31 de dezembro de 2014

#Pote dos sonhos


O futuro olha para mim,
eu o encaro confusa.
Tudo sempre parece o fim,
quando eu ando tão reclusa.

Dos próximos dias pouco sei
Vou remando contra o acaso
neste mar que me aprisionei,
tentando deixar de lado todo o meu atraso.

O que vem pela frente
me treme da cabeça aos pés,
me faz tão aparente,
me faz olhar de viés.

Penso positivo
Quero meu amanhã cativo
Sem nenhum caminho alternativo
Apenas um sim definitivo.

2015, seja bom. Seja meu.

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Love
Nina  

29 de dezembro de 2014

#Resenha: Encontros com o amor e Café com poesia

PARA PARTICIPAR DO SORTEIO DE NATAL, CLIQUE AQUI  E BOA SORTE!

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Eu disse nesse post que tinha fechado parceria com escritores. Hoje, trago a vocês as resenhas dos livros do Marcio Muniz. 


Título: Encontros com o amor
Autor: Marcio Muniz
Editora: Multifoco
Ano: 2014
Páginas: 116
Gênero: conto


Encontros com o amor consiste em uma compilação de contos escritos sobre, bem, o amor. Em 98% do livro, o amor aparece ao acaso: numa praia, num bar, num ônibus. Quase todas as histórias são narradas em primeira pessoa por personagens masculinos. Depois de três ou quatro contos, notei que quase todos seguiam a mesma "fórmula": um homem conta um pouco sobre si, ou sobre seu dia, ou sobre o ambiente em que está, quando, de repente, ele avista uma mulher  e sempre essa mulher é linda e chama sua atenção. 
"Você já parou para pensar no que acontece quando o filme termina (no "felizes para sempre") e a cortina desce no fim? É a mesma estória banal de sempre, com casamento, filhos e, na maioria das vezes, tédio. Felizes, sim, mas a maior parte do tempo entediados pela falta de mágica. Portanto, às vezes, é melhor que as estórias não encontrem definitivamente o fim"  p. 10.
Dá para conhecer um pouco do escritor nesses contos, pois todos são "românticos" (à exceção de um, que é erótico). Surpreendi-me com os personagens masculinos, pois todos eles não são acuados, ou se sentem intimidados pela paixão – muito pelo contrário: eles dão a cara a tapa e chegam nas mulheres por quem se apaixonaram. Só que, em certo ponto do livro, toda essa sinceridade gratuita deles começou a me irritar. É claro que a gente lê ficção pra tirar um pouco a nossa realidade da cabeça, mas senti falta de uma verossimilhança (é, vocês tão cansados disso, devem pensar: lá vem a guria idiota da maldita verossimilhança! Só que não tem jeito, gosto de coisas pé no chão!). Senti falta de ler algo mais verdadeiro, sobre um cara que vê uma menina linda, mas que se sente tímido para ir até ela e puxar papo (ainda mais pra dizer umas verdades na cara dela!). 

Como eu disse, 98% do livro, segue um padrão, e isso acabou me cansando um pouco. Estava toda animada para ler sobre diversos pontos de vista e jeitos de amor, mas acabou que li muito do mesmo. Quando eu já estava sentindo muita saudade de ler sobre um casal que já está junto há algum tempo e que ainda se ama, lá vem o conto A confirmação do encontro, que narra sobre um cara que já está casado há 12 anos e que pretende fazer uma surpresa para a esposa no Dia dos Namorados. Essa história, de longe, foi a que mais amei, pois essa, sim, notei que era real, que tinha sentimento. 
"Sou um romântico incorrigível desde antes de conhecê-la, porém é por ela que me mantenho assim" – p. 93.

 Não adianta, vou ter que expôr a minha opinião. Eu sei que escrevo bastante sobre vários tipos de amor, mas eu acredito que ele tem que ser conquistado aos poucos. Você precisa conhecer a pessoa primeiro. Acho que, se você se diz apaixonado por alguém que só vê de longe e com quem trocou meia dúzia de palavras, sinto em lhe dizer, mas isso é paixão. E paixão, uma hora, some. A graça do amor é que a gente sempre quer saber mais sobre a pessoa, quer passar horas conversando com ela para ter a confirmação de que isso é mesmo amor, ou apenas paixão. 


