28 de agosto de 2013

#Just Carry On

Oi, cherries!

Que tal um pouquinho de frases inspiradoras pra vocês? ;)








~*~

Que seu dia seja incrível hoje, Nina. 

23 de agosto de 2013

#Irmandade das Seis mode on

Oi, cherries!

Afinal vim falar um pouquinho da Irmandade das Seis, "projeto" iniciado por algumas amigas há alguns meses que, agora, estou me inserindo de forma definitiva (assim espero!). 

Como funciona a Irmandade das Seis:
Mensalmente, é sorteado um livro para os participantes das promoções promovidas pela Irmandade. 

Para estar apto a participar das promoções é necessário:
#1) Seguir publicamente os blogs (disponibilizarei os links dos outros abaixo).
#2) No blog que gerará a promoção em si, cumprir todos "passos" do sistema adotado, no caso, o Rafflecopter. 
#3) Ter endereço de entrega no território nacional. 

Blogs que você precisa estar seguindo, além do meu, para concorrer às promoções:

O livro deste mês de Agosto, sugerido por mim, é A Mulher do Viajante no Tempo. 
Para participarem da promoção, basta seguir os passos abaixo: 

a Rafflecopter giveaway

As resenhas serão postadas até o fechamento deste mês, aguardem!

Espero que tenham gostado da novidade! Sem mais, por enquanto. 

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Participem, Nina. 

P.S.: a Ágata, por conta de novos rumos a sua vida, teve de nos deixar, portanto, por enquanto a Irmandade contará com apenas cinco blogs. Em breve, a sexta integrante aparecerá! 

16 de agosto de 2013

#She Is Love


Carta Número 11.

Não vou fingir que sei lidar ou entender a mente feminina, muito menos a sua – seria como tentar destilar as sinapses de Einstein que, ao invés de números e muita filosofia, abriga títulos de livros esquecidos, uma lista interminável de canções e citações que nunca, jamais, pessoas comuns utilizam em seus cotidianos.

É muita coisa estranha e incompreensível junta. Por isso, de algum modo, isso faz de você muito mais do que todos podem ver. Você provoca surpresa e júbilo; raiva e inveja; inspiração e admiração. Você é tudo o que muitos tentam e não conseguem ser – e nunca serão; quem poderia reproduzir com exatidão o discurso de O Ditador, ou as falas mais belas de Amélie Poulain? Quem poderia distribuir tanta simpatia, mas tanta seriedade, ao mesmo tempo? Você é firme, autodidata, orgulhosa, insuportável, perseverante. Eles dizem isso constantemente. Eu apenas detecto toda a doçura diluída nos seus olhos profundos – esses mesmos olhos que, acima de tudo, me assustam até hoje –, toda a sua hiperatividade mascarada de alegria e de diálogos infindáveis (e que nunca permanecem no mesmo assunto), todo o seu altruísmo disfarçado de sorrisos distribuídos aos mais carentes e toda a sua inteligência acima da média que não deixa, de jeito algum, explícita a sua irritação defronte todos os erros cometidos pelos outros – não tem nada de errado em querer ser mais do que poderia se contentar.

Gosto quando o seu joelho toca o meu, ou quando nossas mãos se entrelaçam, ou quando suas pernas estão sobre as minhas enquanto você tenta incutir alguma aprendizagem mirabolante no meu cérebro pequeno (que, você diz, é muito proporcional para alguém do meu tamanho; apenas enfrento empecilhos de cognição, assim como todos). Admiro a sua capacidade de repetir, dos mais diferentes métodos, a mesma explicação para que, no fim, você possa sorrir e dizer "Agora, vamos para o próximo". Com você há sempre mais – mais um questionamento, mais um exercício, mais uma reflexão, mais uma canção, mais um minutinho. Não me canso do seu incansável. Gosto de fazê-la rir, não por saber que me acha engraçado, mas porque existe algo no timbre da sua risada que te deixa irresistível. E não dá para acreditar; todas as nossas canções, você já cantou e imortalizou. Você é melodia.

