>> Estrelinhas: 


O que acharam da resenha? Vão comprar o livro, sim ou claro? Não deixem de comentar!

Love, Nina.

26 de março de 2013

#Nossa Amiga Marilyn

Oi, meninas! *-*

Tenho que confessar que não consigo "sobreviver" até o final do dia sem o Facebook. E lá, hoje, encontrei um texto muito fofo que me deu vontade de compartilhar com vocês, não apenas por ser da autoria de uma grande artista, mas porque... Bem, o que dizer? Eu sou apaixonada por palavras! 


Algumas vezes na vida, você encontra uma pessoal especial. 

Alguém que muda sua vida simplesmente por estar nela. Alguém que te faz rir até você não poder mais parar. 

Alguém que faz você acreditar que realmente tem algo bom no mundo. Alguém que te convence que lá tem uma porta destrancada só esperando você abri-la. 

Isso é uma amizade pra sempre. 

Quando você está pra baixo e o mundo parece escuro e vazio, essa pessoa especial pra sempre te põe pra cima e faz com que o mundo escuro e vazio fique bem claro. Essa pessoa especial pra sempre te ajuda nas horas difíceis, tristes e confusas. 

Se você se virar e começar a caminhar, essa pessoa especial pra sempre te segue. Se você perder seu caminho, ela te guia e te põe no caminho certo. Essa pessoa especial pra sempre segura sua mão e diz que vai ficar tudo bem. Essa pessoa especial é pra sempre, e pra sempre não tem fim.

De quem são estas palavras? Marilyn Monroe, amigas.

Espero que eu e Marylin tenhamos feito o seu dia - ou noite - um pouquinho mais feliz, afinal quem não ama uma amizade especial com alguém igualmente especial?

Beijos a todas vocês, que, de modo indireto, são minhas amigas também! 

Love, Nina.

25 de março de 2013

#Na Minha Estante

Oi, meninas lindas! *-* 

Como prometido, estou aqui mais umas vez - com NOVIDADES LITERÁRIAS! Como passei BASTANTE tempo sem entrar em uma livraria e fazer um arrastão pelas estantes, hoje, de fato, eu saí da Saraiva com livros novos - nem posso acreditar no cheirinho tão gostoso deles! Quem não ama?


Sinopse: Tudo começa com uma garota. Jason Priestley acabou de vê-la. Eles partilharam de um momento incrível e rápido de profunda possibilidade, em algum lugar da Charlotte Street. E então, em um piscar de olhos, ela partiu deixando-o, acidentalmente, segurando sua câmera descartável, com o filme de fotos completo. E agora Jason - ex-namorado, escritor e herói relutante - se depara com um dilema. Deveria tentar seguir A Garota? E se ela for A garota? Mas aquilo significaria utilizar suas únicas pistas, que estão ainda intocáveis em seu poder.

Minha nota pessoal: enquanto estava na livraria tive o prazer de ler alguns capítulos e simplesmente o achei ótimo! Tenho a impressão de que irei ver estrelas com ele, haha xD


Sinopse: A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz... Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone perdido no hotel em que está hospedada. Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de ter alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa da sua vida ainda está por vir.

Minha nota pessoal: COMO NÃO SE APAIXONAR POR ESSA CAPA? Além do mais, COMO NÃO QUERER COMPRAR SE ESSA AUTORA É FABULOSA? Estrelas, again, posso presumir. 

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E... Acabou-se o post sobre o meu ímpeto de loucura. Apenas comprei estes dois mesmo. Mas quero compartilhar com vocês outros três livros que estou LOUCA para adquirir! Estes são:


Sinopse: Se o assunto é relacionamento, o tipo de garota de Colin Singleton tem nome - Katherine. E, em se tratando de Colin e Katherines, o desfecho é sempre o mesmo- ele leva o fora. Já aconteceu muito. Dezenove vezes, para ser exato. Após o mais recente e traumático pé na bunda, o Colin que só namora Katherines resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-garoto prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão- elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

Minha nota pessoal: Primeiro, é John Green. Segundo, é John Green. Terceiro, estrelas, sei disso. 



Sinopse: Nathalie e François eram o casal perfeito e eram perfeitamente feliz. Mas depois de François morre repentinamente, apenas sete anos após o casamento, Nathalie começa a erguer uma fortaleza em torno de suas emoções em que nenhum amante pode ter acesso. Exceto para o candidato mais improvável: Markus, colega de trabalho desajeitado e aparentemente inexpressivo. Lenta mas seguramente, um romance inusitado começa entre estes dois incompatíveis personagens; Nathalie ainda jovem, extremamente atraente, ainda profundamente inocente e Markus totalmente sem rodeios e despretensioso. Ao contrário de tudo que Nathalie conheceu e imaginou sobre o amor, ela se encontra caindo de amores por apenas um tipo de homem: o oposto do herói que sempre imaginou.