Escrevi isso, pois senti que, na maioria dos contos, os personagens apenas sentiam paixão, aquela coisa imediata e física. E, pelas histórias serem narradas num curto espaço de tempo, também senti que todas elas foram muito precipitadas. Mal os personagens iniciavam as conversas e os casais já lascavam o maior beijo, assim, de repente. A meu ver, faltou falar do sentimento proposto pelo livro. Narrou-se muito sobre os efeitos dele, mas quase nunca sobre ele, genuinamente.  
"Justo naquele lugar em que muitas vezes eu me perdi de mim, naquele dia, eu encontrei muito mais do que eu sempre fui buscar. Indo buscar a mim, acabei por encontrar você" – p. 36. 
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Título: Café com poesia
Autor: vários
Editora: Casa Cultura
Ano: 2014
Páginas: 78
Gênero: poesia


Nunca fiz uma resenha de um livro de poesia. Na verdade, não sou muito de ler sobre esse gênero. No entanto, o Marcio me mandou esse livro também (do qual também faz parte com o poema O amor de Maria e João– que, a princípio, não seria incluído na parceria; mas eu achei meio injusto e o adicionei nela – e tive a oportunidade de conhecer um pouco mais desse trabalho que, para mim, é muito louvável, já que eu sou péssima em escrever em versos... 

Café com poesia traz uma coletânea poética de vários autores. Notei que cada autor pôde usar a forma que desejava para seu poema, o que tornou o livro muito diversificado. Outra vantagem foi também que não havia um só tema sobre o qual se escrever. E teve de tudo: sobre o futebol, solidão, desejo, leitura... E, claro, amor. 

Como não estou treinada para ler poemas, acho que entendi todos eles do meu jeito e poucos realmente me encantaram o coração. Alguns deles foram: 

AR X/XI (Yuri Alves de Paula Cardoso)

Queria a tua miopia
Ser a tua pele nestas noites de domingo quando esfria.
Queria ter em mãos a faca,
E entender a tua cicatriz.
Queria ser a poesia de Pessoa
Que tanto lhe faz feliz.
Queria ser palavra dita, redita,
Retida em teu sorrir.
Os teus olhos querem tudo
Mas o amor não cabe numa poesia. 


TEMPO DE HOJE (Fernando de Bessa Ferreira)

O sempre é tão frágil.
O nunca é imaginário.
O hoje é quem determina
Meu sempre e meu nunca.

O sempre de ontem
Pode ser o nunca de amanhã
O tempo quem decide.
A vida quem bate o martelo

Quero viver o sempre.
Sempre há esperança.
Mas hoje nunca.

Prometa o sempre
Fuja do nunca.
Abrace seu hoje. 


DESAMPARO DE PAPEL (Julia Carvalho)

Você é a linha
que não tardou a rabiscar-me
Riscou em mim tuas manias, trejeitos, olhares e afins

Fez em mim uma obra abstrata,
e, no começo, era só linha e papel

Por vezes, manchou-me de tinta
Descuido
do artista

Depois, pintou sob os teus próprios fios
Escurecendo meus vazios
E foi embora.

Não disse tchau.
Nada.
Virou, esqueceu
E foi. 

SOBRE O AUTOR:


MÁRCIO MUNIZ é carioca, 37 anos, romântico incorrigível e escritor por vocação desde os 12 anos de idade. Com formação técnica na área de eletrônica e também formado em Administração, o autor atualmente é pós graduando em Gestão de Pessoas e Gestão de Projetos. Publicou uma poesia no livro "Café Com Poesia" que faz parte da coletânea "Inspirar, Escrever e Sonhar", uma parceria entre o site Trecho de Livros e a editora Casa Cultura. Publicou também três poesias na coletânea "Entrelaços" da Darda editora. Teve um conto selecionado para participar da coletânea "Sombras e Desejos", organizado pela escritora Rô Mierling. E ainda é autor do livro de poesias “Vida e Verso em Prosa”, publicado de modo independente e também autor do livro de contos “Encontros como o amor”.
A página profissional do autor é ESSA.


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Espero que tenham gostado! E antes que alguém fale que eu critico tudo, pois saiba que eu prefiro ser verdadeira e que sei que muitos autores preferem uma crítica construtiva a uma meia à boca, que não acrescenta em nada. O meu intuito não é  e nunca será  difamar alguém. Estou aqui para falar de LIVROS, não de pessoas! 

Love
Nina  

26 de dezembro de 2014

#Retrospectiva literária de 2014

O SORTEIO DE NATAL ainda está rolando, quer participar? Clique AQUI e BOA SORTE! 

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Eu vi essa postagem no blog da Ruh (Perplexidade e Silêncio) e não me aguentei em copiar! Já faz um tempo que estou à procura de Awards Literários para o blog no qual colaboro, o Livro & Neblina, mas o máximo que encontrei foi o Oscar Literário. Então, resolvi que, aqui, eu postaria a Retrospectiva, porque há categorias "mais legais".