Gosto das nossas brigas (daquelas que você desaparece pelo restante da noite, mas que está em meus braços de novo na manhã seguinte), do jeito disparado que fala enquanto está nervosa demais, da rapidez descomunal que consegue dar um nó perfeito na minha gravata preferida sem nunca deixar escapar minhas poucas palavras baixas na sua orelha, do modo como mais ninguém é capaz de entender por que estamos juntos, de rir contigo sobre algo que apenas nós conhecemos, de gastar nossas noites dividindo cachorros-quentes enquanto revemos parte do trabalho do Woody Allen (e você nunca perde a oportunidade de elucidar com brilhantismo todas as minhas dúvidas crassas), do modo como as suas saias são curtas o suficiente para chamar a atenção dos outros garotos (mas, apesar de tudo, você sempre termina na minha cama no final da noite), de não conhecer seus novos amigos e ouvir dizê-la que "nunca presta muita atenção no que eles dizem, porque nenhum deles sou eu", do seu interesse exacerbado por tramas policiais e românticas.

Você homenageia pessoas mortas, mas tem medo das vivas; dá valor às palavras bem mais do que beijos; prefere gatos a cachorros, mas tem adoração pelos meus cães; tudo tem de fazer referência aos seus livros e personagens literários preferidos; coleciona documentários entediantes e filmes estrangeiros, porque "não vai se sucumbir à mídia hollywoodiana"; aborda temas polêmicos e incomuns, pois tem fascínio pelo "pensamento do contrário"; não mata galinhas em videogames e nomeia o gambá como nosso mascote; se tem uma opção a utiliza com sabedoria, sempre em prol dos fracos e oprimidos; gosta de palavras como "outcast" e "overdog", porque elas a definem; não quer presentes, quer cartas; aprecia a simplicidade e nunca vai se dar bem com as novas tecnologias; sabe o valor sentimental das coisas; despreza a Madonna, mas poderia passar suas noites escutando indie-rock; sempre tem a palavra final; acha que nasceu na época errada e precisa, urgentemente, de uma máquina do tempo.

Tenho que aceitar o fato de que você vai conquistar tudo o que deseja. Você sempre consegue usar o seu dom da retórica para persuadir e/ou convencer todos de suas opiniões. Dizem que você é convencida demais, tem nariz empinado e poderia parar de levantar a mão sempre que há debates nas aulas acerca dos textos dados. Gosto de rir de toda essa gente, porque você não é convencida: apenas tem certeza das suas convicções com muito mais atitude que a maioria; não tem nariz empinado: nunca olha as pessoas de cima abaixo - você e todos os outros estão no mesmo pedestal; e como você poderia parar de levantar a mão, se sempre sabe todas as respostas que nunca ninguém nem imagina? Por favor, continue a irritar a todos. É a nossa diversão pessoal.

Você é uma solução, não um meio - você lembra disso? Suas respostas sempre me fazem parar de me sentir sem utilidade. Meu cérebro nunca funciona com a rapidez e com a frequência que o seu. Você é mais. Você é demais. Você é minha. Por que deveríamos prestar explicações? Nenhuma informação será suficiente e sempre haverá outra brecha para a dúvida.

"Ela é errada para você".
"O que você vê nela?"
"Como você a suporta?"

Amigos, deixem disso. Ela é minha, penso. Você é minha. Você é amor. Não quero provar nada a ninguém - e por que deveria? Não dizem que não existe razão nem explicação para o amor? Pois então, que lancem mão disso! Você é assustadora, mas minha. Incoerente, mas minha. Renegada, mas minha. Difamada, mas minha. Surtada, mas minha. Colorida, mas minha. Cercada de amigos, mas minha. Mergulhada em mundos paralelos, mas minha. Opinativa, mas minha. Insatisfeita, mas minha. Sempre minha. Você sempre volta para mim, independentemente de quantas caminhadas sozinhas faça. É capaz de ser autônoma, mas não gosta de se ver longe de mim. Diz gostar das nossas diferenças, das nossas discussões que sempre terminam em risadas, das nossas horinhas de descuido, dos nossos silêncios, das nossas estrelas no teto, dos nossos pés frios juntos, das nossas tentativas de inovar tudo, das nossas aventuras despropositadas, das canções da nossa vida, dos nossos pais num almoço de domingo, das festas na piscina que resultam em filmes toscos de fraternidade.

Se eu pudesse te roubava para mim. 

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Muitas cartas de amor pra vocês, Nina.

8 de agosto de 2013

#Alô, FAMECOS!

