29 de abril de 2013

#Como Você Se Vê?


Oi, amores! 

Acabei de encontrar uma propaganda linda da Dove no Youtube. Pode parecer estranho, mas acabo vendo quase todas as propagandas - exceto as de Carnaval, porque não tive paciência, na época. 

O vídeo consiste em um breve resumo do que nós, mulheres, achamos que enxergamos ao espelho. Muitas de nós não estão satisfeitas com alguma parte do corpo e precisa salientar o quanto detesta esta parte. Então, o trabalho do Gil Zamora, que vive como artista forense, é justamente retratar uma pessoa - mas não de acordo com a descrição desta pessoa; de acordo com outras, de acordo com que as outras pessoas veem. Ou seja, ela estará sendo julgada, sim, mas de um modo bem diferente do próprio conceito. 

O final é tocante, porque mostra que, na verdade, não nos julgamos de maneira certa; que o que pode ser desconcertante para nós, é bonito e atraente para quem nos avalia. 




You are more beautiful than you think (:

Um superbeijo a todas vocês, garotas lindas!
Love, Nina.

27 de abril de 2013

#Good Life

Aos pedaços. Estou perdendo. Estou lutando. Estou desistindo. 

Nunca vou ter o que elas têm. Nunca serei, nem de perto, como todas elas. Sempre estarei aqui, no meio do nada - postada no mesmo lugar, com os mesmos pensamentos, sendo igual aos outros dias. Sem cor, sem forças, sem motivação. Sem ninguém, especialmente. Jogada ao vento, perdida na selva - não à procura de resgate, mas à procura de sentimentos; aqueles que sei que perdi, que ficaram lá atrás. 

É uma droga não ter uma vida. E por "vida" menciono tudo o que você sabe e tudo aquilo que você não tem conhecimento - frescor, liberdade, futuro, pacotinhos de amor especiais, pessoas que chegam e ficam, interesse genuíno, rotina. 


Não dá para imaginar o que é que pode ou vai vir. Absolutamente no escuro, tateando às cegas. Completamente incompleta. Sem heróis, sem glória, sem aquilo que procuro. Mas o que procuro? Alguém ou alguma coisa? É possível que pequenas coisas preenchem o que falta, as pequenas rachaduras? Mas o que quero para a vida? Eu nem sei o que quer dizer vida. 


Todo mundo acha que vida significa fazer tudo o que todos fazem, fazer tudo o que todos esperam - você estuda, trabalha e vive infeliz. Acabou. E é isso que ganhou: um enorme vazio. Vai mesmo querer conviver com o vazio pelo resto dos dias? Vai querer dizer aos seus netos que "Todo mundo faz coisas das quais não gosta", que "não sabe o sentido da vida, pois não o encontrou", ou que "se morrer agora não está feliz"? 

O que é ser feliz e ter uma vida? É se privar de algo apenas porque seus pais ou seus amigos ou o resto do mundo lhe proíbe? É cair na monotonia, crendo que "tudo vale a pena"? Mas vale mesmo? Valeu a pena você ter feito aquele curso o qual não suportava apenas porque a sua mãe achou que fosse a sua cara? Valeu a pena não sair correndo na chuva para se encontrar com o cara que gosta apenas porque todo mundo diz que ele não é pra você? Valeu a pena não admitir que encontrou um sonho apenas porque não tem coragem de persegui-lo ou porque tem vergonha de ser taxado como "alguém que não tem futuro"?


É isso que quer pra sua vida? Ser aquele nada, fazendo nada, gostando de nada, amando nada nem ninguém? 


Quem afirmou que há um só único caminho? Quem disse que você não constrói a sua própria sorte? Que você não tem livre-arbítrio ou controle sobre as suas opiniões e ações? Quem disse que tudo é premeditado? Quem disse que você não pode se perder e se achar anos depois? Quem disse que você não merece um tempo para reorganizar os valores? 


Essa é a vida que ninguém explicita; não porque consideram tudo isso incorreto, mas porque essas mesmas pessoas que tentam atrasar você, tentam induzir você a ser alguém que não é, simplesmente não têm ciência de que essa é, sim, uma possibilidade. Que a possibilidade é justamente não fazer nada do que elas querem. É ser você e somente você. 

Você, entendeu? Não elas, não eles, não Deus. Você. 




Um superbeijo para todas vocês, sweeties!