1. Melhor livro infanto-juvenil 
Extraordinário, de R. J. Palacio, foi a primeira leitura que fiz em 2014 e que, com certeza, se tornou um dos meus preferidos. Narrado por um garotinho de 10 anos que sofre de uma doença e que tem que superar seus medos. Uma leitura completamente tocante, que lhe dá esperança e lhe deixa marcar sentimentais. Não dá para esquecer dessa lição de vida! 








2. Melhor livro de ficção
Eu sei, vocês devem já estar enjoados de ver esse livro citado aqui, mas não posso fazer nada. Com certeza, foi a leitura do ano que mais vou carregar. Não consigo tirar essa história da cabeça e acho que nunca conseguirei. Ainda tenho esperanças de ter esse exemplar na minha estante! 









3. Melhor livro de fantasia
Sou super fã da Meg Cabot e assim que lançou essa nova série dela, eu corri para comprar o primeiro. Mais uma vez, ela provou o porquê é uma escritora incrível! Misturando realidade com mitologia, ela tem nas mãos uma potente história de tirar o fôlego! 









4. Melhor série literária
Desde Harry Potter que eu não sentia aquele frenesi de ler uma série de fantasia e fiquei muito feliz por descobrir esse novo mundo, pois, além de toda a magia contida, é possível também aprender sobre questões religiosas e históricas. A Lenda do Rei Arthur é uma das histórias que mais gostei de ler e foi incrível saber mais sobre ela nessa série. 








5. Meu texto preferido 
Vish, uma questão bem difícil. Escrevi muitos textos neste ano, cada um de um jeito e de um tema diferente, pois dependia muito do meu estado de espírito. Fico entre três: My poor heart achesAprenda a parar de chorar pelo seu coração e Na dúvida, leve seu guarda-chuva. Cada um deles tem propostas e lições bastante diferentes e são os três que mais me marcaram.


6. Descoberta da blogsfera
Não posso citar só um blog, desculpe. Vou ter que citar dois. O primeiro é o da Karla, que conheci no universo das fanfics e que, posteriormente, se tornou minha amiga. O Livro Arbítrio é um dos blogs que mais amo visitar, pois é repleto de literatura. O que mais gosto lá é que a Karla não se limita a falar de um só tipo de literatura, portanto tem um conteúdo bastante diversificado. O segundo é o da Ruh (que fez essa postagem). O que mais amo no Perplexidade e Silêncio é que ela diz muito sobre si mesma através dos livros que lê e, exatamente como a Karla, não fala de um só tipo de literatura. Sem falar que a Ruh é muito autêntica nas postagens e foi exatamente por isso que nos tornamos amigas.

Love
Nina 

23 de dezembro de 2014

#Resenha: Fangirl

Faltam 18 dias para o encerramento do SORTEIO DE NATAL. Para participar clique AQUI.  

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Título Original: Fangirl
Autora: Rainbow Rowell
Editora: Novo Século
Páginas: 421
Ano: 2013

~*~

Ai, gente, nem posso expressar direito o amor por esse livro, sério. Desde que soube de sua existência eu sentia que pre-ci-sa-va dele na minha estante. E não deu outra: não troco esse livro por NADA neste mundo (talvez, eu nem consiga emprestá-lo haha). É, praticamente, O LIVRO DA MINHA VIDA. Sinto DEMAIS que a Cath sou eu em um mundo paralelo! 

Bom, Fangirl narra a história de Cath (Cather) que está chegando para o seu primeiro dia de faculdade. Ela tem uma irmã gêmea, a Wren, que quer ganhar mais independência, por isso não quer dividir o quarto do alojamento com Cath. É claro que Cath se sente ofendida com isso, afinal, elas sempre estiveram juntas. 
                                  "Eram um pacote, e pronto. Desde sempre" - p 142
Mas, mesmo com medo, Cath tenta se adaptar a sua nova colega de quarto, a Reagan. Com ela, Levi, um garoto do rancho, vem junto no pacote. Ele passa muito tempo no quarto delas, porque namora a Reagan. De começo, Cath fica esquiva de tudo (ela é muito tímida e retraída - prazer, eu! haha). Mas conforme ela vai fazendo amizade com Reagan e Levi (sem contar Nick, que é colega dela na cadeira de Literatura de Ficção, com quem começa a escrever histórias conjuntas), Cath se torna uma pessoa mais sociável. Quer dizer, ela não larga a fanfic que escreve para ir a festas, ou para ir ao refeitório. A vida de Cath gira em torno de sua fanfic, 