Oi, cherries!

Sei que estou devendo postagens bem mais importantes (inclusive uma referente à Irmandade das Seis - saberão mais em breve), mas eu simplesmente não me contive sobre este post em especial. Sei que a maioria nem deve saber que eu amo pandas, ou que não me meto com a política, ou que prefiro cães a gatos, ou que apesar de adorar o Português não tenho paciência alguma para aprender suas técnicas numa sala de aula, ou que um dos meus grandes sonhos está acontecendo: sou da Famecos. 


O que é a Famecos?
Desmembrando cada sílaba significa Faculdade de Comunicação Social da PUC. A PUC, nesta área específica, está super-conceituada no MEC. É uma das melhores do Brasil (apesar de que, é preciso confessar, é relativamente fácil de se ingressar). Anyway, quem quer saber um pouco mais sobre a Famecos em si, recomendo que deem uma passeada pelo site Eu Sou Famecos. É importante salientar que a Comunicação (e muita gente não tem ideia, noto isso com as minhas amigas próximas) engloba três áreas: o Jornalismo (na qual faço parte), PP (Publicidade e Propaganda) e RP (Relações Públicas). A maior gama de cadeiras de Jornalismo é, especificamente, sobre esta vertente, porém tenho aulas também de Introdução à RP e à PP. 


Posso dizer que, até ter Introdução ao Jornalismo com um professor ilustre (e muito conceituado no Brasil, diga-se de passagem; estou realmente bastante impressionada com o calibre dos meus professores, pois todos, sem exceção, atuam ou atuaram grandemente, se é que me entende. Todos têm o que esse mesmo prof. de Introd. ao Jorn. define por "bagagem cultural ou experimental"), que todos os meus conceitos sobre a profissão caíram por terra - tive a impressão de que apenas imaginava o que era Jornalismo. E, mesmo assim, não consigo negar que isso é empolgante: não saber nada e se maravilhar com os professores e com as cadeiras oferecidas. Porque, independentemente da aptidão de cada aluno, todos estarão evoluindo e estarão se especializando. O campo de atuação dos jornalistas é praticamente infinito - entram nele até mesmo foto-jornalistas (e é por isso que Tecnologias Audiovisuais é importante, no meu conceito) e futuros publicitários - tanto é que há uma mistura completa das Comunicações. PP, RP e Jornal são praticamente inseparáveis, todas as cadeiras têm um mix desses três cursos. Não há, exatamente, uma hierarquia profissional, pois cada um faz um pouquinho de tudo; o famoso "tudo junto e misturado". 

E depois de tudo isso (e garanto que a maioria nem leu tudo, acertei?) ofereço a vocês o meu verdadeiro objetivo com este post. Hoje tive Estética e História da Arte e descobri uma banda genial chamada Hold Your Horses, cuja nacionalidade é franco-americana nascida em Paris e formada por homens e mulheres, totalizando sete membros. A professora nos mostrou um clipe deles bastante artístico, no qual cada músico aparece cantando e re-encenando obras de arte famosas, como A Menina do Turbante, A Última Ceia, O Grito, O Nascimento de Vênus, entre outros. Apenas conferindo para saber mais! E garanto que algumas retratações são engraçadas sem seu conteúdo deixar de ser muito, muito enriquecedor! Vale muito a pena! 


Depois dessa aula mágica (apenas quem ama as Belas Artes compartilha comigo o amor a esta cadeira!), fui introduzida à PP (Publicidade e Propaganda), que eu adorei também, especialmente porque sou uma pessoa razoavelmente criativa (não que não haja meios para eu ser melhor, segundo o meu professor). No final da aula, foram mostradas a nós propagandas que circularam na web, TV, ou em outdoors. A que mais gostei foi a Barbie inserida nas Artes:


O que é um Flash Mob?
São aglomerações de pessoas de maneira instantânea e previamente combinada que podem expressar as mais diversas situações. Só para citar, flash mobs em seriados/filmes: episódio 2X18 (Born This Way) de Glee, no qual o shopping para para cantar Barba Streisand e a cena final de Amizade Colorida com todo mundo dançando na estação de metrô ao som de Closing Time

Agora, quero apresentar a vocês o que assisti em aula (embora já o tivesse visto antes), que trata sobre a reciclagem; achei-o tocante, afora todo o conceito de estar ligado ao meio-ambiente:

Como podem perceber nele ele é incutida a importância de se reciclar os materiais e a inusitada surpresa de estar dando o exemplo para a sociedade, achei genial.