Love, Nina. 

23 de abril de 2013

#Resenha do Filme A Delicadeza do Amor


Oi, pessoal! *-*


Sei que estou devendo umas 390 5 resenhas, e juro que elas estarão todas postadas em breve. Mas hoje, em especial, assisti A Delicadeza do Amor, filme baseado no livro Delicacy, o qual mencionei aqui. E presenteio todas vocês com a resenha dele!

Realmente, uma palavra que pode resumir exatamente o que é o filme é delicadeza - o clima despretensioso, as situações que se desenrolam com certa preguiça e cautela e, acima de tudo, o aprendizado de saber aceitar o amor mais uma vez. 



Nathalie está casada com François, ela o ama e, eventualmente, planeja construir uma família com ele. Ela também está atrás de um emprego, o que consegue - talvez pelo encantamento de seu chefe por ela. O casamento do casal é um tanto quanto pacato e aquele tipo de amor bonitinho e tranquilo, sem maiores crises. Tudo está ótimo para ambas as partes, até o dia que François sai para correr, deixando Nathalie em casa - e o ponto de partida de toda a trama ocorre: François falece, atingido por um carro durante sua corrida. Nathalie, então, entra em colapso e depressão - não consegue mais sair de casa, não aceita visitas e muito menos conversas. A mulher começa a se isolar cada vez mais, apenas se dedicando ao trabalho. 



Como todos os casos de seu trabalho a impedem de sair e se divertir, é justamente naquele ambiente que tudo se aflora - porém, de um modo completamente imprevisível: seu chefe tenta investir nela, alegando que ela deveria seguir em frente. Nathalie recusa gentilmente todas as formas de pressão dele, o que achei justo, não apenas porque ele é chefe dela, mas porque eu sentia algo errado entre os dois. Não era um clima agradável, que me fazia pensar "puxa, tomara que eles fiquem juntos". Totalmente não.



E é aí que entra Markus, um colega de trabalho de Nathalie. Ele é aquele tipo de funcionário invisível e subordinado. Porém, num dia, ele entra na sala dela para discutir acerca de um processo e algo imprevisível acontece: Nathalie o beija sem arrependimentos, a princípio. Markus começa a ficar obcecado pelo beijo e, até que vai novamente em sua sala para lhe inquirir sobre o assunto. 



O relacionamento de Nathalie e Markus é frágil e inconstante, porque enquanto ele diz estar se apaixonando, ela ainda tenta se preservar, por conta de François. Portanto, ela tenta, aos poucos, reaprender a se deixar levar, a se deixar ser conquistada e, especialmente, a deixar o passado para trás. Tudo - as cenas, as músicas, os sentimentos, a atuação - é apresentado com uma leveza encantadora, com uma delicada paixão. 


A cena que mais me encantou foi a última, pelo fato do Markus salientar o quanto realmente gosta dela e expor sua própria versão da Nathalie - uma moça que não está tão preparada para viver a vida, mas que concede seu coração a ele. 


A trama me envolveu pouquinho a pouquinho, não foi algo de imediato, até porque as situações as quais a Nathalie passa fluem de maneira vagarosa, realmente dando a ideia do quanto ela está relutante a que está diante dela. A atuação mais uma vez delicada e simples da atriz é o que faz tudo ser mais envolvente e gostoso - não é a toa que eu aprendi a apreciar a Audrey Tautou de uma maneira incrível, sempre tenho de parar para assisti-la, pois a considero um pouco clássica, do tipo que carrega uma simplicidade apaixonante. 


Claaaro que sou muito suspeita quando se trata de filmes franceses, por isso espero que, muito embora a minha resenha exalte e edifique muito da trama, vocês possam conferi-lo por conta própria - e depois venham me dizer suas próprias opiniões!

Até a próxima resenha! Não deixem de comentar!

Um superbeijo, my dears!
Love, Nina. 

20 de abril de 2013

#Playlist: In Love With

Oi, gente linda! Eu estou devendo umas cinco resenhas - duas de filmes e três de livros -, mas não estou com cabeça para escrever nem uma agora, portanto disponibilizo a vocês um pouco de música, quem sabe eu me inspire (e inspire vocês!). 