É importante dizer o que são fanfics, caso você não saiba. Bem, são, basicamente, histórias escritas por fãs. A Cath escreve histórias sobre a série Simon Snow (uma coisa muito Harry Potter), nas quais todas têm homossexualidade. Embora os personagens da escritora "real" da série não sejam gays, essa é a coisa mais legal de se escrever fanfics: você remodela os personagens já existentes, então o fato de Simon e Baz serem gays não é algo tão surpreendente assim. 
"- A ideia de escrever fanfiction - disse ela - é poder brincar com o universo de outra pessoa. Reescrever as regras. Ou alterá-las. Você pode ficar nesse mundo, esse mundo que você ama, quanto quiser, contato que pense em novas histórias..." - p. 124
Levi, o namorado de Reagan começa a se interessar pelas fanfics da Cath. Eles começam a passar bastante tempo juntos, enquanto Cath lê para ele as suas antigas histórias. Levi não se importa com a temática delas e, apesar de nunca ter lido os livros (ele não é muito de leitura de forma geral), aprecia bastante a trama, pois já assistiu aos filmes. É nesse clima que Levi e Cath se aproximam bastante, até que, numa noite, eles se beijam e é a partir daí que a vida de Cath começa a mudar definitivamente. 

Tem também todo o lado familiar de Cath e Wren. A mãe delas as largou quando tinham nove anos e, depois disso, o pai meio que tem umas crises (mergulha demais no trabalho e tal), inclusive enquanto elas estão na faculdade, o que faz a parte preocupada de Cath se aflorar (ela até diz que vai largar a faculdade). Wren, nesse quesito, é bem diferente da irmã. Dá para entender que Wren apenas quer curtir as festas e ficar bêbada, sem contar que, depois de dez anos, quer voltar a se aproximar de sua mãe, o que faz Cath e ela fiquem sem se falar por um bom tempo. 

Cath e Wren não são realmente opostas, são apenas diferentes uma da outra. Dá pra ver que Wren sente saudade de Cath nos momentos de solidão, por exemplo. São duas personagens bem trabalhadas, embora Cath seja mais. Levi é um personagem interessante, todo lindinho e do tipo cavalheiro, mas que tem sacadas engraçadas. De forma geral, ele é muito cativante. E eu achei que ele e a Cath se combinaram muito.
"Acho que não sirvo pra isso. Menino-menina. Pessoa-pessoa. Não confio em ninguém. Ninguém mesmo. E quanto mais eu gosto de alguém, mais certeza tenho de que a pessoa vai se cansar de mim e pular fora". - p. 275
Só tenho duas reclamações: os ataques de choro da Cath me irritaram demais (alô, Fani!) e a "cautela" dela quanto ao relacionamento com Levi (do tipo: não beijar antes de um mês de namoro e afastar as mãos dele toda hora. Mas, por um lado, dá totalmente para entender isso, porque ela é muito tímida, mas por outro: alô, cê já tem dezoito anos, minha querida!). 

Conclusão: sou a Cath de 12 formas diferentes. Identifiquei-me completamente com ela, por sermos realmente parecidas física e psicologicamente. Esse amor dela por fanfics foi o ponto alto de todo o nosso relacionamento. No final eu quase chorei (haha) e fiquei me recordando do meu amor por Harry Potter e pelas minhas antigas fanfics sobre o fandom. 

Ter lido Fangirl foi como entrar no meu próprio mundo, só que pelos olhos de outra pessoa. Quem ama escrever e ler fanfics PRECISA lê-lo! 

Love
Nina 

21 de dezembro de 2014

#Resenha: Atemporal

Para saber mais do SORTEIO DE NATAL proporcionado pelo blog, clique AQUI. E BOA SORTE! 

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Mais uma resenha do Projeto Book Tour para vocês. A primeira resenha, de Um Novo Amanhecer, pode ser lida aqui

Título: Atemporal
Autor: Rodrigo Mendes
Editora: Novo Século, pelo selo Talentos da Literatura Brasileira
Ano: 2014
Páginas: 237
Gênero: policial


Não sei se posso começar essa resenha dizendo que Atemporal é genial, pois nunca li nenhum livro da temática (que consiste em viagens no tempo) antes. Mas, enquanto eu avançava na leitura, percebi que, se tivesse de relacionar esta história com qualquer outra, eu poderia dizer que, quem aprecia as tramas do Dan Brown (e quem já leu Fortaleza Digital), vai adorar este livro. 

Atemporal se inicia com André, que é um policial que está investigando casos relacionados a drogas. Até que, saindo do trabalho, é abordado e levado por pessoas desconhecidas. Ele é assassinado e a primeira parte da história termina. Em seguida, aparece Lucas, 40 anos depois do assassinato de André. Lucas é filho do melhor amigo de André e é também policial. Lucas trabalha debaixo dos panos para solucionar o caso de André e se depara com novas informações. Uma placa foi encontrada contendo dados "esquisitos" e que carrega muitos enigmas. Ele, então, é tragado para uma trama digna de filmes de ficção científica, pois tudo indica que essa placa não é da época de André - pelo contrário: ela é de 2023. E mais: é descoberto uma invenção que pode mudar muitos destinos: uma máquina do tempo.