Minha nota pessoal: adoro esta atriz, adoro história francesas e simplesmente me apaixonei por esta capa! Estrelas, sim ou claro?



Sinopse: Hoje deve ser um dos piores dias da vida de Hadley Sullivan. Tendo perdido seu voo, ela está presa no aeroporto JFK e atrasada para o segundo casamento de seu pai. Então conhece o garoto perfeito na área apertada do aeroporto enquanto esperando. Seu nome é Oliver, ele é britânico, e está sentado em sua linha. Uma longa noite no avião passa em um piscar de olhos, e Hadley e Oliver perdem o controle no caos do aeroporto na chegada. Pode o destino intervir para reuni-los mais uma vez?

Minha nota pessoal: LOVE AT FIRST SIGHT, PERIOD. LOUCA, LOUCA, LOUCA PARA LER! Com certeza, muitas estrelas!

Agora, sim, este é o final do post! (: 

Gostaram dos meus novos livros e na minha wishlist? 

Até a próxima com mais livros! Não deixem de comentar

Love, Nina. 

21 de março de 2013

#Resenha: Noite de Ano Novo

Oi, queridas! Sinto muito pelo repentino sumiço - não fugi daqui, juro. Na verdade, eu tinha um monte de posts para fazer, mas a leitura de uma fanfic me impediu completamente, e eu não tinha forças para escrever algo por conta própria, nem mesmo um post bobo. 



Certo. Os motivos os quais me instigaram a assistir Noite de Ano Novo são dois. Primeiro: ele é uma "continuação" de Idas e Vindas do Amor - falo mais sobre isso depois. Segundo: Lea Michele e Ashton Kutcher. 

Não sei se vocês chegaram a ver Simplesmente Amor - com o Alan Rickman e a Emma Thompson, dois divos eternos  - e Idas e Vinda do Amor - com uma verdadeira penca de gente linda e talentosa -, mas vou dizer uma coisa a vocês: esse tipo de coisa funciona. E Noite de Ano Novo segue à risca os prospectos anteriores. 

Como o próprio título sugere, a história é ambientada em uma noite: Ano Novo. E na grande New York tudo se desenrola e se enrola. O quê? Sim. Tudo junto e misturado. 

O ponto de partida é a celebração do ano que está por vir, o qual aflige de maneira desesperada Claire Morgan, responsável pela festa no Times Square, além da descida da bola que marca a virada do ano. A bola, infelizmente, emperra durante um teste, e a moça é obrigada a pedir ajuda a Kominsky, o único técnico que poderia solucionar o problema.



Paralelamente, Laura Carrington vê seu mundo virar de cabeça para baixo quando é contratada para dar conta do buffet de uma badalada festa de máscaras que conta com a presença do cantor Jensen, com quem já se envolveu há um tempo e que resultou em algumas mágoas. 



Em meio a todo o caos, há ainda Ingrid, uma mulher que não suporta mais o trabalho e o chefe e que, em uma tentativa de encontrar a própria liberdade, se descontrola e pede demissão. Ela então pede ajuda a Paul, um free-lancer que costumava ir à empresa na qual ela trabalhava, para fazê-la concretizar, até a meia-noite, todos os desejos de uma lista que preparou - em troca, ele ganha ingressos para a festa de máscaras, pois quer incitar seu amigo Randy a sair do apartamento e a superar toda a fobia do Ano Novo.



Randy, por sua vez, após ter uma briga séria com os enfeites brilhantes que decoram o corredor do prédio em que mora, conhece Elise no elevador, a nova moradora que está atrasada para sua apresentação na festa de Ano Novo. O elevador, tragicamente, decide fazê-los se conhecer melhor, mantendo-os ali dentro por oito horas.  



Em meio aos desencontros e reencontros, há Hailey, uma jovem de 15 anos que anseia seu primeiro beijo, sempre sendo monitorada pela mãe, que quer que a filha passe a grande noite com ela, não no Times Square, com um colega de classe pelo qual é a fim. 



No hospital, há dois casais que pretendem a todo custo fazer seus bebês nascerem no primeiro minuto de 2012 para conseguirem ganhar o dinheiro oferecido pela instituição, enquanto Hans Harris deseja ainda estar vivo para poder contemplar a descida da bola da cobertura do prédio.