Espero que tenham gostado deste post, pois pretendo postar mais vezes sobre a minha aprendizagem/cultura/pesquisa lá da Famecos! Porque, como meu prof. de Introdução ao Jornalismo bem colocou, o conhecimento é libertador. 

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Gostaram do post? Aprovaram a inserção deste conteúdo no blog? Não deixem de opinar! ;)

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Arte e Cultura pra vocês, Nina.

2 de agosto de 2013

#Filme: Renoir

Olá, cherries! 

Alguém ainda não sabe o quanto eu sou apaixonada por filmes franceses? Bom, é melhor saber. Eu tenho verdadeira adoração por eles. E o filme que indico hoje é Renoir, sobre pintura e amor. 
Tudo começa quando a jovem e bela Dedeé aparece na casa dos Renoir, dizendo que foi mandada pela já falecida esposa do pintor para posar a ele. A garota é vivaz e bem mais esperta do que aparenta. A princípio não sabe ao certo como se inserir na família, mas aos poucos vai se integrando de acordo com as histórias que lhe contam dos retratos pintados por Renoir - que exibem seus filhos, sua falecida esposa e suas musas de outrora. 
O ambiente retrato no filme é calmo e bucólico. As paisagens são lindas e exuberantes, mas delicadas - relembram as próprias pinturas do senhor. Parece que paisagem e pintura se misturam, se moldam uma na outra, como um complemento. É arte sendo arte, mas arte imitando a vida e vida imitando arte. 
Já adequada na casa, Dedeé, então, se depara com uma inesperada notícia (exatamente como todos da família): o filho mais velho dos Renoir está de volta, depois de ter sido gravemente ferido na guerra. Ele está em convalescença e, até segunda ordem, não está autorizado a regressar ao Exército. Jean é um jovem bonito, de apenas 21 anos. Ele logo se encanta pela nova musa do pai, como era de se esperar. Mas eles não vivem uma longa e ardente história de paixão, pois Dedeé é resistente e, depois de um tempo, começa a se achar no privilégio de ser a única da casa a não ser tratada como uma empregada. 
Os personagens também são dignos de beleza e de atenção, pois cada um tem uma peculiaridade - são humanos, acima de tudo. Todos têm de lidar com seus fracassos, com seus defeitos e reaprender a viver. O senhor Renoir tem uma doença, provavelmente articular, que o impede de pintar por muito tempo e que proporciona dores e calombos em suas juntas, em especial nas mãos e nos joelhos - tanto é que ele vive numa cadeira de rodas, e suas empregadas têm de levá-lo para todos os lados. 
Dedeé é uma típica personagem francesa: tem uma profundidade de sentimentos que deixa a desejar, com o passar do tempo. Ela parece simpática e afável no começo, mas depois de alguns surtos dela, numa tentativa de renunciar seu posto de "musa-paga-para-servir-também", seu temperamento diverge; agora, ela é arredia, explosiva e rebelde. Desaparece sem dar satisfações ao patrão, o que acaba rendendo, em uma das vezes, uma discussão entre ela e Jean, pois ele discorda dos modos de se divertir dela. 
Uma coisa que sempre me atrai em filmes estrangeiros é a delicadeza e a naturalidade com a qual é retratada a nudez - porque, sim, há nudez neste filme; apenas feminina, já que Dedeé é justamente paga para posar nua. Porém, o interessante de se analisar é que a pintura de Renoir é imprecisa e "borrada", fazendo alusão aos pintores abstratos. E quase sempre ele não opta por pintar o ângulo que vê Dedeé posada. 
Este filme, como supracitado, é sobre pintura e amor. Mas você pode interpretá-lo como uma só coisa: a arte se funde no amor, e o amor se funde na arte. E, no final, você entende exatamente a necessidade das pinceladas erráticas de Renoir. O amor também é uma arte e, tal como ela, tem suas variações, ensinamentos e interpretações.

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O que acharam da resenha? Vocês gostam de filmes franceses? Já conferiram Renoir? Não deixe de comentar! ;)


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Amour, Nina.