Lucas, a cada momento, se vê cada vez mais soterrado de informações, quase todas insolúveis e que o faz ir atrás de pistas deixadas por um informante misterioso. Pessoas envolvidas não deixam de enviar "recados" a ele, tentando obrigá-lo a cessar com as investigações. 

Atemporal é narrado em terceira pessoa, o que achei ideal para a proposta. O livro dá vários enfoques diferentes, o que nos permite acompanhar vários personagens. O que adorei foi o fato de o autor nos explicar muitas invenções que foram criadas no futuro, como o mobstation e o "trem voador". Pelo fato de Rodrigo ser formado na área de Tecnologias isso contribuiu muito para dar a realidade das situações, sem falar que todas as cenas de ação eram muito vívidas e reais. O autor conseguiu com maestria segurar a história o tempo todo. Detalhes que eram suprimidos do leitor, ao contrário do que já me aconteceu em muitas histórias, apenas me serviram para continuar a ler e descobrir o desfecho. Atemporal é um livro que te faz pensar, que te faz realmente acompanhar a trama e que te deixa curioso para saber do desfecho. 

Apesar de não ter entendido quem era o informante de Lucas (não sei se eu é que não prestei atenção nos detalhes, ou se foi falha do autor em explicar melhor), achei o destino do personagem completamente incrível e inesperado. Foi, com certeza, o que mais apreciei no livro, pois o autor tinha tudo para terminar de forma mais "convencional" e "mais feliz", mas optou por outro caminho. Com certeza, me surpreendeu bastante. 

Os personagens são muito convincentes. O Lucas é um amor, gostei muito dele. E todos os outros complementam direitinho o ânimo da trama. Há bastante diálogo - alguns, achei um tanto quanto desnecessários -, mas o autor conseguiu equilibrar bastante com descrições e narrações. De modo geral, é um livro incrível e muito diferente do que se vê no mercado. Simplesmente adorei a oportunidade de lê-lo. 

SOBRE O AUTOR:

RODRIGO MENDES é nascido em Piracicaba, São Paulo, e mora atualmente em Indaiatuba. É casado e pai de um menino. Formado na área de Tecnologia, sempre foi apaixonado por literatura, especialmente as tramas policiais e histórias eletrizantes, Atemporal é seu romance de estreia.
Página do livro AQUI







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Não deixe de acompanhar o blog para ler as outras resenhas! Em breve, o terceiro livro estará resenhado para vocês!


Love
Nina

17 de dezembro de 2014

#Dicas para escritores

Livros e Natal são um ótima combinação, não acham? Pois fique sabendo mais do SORTEIO DE NATAL em parceria com outras blogueiras AQUI. E BOA SORTE!

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Nesse semestre tive a oportunidade de fazer uma eletiva de Criação Literária com pessoas incríveis e muito talentosas, e lá eu aprendi lições sobre escrita e sobre leituras. Cada aluno deveria apresentar à turma dois trabalhos, independentemente do gênero proposto, e debater sobre eles, desde a questão estética (parágrafo bem alinhado e espaço entre os parágrafos) até a questão subjetiva (qual é a moral da história? Quais as metáforas utilizadas?). Foi dentro daquela salinha que eu aprendi a ouvir críticas construtivas (sobre o aprimoramento do texto) e a trocar experiências de escritor para escritor. Hoje trago a vocês quatro tópicos sobre coisas que os escritores ouvem e dizem, embutidas no que aprendi com o pessoal de Criação Literária. 


1. "Para aprender a escrever você tem que ler os clássicos".
Fui a uma oficina de construção de personagens patrocinada pela Feira do Livro da minha cidade (Porto Alegre) e nela o palestrante se utilizou de todos os exemplos possíveis de livros clássicos, daqueles que a gente sabe que existe, mas nunca tem vontade de ler. Acho válido avaliar os clássicos, mas como eu cresci (e talvez boa parte da minha geração) lendo literatura contemporânea - e tenho certeza de que a saga mais responsável por isso foi Harry Potter -, eu sinto muita falta das pessoas falarem sobre essa literatura. Infelizmente, é verdade que as pessoas tendem a glorificar os clássicos e a desprezar os contemporâneos, mas isso não quer dizer que você tenha de se conformar com isso. A gente escreve sobre o que gosta de ler. Vampiros, princesas, serial killers, o que seja. Não importa. O que importa é que a gente tem que parar de ter vergonha de dizer que ama um contemporâneo "para não ficar feio" na rodinha. Contemporâneos são ótimas bases para os escritores, sim! Ajuda-nos a saber sobre o que escrever e, acima de tudo, o que não fazer. 