Sim, muita gente, muitos problemas não resolvidos, muitos problemas que ainda virão e muita confusão. Porém, de modo geral, Noite de Ano Novo não é o meu favorito dentre os filmes que citei. Acho que é apenas mais uma história para conseguir tentar competir com o modelo de narração já anteriormente feito. Claro que há sempre aquela expectativa, a tal pergunta: o que vai acontecer agora? Mas, depois que o filme acabou, percebi que ele não guarda muitas surpresas - é muito mais previsível do que os outros. 

E o fato de ele ser apresentado como sendo uma "continuação" de Idas e Vindas do Amor não tem relação alguma com o fato de exibir os mesmos personagens ou atores - pelo que notei, apenas o Ashton é do elenco anterior. E o personagem dele neste é ilustrador. A "continuação" tem apenas um propósito: ter um filme dentro dos padrões; um filme que engloba um único dia, um dia universal a todos, e oferecer certas facetas. 

Tal como em Simplesmente Amor, é evidente que o lado musical também está presente neste. Se naquele, o personagem de Bill Nighy tenta reinventar sua carreira no mercado fonográfico, o personagem de Bon Jovi - por favor, alguém me dê um tiro - se faz presente neste, juntamente com Lea Michele - que, a princípio, só é uma das backvocals dele, mas que, num determinado momento, rouba alguns instantes apenas para si. 

Quem quiser ouvir a música que eles cantaram juntos e a que ela cantou sozinha, aqui está:

Have a Little Faith in Me (Bon Jovi & Lea)  |  Have a Little Faith in Me (versão oficial; disponibilizo as duas, porque não apreciei muito a do Bon Jovi com a Lea, talvez porque eu não goste dele, sei lá). 

Auld Lang Syne (para quem não sabe, esta música é tipica do Ano Novo e muito tradicional nos EUA; e ficou muito fofa na voz dela *-*). 

Bem, espero que eu não tenha decepcionado vocês de alguma maneira, porque custei MUITO MESMO para escrever esta resenha, haha. 

Até a próxima, gente linda! Não deixe de comentar

Love, Nina. 

14 de março de 2013

#Como não resistir?

Oi, meus amores! 

Hoje quero falar sobre a minha gulodice. Ultimamente só quero comer, sério. Não consigo rejeitar doces, especialmente; sempre fui doceira, por isso assim que me deparei com as imagens de cupcakes que encontrei, decidi compartilhar com vocês!

Disney:

 
Toy Story

 
Alice no País das Maravilhas

 
Procurando Nemo



Tim Burton:

O Estranho Mundo de Jack

Frankenweenie

Sagas:

Harry Potter

 
Crepúsculo

The Hunger Games

 
O Senhor dos Anéis

Tão perfeitos e fofos que nem dá coragem de comermos, né??? Quais vocês levariam para casa???

Love, Nina. 

8 de março de 2013

#Goodbye

Oi, pessoal! *-*

Bem, depois de um tempinho sem um post realmente sentimental de minha parte, precisei usar dos artifícios das palavras para expor tudo o que, nesse momento, está em meu coração. 