#1) Marble Sounds - The Time To Sleep

#2) The Honey Trees - To Be With You

#3) The New Limb - Refugees

#4) The Perishers - Nothing Like You And I

#5) Rhye - Open

#6) Bob Seger - Against The Wind

Espero, de coração, que vocês as tenham escutado, porque todas valem a pena e são muito fofas e bonitas! De qual gostaram mais? Não deixem de comentar!

Um superbeijo para todas vocês!
Love, Nina.

18 de abril de 2013

#Resenha do Livro Lonely Hearts Club


Olá, meninas! Mais uma resenha a vocês! Espero que gostem!


Para começar preciso dizer duas coisas: a) não sou fã dos Beatles, tanto é que nem sabia que o título do livro era "em homenagem" a uma canção da banda e b) demorei mais de um ano para terminar a leitura, mas isso me deu oportunidade para colocar minhas opiniões no lugar. 



Penny Lane sempre achou que fosse se casar com o menino perfeito. A princípio, ele era mesmo perfeito e um fofo, até que o sexo entrou no meio da relação deles. Penny também achou que estava fazendo a coisa certa, numa noite, quando decidiu se entregar a ele, só que nada terminou bem: Nate, o dito-cujo, estava com outra garota. E a partir daí, Penny percebeu que não queria sofrer por mais nenhum garoto e, acima de tudo, que não precisava de nenhum garoto para ser feliz. E criou o Lonely Hearts Club


Claro que foi difícil convencer suas amigas a fazerem parte do clube, afinal... será mesmo que alguém deveria prometer nunca mais namorar (pelo menos até terminar o colégio)? É uma questão delicada e um pouco radical para muitas das amigas e colegas de Penny, porém, aos poucos, depois de muitas ilusões amorosas, o Lonely Hearts Club se vê abarrotado de integrantes, quase todas convencidas de que querem estar o mais longe possível de todos os garotos da face da Terra. 

Como se fosse simples! Como se ninguém, até a formatura, fosse abrir seu coração para o amor! E é bem aí que a confiança de Penny é substituída pela confusão, pois se vê numa encruzilhada: manter-se fiel ao clube que criou ou ser sincera sobre o que sente pelo seu amigo e ex-namorado de Diane, uma de suas melhores amigas, Ryan? 


Nesse ínterim, muitos garotos do colégio McKinley estão ficando furiosos com o Lonely Hearts Club, alegando que Penny roubou as garotas deles, prendendo-as a promessas ridículas. O próprio diretor da escola tenta desmanchar o clube, mas Penny e suas amigas estão mais decididas do que nunca: precisam ficar unidas - não pelas promessas, mas por se importarem umas com as outras bem mais do que com garotos. 

De modo geral, apreciei bastante a leitura, embora ela seja um pouco crua e objetiva demais, não havendo muitos detalhes e descrições. A trama, na minha opinião, é um tanto quanto boba e clichê, porque é previsível; não precisamos nos esforçar muito para deduzir o final, ou as ações de Penny. Ela é uma ótima personagem principal - no começo. Depois, ela apenas é mais uma peça no tabuleiro, dispersiva e comum. É mesmo complicado se declarar a alguém, mas o modo como Penny proleta sobre isso é cansativo e irritante. Diversas vezes tive vontade de sacudi-la para colocá-la na direção certa. É claro que a relação dela com Ryan é bonita, mas acho que tudo se desenrolou muito rápido; de repente, tudo havia mudado entre eles e foi um pouco confuso para mim, pois não acho que coisas assim, na vida real, se desenrolem deste modo. 

Não sei se o recomendo, pois não foi "aquela coisa" para mim. Só acho que, se você não tem mesmo nenhum outro título em vista e quer um entretenimento morno para passar o tempo, vale a pena. Caso contrário, melhor não arriscar. 

O que achou da resenha? Não deixe de comentar! 

Um superbeijo para todas vocês!
Love, Nina. 

16 de abril de 2013

#Tomorrow It May Change

Acordamos e pensamos que faremos tudo o que planejamos. Absolutamente tudo, sem erros, sem arrependimentos. Mas aí... acontece aquilo. Aquela pequena fração de segundos que não deveríamos ter presenciado se desenrolou diante de nós, desviando-nos de nossos planos. E exatamente como o dia começou, ele chegou ao seu fim. Assim. Em um instante, você não tem mais nada. Você não é mais nada. 