2. "Escrita é só talento". 
A-cor-da! Você pode ter talento, sim, mas vai precisar aprimorar. Por isso, é importante que você leia livros sobre "como escrever" (muitos autores, a exemplo do Stephen King, escreveram livros assim, e são uma ótima teoria! Um livro ótimo que recomendo é A Arte de Escrever, de Schopenhauer). Vai precisar, também, de dicas de português (não interessa se você acha que é craque no português, sempre vai precisar estudá-lo! Dica de livro: O Guia Prático do Português, dividido em quatro volumes: ortografia, morfologia, sintaxe e pontuação). Não adianta achar que, só porque temos uma boa história, que podemos escrevê-la de qualquer jeito, porque, se você quiser publicá-la, pode apostar que as editoras irão ficar de olho no seu português! Muitas nem passam do primeiro capítulo se a escrita estiver horrível, sério. E aqui vai outra dica: antes de mandar para qualquer lugar, tenha sempre duas ou três betas-readers (pessoas que revisarão seu texto e consertarão os erros) para auxiliá-lo nesse processo. 

3. "Meus amigos amam o que eu escrevo".
Sim, eles amam porque são seus amigos. Sua mãe também. Ou seja, não vale mandar seus textos para alguém que tem um laço próximo a você, pois as respostas serão sempre complacentes. O que mais aproveitei na aula de Criação Literária foi justamente isso: o fato de meus colegas serem pessoas que eu não conhecia e que podiam avaliar meu texto com um olhar crítico aguçado, diferentemente dos meus amigos e dos meus familiares. É importante que a gente entenda que as críticas virão de todos os lados quando publicarmos um livro e que elas nem sempre serão "boazinhas", justamente porque essas pessoas estão avaliando o livro, não o autor do livro. 

4. "Escreva o que conhece".
Não tem uma afirmação mais furada do que essa. Outro dia, uma colega apresentou um texto que falava sobre o aborto, mas ela nunca passou por essa situação. Isso, no entanto, a desqualifica como escritora? E o que dizer dos vários e vários escritores que escrevem a partir da perspectiva feminina e arrasam nisso? Também estão desqualificados para sua profissão? Acontece que ser escritor é justamente sair da nossa zona de conforto, é expandir os limites entre "o que sou" e "o que o personagem precisa ser". Entenda que o autor não é o personagem do livro. O autor precisa se vestir de personagem para escrever sua história. É se fantasiar, inclusive, de outra pessoa. Ou seja, o personagem pode viver em Nova York, ser um serial killer e ser par romântico da Julia Roberts. Mas cabe ao autor manter a verossimilhança, e isso quer dizer que ele terá de investir numa pesquisa profunda sobre Nova York, sobre serial killers e sobre a Julia Roberts. Se todo escritor escrevesse o que conhecesse, o que seriam das histórias? O que seria de Jorge Amado, que nunca nem saiu da cidade dele? Escritor não precisa conhecer tudo, mas precisa saber fingir que conhece tudo. Google it sempre que necessário! 

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Você pode conferir o primeiro post das #Dicas AQUI. E mandar um e-mail com suas perguntas sobre o assunto para mundodanina@gmail.com

Love
Nina  

14 de dezembro de 2014

#Parcerias: Márcio Muniz e Anaté Merger

Fico feliz por anunciar que o blog fechou parceria com dois autores! Já há tempos eu gostaria de ter feito isso, mas achava que ninguém iria querer, porque meu blog é pequeno. Mas, como eu sempre digo que gosto de disseminar a leitura, aqui vai uma dica: se você também gosta do tema, não fique com receio de fechar parceria com escritores (só se atente ao fato da confiabilidade desses escritores. Converse com eles primeiro e analise as propostas deles). É um ótimo jeito de, tal como o book tour, divulgar os trabalhos dessas pessoas. 


MÁRCIO MUNIZ é carioca, 37 anos, romântico incorrigível e escritor por vocação desde os 12 anos de idade. Com formação técnica na área de eletrônica e também formado em Administração, o autor atualmente é pós graduando em Gestão de Pessoas e Gestão de Projetos. Publicou uma poesia no livro "Café Com Poesia" que faz parte da coletânea "Inspirar, Escrever e Sonhar", uma parceria entre o site Trecho de Livros e a editora Casa Cultura. Publicou também três poesias na coletânea "Entrelaços" da Darda editora. Teve um conto selecionado para participar da coletânea "Sombras e Desejos", organizado pela escritora Rô Mierling. E ainda é autor do livro de poesias “Vida e Verso em Prosa”, publicado de modo independente e também autor do livro de contos “Encontros como o amor”.
A página profissional do autor é ESSA.


Livros enviados para a parceria: Encontros com o amor e Café com Poesia. 