_______

Eu deixei que você se fosse. Tentei adiar o momento por tempo suficiente até perceber que ele é determinativo; você tinha de partir, e eu não tinha meios de modificar o futuro iminente. 
Foi a coisa mais árdua que me aconteceu. Até então eu tinha certeza de tudo. De cada passo, meu e seu. Sabia onde estaria e onde me encontrar caso me perdesse. Mas me deparei com o muro que nos separa do passado e também que me separa de você. Ele estava no nosso caminho e não podíamos retroceder, porque ele é o nosso futuro, também. Aquele futuro desconhecido do qual temos medo, porque não sabemos o que fazer amanhã e ocupa cada pensamento nosso; fica martelando na nossa mente avisando: Você vai crescer. 
Mas crescer é odioso. Temos de deixar coisas para trás das quais nos orgulhamos um dia e das quais carregaremos um pedacinho para o resto de nossas vidas. Uma conversa, uma aula, uma música, uma risada. Tudo isso foi deixado para trás no momento em que pulamos o Muro do Futuro. E, agora, não temos mais nada além do vazio e de toda a incerteza que acumulamos durante o ano. Estamos prestes a chorar e a implorar para que tudo aquilo - toda  determinação e toda a convicção - retorne para nossas vidas. 
O novo pode parecer assustador e desanimador, mas é necessário para criarmos novas lembranças e novas experiências. Entramos na escola aos prantos, mas, agora, mais de dez anos depois, tudo aquilo que nos foi proporcionado dentro dela nos faz sorrir, saudosos. E cada etapa arranca sorrisos. Temos de nos adaptar a cada uma delas; é a forma natural das coisas: a cada ciclo encerrado, outro é acionado. Nós nunca paramos de sentir medo diante o futuro. 
E foi por conta disso que estou aqui, e você bem aí, em algum lugar que vai lhe oferecer oportunidades para buscar o destino. Cada separação é um aprendizado, é como cultivar um sonho: a cada dia que se passa, mais perto da sua realização você está. Quanto mais pararmos de focar em nós, mais rápido estaremos juntos mais uma vez. E você tem que passar por esses dias de desalento. Tem que se arriscar, mesmo que isso lhe provoque um frio na barriga. 
Confesso que esperar o futuro chegar é aflitivo; o que pode estar nos esperando? E se não conseguirmos nada do que sonhamos? E se pararmos na metade do caminho e não conseguirmos retroceder para recomeçar? E se perdermos tudo? 
Dá medo, muito medo. Porque a vida, por mais que saibamos que tem um rumo mais ou menos traçado, às vezes, nos leva para longe dos trilhos corretos. Parece que ela quer testar até quando iremos suportar o fracasso e a desorientação. Temos que segurar firme para não desabar. 
Infelizmente, o futuro me reservou isso: a minha completa incerteza defronte qualquer tipo de decisão. Mas isso não importa, porque sei que você está aí com a sua segurança toda, transformando o mundo aos poucos com o brilho que eu tanto adoro. Todo esse procedimento é inegável, porque você vai crescer. Nada é mais importante do que isso. Você vai chegar onde quer
É triste saber que, para tanto, temos de nos desgarrar de tudo que nos fez ser quem somos hoje. É difícil olhar para o passado como se não tivéssemos feito parte dele, como se fosse uma fotografia muito antiga para qual miramos com surpresa. Então chegamos aqui largando tudo aquilo pelo caminho? Não é agradável de se aceitar, porque tudo o que queremos fazer é reunir cada segundo mais uma vez e revivê-los para sempre, ignorando o que está por vir. 
Mas para se viver, é preciso arriscar a todo instante. Cada passo em falso, cada abraço, cada lágrima é o que nos joga para o próximo nível; para o que, de um jeito ou de outro, iremos enfrentar, quando for a hora. 
Não temos certeza de nada, até o momento em que temos de decidir todos os próximos anos. Tenho certeza sobre você ser especial, e que seus anos serão incríveis. Sei que tudo vai se ajeitar com o tempo; toda a confusão, todo o nervosismo, toda a sensação de não ter mais um chão sob seus pés. Tudo passa, de verdade. Demora, sofremos, queremos desistir, mas tudo se estrutura de novo. Quando alcançar sua estrela e voltar, vai parecer que nada ocorreu, que nada foi alterado. E seremos de novo, você e eu.
Odeio despedidas, mas amo você. 


________

Bom. O texto, por mais que insinue, não tem definitivamente a ver com a Rachel e o Finn. Tem a ver com todos os sentimentos que nos atacam assim que nos deparamos com uma separação e uma despedida. Elas podem ser passageiras ou definitivas, mas sempre parecem que estão arrancando nossos corações de nossos peitos. 

Não cheguei a assistir Glee desde o começo e, até ano passado, eu realmente achava que o elenco deturpava todas as músicas cantadas no seriado. Não me lembro por que me peguei assistindo alguns episódios na Fox, da segunda temporada, mas sei que pensei que fui muito mesquinha por concluir que Glee não é um seriado que levaremos para toda a vida. Minhas relações com alguns personagens são tão fortes que, às vezes, chego a querer que eles saiam da tela para me fazer companhia durante os meus dias. 

Ano passado passei bastante tempo na casa da minha avó e tive de encarar a morte de um ente próximo, e foi aí que quis ver a série na íntegra. Peguei desde o primeiro episódio, o que rendeu algumas reclamações da minha avó, porque eu não saía do computador por estar grudada aos episódios.

E, há uns dias, assisti o último episódio da terceira temporada. Chorei durante todo o episódio, sem brincadeira. Eu odeio despedidas e vê-los na mesma situação foi como me separar dos meus melhores amigos. Hoje, depois de tanto tempo ignorando a série, sinto que todo mundo deveria assisti-la pelos mais variados motivos. Ela é como aquele nosso livro preferido: sempre iremos querer tê-lo por perto e levaremos para sempre no coração. Tenho grande apreço por cada um dos personagens - mesmo a Rachel, de quem eu tinha certa implicância no começo -, porque cada um me ensinou lições que nunca vou conseguir esquecer. Vou levar para a minha vida. Para mim, esse é o melhor seriado que puderam imaginar fazer, porque nele encontramos amigos de verdade; daqueles que tem os mesmos defeitos que nós, que passam pelas mesmas coisas que nós, que são iguais a nós. 