Sei que parece ridículo, desnecessário e até mesmo um pouco fora da realidade. Mas, de verdade, você consegue pensar nisso? Por cinco minutos? Esforce-se pra valer: o que verdadeiramente faria se o dia acabasse para você, repentinamente? Se você nunca tivesse a chance de acordar na sua cama de novo, se nunca mais sentasse na mesa com seus pais, se nunca mais olhasse a timeline do seu Facebook, se nunca mais abraçasse de novo o seu cachorro? 

Qual seria a sua última música? Para quem você ligaria? Para quem mandaria uma mensagem? Quem abraçaria? Quem escutaria você chorando, implorando ajuda, dizendo desculpas, ou meramente dizendo que não quer morrer? Pense, de verdade, de coração. Quem? 

Mas é aí que está. Você não sabe responder. Não porque nunca pensou nisso, mas porque acha que nunca vai passar por essa situação. Pode não ser hoje, nem amanhã. Mas, cara, ninguém sabe ao certo quando aquele segundo, aquele momento que vai mudar tudo, pode acontecer. 

Eu sei. Posso dizer que sei. Posso dizer que sei exatamente como é essa sensação. Por um único segundo, por aquele único segundo, agora, mais de quatro meses depois, meu pai não está mais aqui comigo. As coisas dele, todas as coisas dele, pessoais e de trabalho, estão encaixotadas, empilhadas, sufocadas - nos matando a cada hora, tentando testar o nosso limite. Aos poucos, elas se vão - terão de ir. Nada fica; nada é, realmente, infinito. As coisas acabam. 

Um click. E depois, tudo se foi. Se foi para você. Para o seu pai. Para o sua mãe. Para seus irmãos. Para todos ao seu redor. Nunca serão recuperadas. As lágrimas não trarão ninguém de volta, o terror sempre ficará instalado no seu peito, como um apito constante - aquele apito que você quer se livrar de uma vez por todas. 


É aquela tensão que eu nunca mais quero reviver. Revivi hoje, porque era um episódio. Um episódio que, depois de hoje, vai ficar na minha memória. Não porque é deste seriado em questão, não por conta das músicas, mas porque eu senti o que eles sentiram - ou atuaram sentir. Eu reconheci os olhares de pânico, os olhos marejados, os pedidos de socorro, a segurança ser arrancada deles naqueles minutos. Ah, os minutos. Eu não consegui parar de tremer por conta deles, por causa do silêncio, por conta do desespero. 

Você pode pensar que não é bem assim. Mas, sim, é exatamente assim. Você acha que não vai chorar, que vai ficar calma, que vai ficar no canto, muda, esperando ajuda, mas não. Você vai querer que alguém a esteja  abraçando, dizendo que tudo vai ficar bem - mesmo que saiba que seja uma completa mentira. Mas quando ouvir aquela frase - que tudo vai ficar bem - vai se tranquilizar, vai tentar domesticar um pouco do seu pânico. Porque, no fundo, não se trata exatamente da frase, mas da pessoa que está lhe assegurando aquilo. Você sabe que não quer perdê-la, fica se perguntando o que fará sem aquela pessoa se algo acontecer a ela. Você não sabe o que pode ocorrer no próximo minuto - talvez tudo acabe, talvez vocês saiam daquela sala e se abracem, ou talvez você nunca mais a verá. É isso que machuca, é isso que a impede de se mover, de arredar o pé de onde está - você nunca se sentiu daquele modo, não sabe como processar as informações. 


E, então, bam. Tudo pode acabar. E se acabar... O que você disse? O que você fez? Quem você amou?



É disso que realmente se trata. Não do futuro, mas do que aconteceu


E, sim, vai acontecer. E, não, você não vai saber o que fazer. Mas, esteja onde estiver, não deixe de dizer ou de fazer algo, porque pode ser a última vez. E a última vez é simplesmente mais especial do que a primeira. Acredite. 

Pense, mas sinta. Sinta tudo. Diga. Repita quantas vezes for necessário. 

Porque o amanhã pode não existir. 




Um superbeijo e um abraço a todas vocês!
Love, Nina. 

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Se não sabem a que me refiro, vejam - mesmo que não sejam fãs ou odeiem as músicas ou atores ou qualquer coisa - o episódio Shooting Star de Glee (04X18). E depois releiam o meu post, se possível. 