Encontros com o amor é um livro de contos sobre o amor, lançando pela editora Multifoco, dia 13/11. A página do livro é ESSA.

Poesia com Café é uma antologia que reúne poemas de diversas temáticas. 

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ANATÉ MERGER é formada em jornalismo e com um mestrado em comunicação internacional no Institut d'Études Politiques em Aix-en-Provence, Anaté Merger trabalhou por 17 anos como jornalista em várias emissoras de TV e jornais brasileiros até se mudar para a Provence em 2004.
Franco-brasileira, casada, dois filhos, Anaté Merger é empresária no ramo do turismo, além de contista das antologias Amores Impossíveis e Segredos de Família, organizadas por Lycia Barros.
O primeiro volume da série SagradoS - "A Aliança de Maria Madalena" - foi a estreia da autora no selo Ases da Literatura.
"Amor em Jogo" é o seu segundo romance.
Página da autora AQUI.


Livro enviado para a parceria: Amor em Jogo. 

Aos vinte anos, Alix perdeu os pais, a fazenda onde morava no interior da Provence e toda a esperança de ter um futuro.
Sem saída e rezando por um milagre, ele surge na forma de um emprego que parece ser extraordinário: durante três meses, ela vai trabalhar em uma mansão com vista para a baía de Saint-Tropez por um salário milionário.
O proprietário é Clif Forestier, um astro do cinema excepcionalmente belo, extremamente rico e cinicamente sórdido. O oposto de Nathan, um jovem comerciante sensível e cativante, por quem ela começava a sentir algo especial até que o encontro explosivo com o ator desperta em Alix sensações que ela desconhecia.
O verão começa e, aos poucos, ela percebe que é apenas uma carta do baralho no qual luxo, mentiras e sexo fazem parte de um contrato que coloca muito mais do que a sua dignidade em jogo: se quiser descobrir e ganhar quem realmente ama, Alix vai precisar enfrentar os seus demônios e apostar alto.
As cartas estão na mesa. Uma nova partida da "Confraria de Ases" vai começar!

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Em breve, as resenhas estarão disponíveis! 

Love
Nina  

10 de dezembro de 2014

#Um coração que está por empréstimo

O blog está sorteando dois KITS de livros (cada um com três livros) em parceria com outras blogueiras, não é o máximo? Para concorrer ao sorteioCLIQUE AQUI. E BOA SORTE!

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Não repara na minha letra horrível, viu? Não pretendia lhe escrever e tinha jurado nunca fazer isso, mas acordei no meio da noite com a sensação de que lhe devia algo. O quê, não sei bem. Talvez umas daquelas palavras que te prometi certa vez. Não sei por que vivo te prometendo esse tipo de coisa, quando sei que é sempre como cair no buraco. E isso me deixa louca. Você tá me deixando louca, camarada. E a gente tem que acertar umas coisas. 

Lembro daquela vez que você me perguntou: autenticidade pra quê? Ninguém mais acredita nessa merda de autenticidade! Não sei se é porque sou quem sou, ou simplesmente porque te conheci, mas acredito que você também fez a sua parte nessa merda de autenticidade, sabe? Você, de começo, se revelou um filho da mãe dos grandes, e eu ri da sua desgraça. Me achei melhor do que você, sabe? Mas eu estava tão decadente quanto você. No fundo do poço mesmo. E daí você me apresentou ao seu eu verdadeiro. E, caramba, tudo fez sentido. Você reclamou tanto dessa coisa estúpida de "ser autêntico" que se esqueceu que todos temos um pouco disso dentro de nós. Não tem graça viver se estamos sempre nos anulando. E eu não quero me anular. 

Estava errada em negar o quanto a vida pode ser linda. Estava errada em trancar o meu talento comigo e nunca te levar pra minha casa, pra gente ser juntos. Pra encontrar um caminho durante a madrugada, com as nossas canções bregas preferidas. Estava errada ao sorrir triste enquanto prometia uma reviravolta completa da minha vida de merda. Estava errada ao rir enquanto você me contava sobre como tinha tudo e largou a felicidade por algumas garrafas perdidas na noite. 

Sei lá. Acho que eu sempre estive errada. Dá pra perceber, né? Acho que, no fundo, sinto muito. Queria ter dito palavras bonitas pra te acalentar e ter escrito aquela música que mudaria a minha vida para sempre. Mas acho que não sou esse tipo de garota. Não saio por aí dizendo que vou conseguir as coisas. Não arrisco quase nunca. Mas aí você me achou. Disse qualquer coisa com seus olhos ejetados, e eu aceitei tomar aquelas cervejas contigo. Sei lá, foi a época da decadência pra nós dois. A gente só queria alguma coisa para o que viver. E a gente começou a viver. Por mim. Por você. Por nós dois. 