Não é à toa que sou apaixonada por personagens fictícios: eles podem ser melhores do que as pessoas que estão à nossa volta. Eles, de um modo que nunca seremos capazes de compreender, nos completam. 


O que achou do post? Não deixe de comentar! Até a próxima! ;)

Love, Nina. 

6 de março de 2013

#Rumo aos 50 seguidores!!!

Oi, gente linda! (:

Bem, devo dizer que ainda estou um pouco chocada pelo fato de ter conseguido arrebanhar mais de cinco seguidores em menos de quatro dias? Eu já passei meeeses sem um único comentário novo, além daqueles que são fiéis ao meu blog (beijo pra Carol e pra Gabi). E, agora, parece que o blog, de um modo um pouco estranho, está saindo da escuridão um pouquinho...

Devido a isso, quero encorajar outras pessoas a seguir esse meu mundinho. Minha intensão é chegar, no mínimo, até 50 seguidores

Por quê?
Porque vocês terão grandes novidades pela frente e para tanto quero que mais gente interessada participe!

Quais novidades são essas?
Vocês descobrirão assim que a meta for alcançada, caso contrário não seria uma surpresa (: E acreditem que, com toda certeza, irão adorar meus novos planos de participação de vocês aqui! Sim, vocês poderão participar dos posts, por isso é tão importante mais seguidores! 

Portanto, se estiverem curiosos quanto a que está por vir, divulguem o Mundo da Nina para que todo mundo tenha a oportunidade de se divertir comigo! 

Venha você também participar do meu mundo!!!!

Love, Nina.

5 de março de 2013

#Hoje é dia de Tumblr

Oi, pessoal! Decidi postar alguns textos que escrevi para o meu tumblr, que, de algum modo, conseguiu morrer, então recuperei os posts para compartilhá-los com vocês! *-*


"Porque, desde aquele dia, percebi que se o amor ainda não tinha me conquistado, ah, cara, ali estava o amor! Não no seu rosto singular, ou no seu tipo menina-coitadinha! Não me entenda mal, gosto disso! De tudo isso, entendeu? Mas não é só isso. Você é muito mais do que toda essa porcaria que todo mundo a obriga a ser e a usar. O amor que percebi que existe vem de tudo aquilo que você diz. Gosto do modo como as palavras escorregam da sua boca e a faz ser a melhor de todas. O amor, minha querida, com certeza está ali: em tudo o que você pensa, lê e decora. Todas as malditas falas que ninguém mais sabe, apenas você! Esse é o amor que encontrei naquele dia. É o melhor amor que conheci". 

Love, Nina. 

2 de março de 2013

#Sim, não ou pode ser?



Indecisão geralmente é uma estado emocional de aflição em que uma pessoa não consegue escolher uma das opções a qual é submetida. 

Se você abre o seu armário e não consegue ter certeza do que vestir, ou se não tem certeza da decisão que tem de tomar, ou se muda de opinião muito rápido, sinto em lhe informar, mas você é, com certeza, uma pessoa indecisa. E, acredite, não está sozinha: a grande maioria da população sofre diante uma escolha. Mas isso não é o fim do mundo, nem falta de personalidade. 

Por que a indecisão acontece?
Talvez pelo medo de arrependimento, ou pelo fato de darmos muita atenção às opiniões alheias. 

Estudos relacionam a indecisão com a depressão, em casos em que o indivíduo não consegue nem mesmo definir seus limites psicológicos, e há também aqueles que escolhem "não escolher" - ficar em cima do muro toda hora, sem saber entre A e B -, sem se dar conta que isso também é uma escolha. 

A minha frase preferida é "Pode ser". 

A: Vai querer uma salada?
B: Pode ser.
A: Podemos sair às oito?
B: Pode ser. 
A: Posso levar seu caderno para casa?
B: Pode ser.

Não consigo responder "sim" ou "não". "Poder ser" é o meio-termo. 

Acho que minha indecisão é apenas a minha mente tentando pesar os dois lados. Prefiro esperar um pouco, considerar alguns pontos e escolher. Se der errado, ou se eu me cansar, escolho a outra opção, porque já experimentei a primeira. 

E acho que, na verdade, o meu grande problema é a minha falta de foco. Não consigo sentar e terminar uma só coisa. Fico pulando de galho e galho, até tentar me acomodar da melhor maneira. 

Se você também não sabe escolher com convicção comece a responder essa pergunta: Você prefere tentar ou desistir?

Apenas dê o primeiro passo!

Love, Nina.