10 de abril de 2013

#So Torn

Sabe quando você percebe que tem alguma coisa errada consigo mesma? Que, apesar de tudo, alguma coisa não se encaixa? Que está faltando algo, um pedaço mínimo, aquela parte que você perdeu em algum lugar que nunca mais vai visitar? 

É. Eu estou me sentindo eu, exceto eu. Eu, sem o meu eu verdadeiro. Fico me perguntando: isso é sério? Mas, sim, está acontecendo. Eu me perdi. De tudo. De todos. De cada pequena coisinha que me fazia feliz. Das palavras, lidas e escritas. Das músicas alegres, as que eu dizia que escutaria para sempre. 

Estou me meio do caminho, sem saber para onde ir. Direita ou esquerda? Para frente ou para trás? Acordar ou dormir? Ficar ou seguir? Não sei. Não sei mesmo. 

Estou intolerante, sem vida, repetitiva, ordinária, esquisita, reclusa. Não sei mais reconhecer nada, nenhum dos sentimentos que antes me eram essenciais. Não sei mais dizer se a felicidade está em mim. Está? Em qual ínfima lacuna? Tão pequenina que mal consigo vê-la. 

Não sei mais alcançar o que quero, parei de lutar, de entender, de rir. De dizer: "Hey, mano, qual é o seu problema?". Porque agora eu tenho um problema, e ninguém, absolutamente ninguém, o percebe. Ele está invisível, impassível, reduzido, despercebido perante aos olhos dos demais. Ele está encostado em algum ponto vital do meu corpo, nutrindo-se da felicidade e da força que um dia foram conquistadas. Um parasita. Um dementador maldito. Mas não consigo lutar, não consigo me debater, contestar, alegar. Não me mexo mais, estou atrofiada, sempre no mesmo lugar. Nos olhos, a luz se apagou, foi levada para longe, para o infinito, para onde não sei chegar. 

Você entendeu? 

Tudo isso foi roubado, aniquilado, bombardeado, molestado. E o que sobrou, mal dá para dizer que é uma pessoa. Talvez metade de uma pessoa. Talvez, alguma coisa indefinida, sem cor, sem rosto, sem alma. Alguém que foi jogada no breu por tempo ilimitado, por tanto tempo que não sabe mais distinguir o que é o Sol e a Lua. Tudo foi consumido para restar alguma coisa que se embolou no peito e que não me deixa respirar. 

Deslocada, sem destino, sem prestígio. O que ficou, aquelo bolo que obstrui todos os meus cantos, me deixou acabada, sem coragem de arriscar, sem confiança para seguir em frente, para enfrentar um insulto inofensivo. Não consigo me levantar, me agarrar, implorar por ajuda. Quem virá, senão o próprio castigo e a culpa, aqueles dois fatores que sempre me abatem quando o caminho é longo demais, o que induz a acabar me sentado e me perdendo do rebanho?

Estou perdida. Estou descontente. Estou frustrada. Estou vazia.

Estou morta. 




Um superbeijo para todas vocês!
Love, Nina. 

9 de abril de 2013

#Clipe de Still Into You

Ok, não tenho nada para fazer e simplesmente não vivo sem música. E me deparei com o, finalmente, clipe de Still Into You. E ele me fez TÃO bem em, tipo, apenas um pouco mais de três minutos que eu tive de correr para cá e compartilhá-lo com vocês! 



Há uns dias, eu ouvi uma outra versão desta música, bastante diferente desta do clipe. Era bem parada e eu fiquei me perguntando se era mesmo a Hayley que estava cantando. Mas essa versão, a oficial, é bem o tipo de Paramore que eu desejava há algum tempo; divertido e despretensioso. Sabe? De uma forma inexplicável esse clipe recuperou todo o meu vício por eles. 

Realmente amei o clipe inteiro. Muita cor, muita vivacidade, muito Paramore. Não o antigo, ou o novo. Só o Paramore. Senti saudades, muitas mesmo! 

O que acharam da música e do clipe? Não deixem de comentar! Em breve mais um post sobre música para vocês, aguardem! 

Um superbeijo a todas vocês!
Love, Nina. 

3 de abril de 2013

#Resenha: My Little Princess

Olá, meninas! 

Venho hoje postar uma resenha de um filme francês que assisti hoje. Como vocês sabem - ou não -, eu adoro filmes estrangeiros, especialmente os franceses, e não poderia me abster de compartilhar My Little Princess com vocês! 


My Little Princess narra a carreira em ascensão e, ao mesmo tempo, o declínio da felicidade de uma menina, ainda criança, chamada Violetta. Sua mãe é fotógrafa, por isso quase nunca está em casa. A menina vive com a avó e, a princípio, é possível assistir Violetta sentindo falta de sua mãe, embora, assim que ela retorna de seu último trabalho, instigue a filha - ainda inocente - a posar para ela. Violetta, no começo, encara a atitude da mãe como uma brincadeira. 


A garota fica maravilhada ao ser introduzida a esse ambiente novo, cheio de roupas caras e dinheiro. Assim, aos poucos, ela vai perdendo a inocência infantil, transformando-se em uma espécie de "Pequena Miss", chegando até mesmo a abandonar a escola. É rápida a transformação de Violetta e algumas cenas são um pouco chocantes, considerando que ela é apenas uma criança. Cenas, por exemplo, onde ela protagoniza beijos com um modelo mais velho e fuma cigarros como se fosse adulta. 


Mas quando sua mãe começa a ultrapassar alguns limites, levando-a para a Inglaterra e tentando fazê-la se despir para homens mais velhos, alegando que aquilo era arte, ela se rebela e começa a entender que todas as fotos é apenas uma manobra para sua mãe se manter dentro daquele círculo social artístico decadente. A mãe da garota é repulsiva. É aficionada pelo ar mórbido nos cenários e dá para notar uma leve obsessão que mantém com a filha, além de permitir que ela se adentre nas situações mundanas e esqueça de que, na verdade, deveria estar brincando no jardim de boneca.    



O grande estopim ocorre quando a avó morre, e mãe e filha não sabem mais como lidar uma com a outra, mas, por conta da sobrevivência, têm de se manter na mesma casa. E, no fim, para piorar a relação delas, a mãe perde a guarda da garota por expô-la tanto.

De modo geral, é um filme pesado, dramático e obscuro, contudo não o impede que seja realmente ótimo. Porque ele é. O que mais me chamou a atenção foi a profissionalidade da pequena atriz, pois, como supracitado, existem cenas bastante incomuns e um pouco chocantes para uma pequena garotinha enfrentar. Realmente o recomendo para você que aprecia o cinema estrangeiro tal como eu e um bom drama caótico.
 


O que acharam da resenha? Deixe seu comentário!

Um superbeijo a todas!
Love, Nina. 

#TAG

Olá, meus amores!

Puxa, fiquei tão feliz quando as meninas do Meu Universo X me indicaram essa #tag, porque nunca respondi um questionário aqui, no blog. Então, vamos lá (: 


11 coisas sobre mim:

#1) Não vivo sem livros e música.
#2) Lido melhor com os problemas quando escrevo sobre eles.
#3) Amo filmes franceses.
#4) Sou viciada na internet.
#5) Minhas cores preferidas são azul e roxo.
#6) Sou apaixonada por pessoas ruivas, qualquer uma.
#7) Sou completamente a favor dos gays.
#8) Nunca tive o sonho de casar e ser mãe.
#9) Meu quarto é uma poluição visual generalizada. 
#10) Sempre fui apaixonada por cães das raças Dálmata, Border Collie e Golden Retriever.
#11) Devo ser a única pessoa do planeta que não gosta de Friends. 

11 perguntas:

#1) Um sonho: ser escritora publicada.
#2) Uma desilusão: planejar o dia de um jeito e nada dar certo.
#3) O que faria se saísse o euromilhões: garantiria um pouco de dinheiro a minha família e doaria o resto a entidades, hospitais e ongs. 
#4) Prato favorito: brigadeiro.
#5) Um desafio: superar a minha timidez diante das circunstâncias.
#6) O que te deixa feliz: depende do que estou necessitando no dia em questão, mas ter um bom livro nas mãos e uma trilha sonora já me deixa bastante satisfeita.
#7) Um desejo: que o mundo aprenda mais sobre solidariedade e amor.
#8) Se o mundo acabasse agora, o que você faria: abraçaria minha mãe, que está aqui ao meu lado <3 
#9) Uma tortura: matemática, química e física. Sou muito péssima nelas. 
#10) Viagem dos sonhos: Londres *-*
#11) Uma coisa que não gosta: do preconceito.

Blogs Indicados:
É isso, gente! Até a próxima! Obrigada por todos os comentários!


Beijos a todas!
Love, Nina.