E aquelas estrelas perdidas, daquela mesma velha canção, ficaram pra trás. Porque a galáxia explodiu, levando todas elas, sobrando só aquele pó que brilha mais do que as nossas almas. Acho que podemos afirmar que há felicidade, certo? A gente não seguiu Deus, ou os ensinamentos da estrada, mas estamos aqui. Talvez meio ferrados, mas não mais no fundo do poço. Não estamos mais lamentando, nem dizendo palavrões ao vento. Porque não adianta mais. 

Você me deu uma razão. 
E eu percebi que a vida escolhe a gente. 
A vida define a gente. 
Mas ela não pode fazer mais do que nos apontar uma direção. E lá vamos nós, para cima ou para baixo. Mas a vida sempre dependeu da gente, meu camarada. Acho que é aquela coisa da autenticidade que você tanto detestava. A vida nos dá uma paixão autêntica, mas depende de nós em que vamos transformá-la. 
Em que se transformou a sua paixão, querido? O que você fez com ela? Não vá me dizer bobagens, hein? E vamos parar com essa coisa de "minha vida era uma merda". Sua vida era o que você ofereceu a ela. 
Ofereça um tiquinho de paixão a ela dessa vez, viu? Não é o final da linha. Se for preciso, recomece. Seja uma nova razão para si mesmo. Não dependa de mim dessa vez. 

Love
Nina 

7 de dezembro de 2014

#Resenha: Justa Causa

Conheci Justa Causa em um dos grupos do Facebook sobre livros e, posteriormente, a Gislaine. Eu só estava esperando o book tour desse livro sair para eu me juntar a ele, juro. 






Título: Justa Causa
Autora: Gislaine Oliveira
Editora: Clube de Autores
Páginas: 161
Ano: 2014









Justa Causa começa com Déia dizendo à sua irmã como foi o seu primeiro dia de trabalho numa multinacional. Ela recapitula um pouco desse dia com lembranças de Diego, o qual ela não sabia que era o dono da empresa. É a primeira "pisada de bola" com seu chefe. Déia, que não tem o costume de chamá-lo de "senhor", arranja outros problemas ao longo de seus dias, como por exemplo, uma iminente demissão. Quando ela enfim se convence de que vai ser mesmo demitida, vem a surpresa: o senhor multinacional a oferece o cargo de secretária particular. É rápido que ela se vê apaixonada por ele, embora ainda insista em seu ex. Com algumas reviravoltas engraçadinhas, as vidas de Déia e Di se entrelaçam de forma inegável. É importante salientar (já ia esquecendo, na verdade, haha), que ela tem 18 anos, enquanto ele tem 32. Ainda assim, a relação deles é tão espontânea que, para o leitor, a diferença de idade praticamente não existe. Eu mesma me esquecia da idade deles o tempo todo. 

A trama é uma comédia romântica daquelas bem nacionais: é um pouco tola de vez em quando, mas rende algumas risadas. Quanto aos personagens, não senti conexão alguma com eles. A Déia é um pouco infantil (se ela tivesse 15 anos, não haveria diferença alguma, por exemplo), no entanto, Diego é o puro charme da nação (haha). Ele é realmente um doce; às vezes exagerado demais, mas nada imperdoável. 

O que mais gostei neste livro é que há uma storyline de plano de fundo, que é toda a armação da família de Diego para retirá-lo da empresa. Embora Di esteja frustrado com isso, é com muita facilidade que ele aceita a condição de perder a parte de suas ações (nesse quesito, eu achei um pouco forçado e inverosímel demais). Ainda que, tecnicamente, ele não seja mais o senhor multinacional, Deia o conforta - dá para perceber que, para ela, não importa o que ele é, mas quem ele é - e, juntos, decidem construir um futuro (essa parte também ficou meio forçada e nonsense, pois o futuro que ele quer construir é abrir uma petshop. Tipo, WHAT??). O final (a última página mesmo) é a minha segunda coisa preferida neste livro: romântica, mas real.

A leitura é muito rápida, pois é um livro bastante pequeno (eu consegui lê-lo numa noite! #TemosUmRecord). A diagramação e a revisão, a meu ver, deixaram a desejar, pois eu mais prestava atenção nos erros do que na história (sim, eu sou dessas leitoras chatas #TôNemAí). De forma geral, é uma história bastante cativante, daquelas fofas que poderiam virar um filme fofo (juro!). 
Sim. Isso era amor. Ou Suicídio. O que você preferir. 

SOBRE A AUTORA:

GISLAINE OLIVEIRA tem 21 anos. É autora dos romances Justa Causa (publicado independente pelo Clube de Autores) e Os Sonhos de Rita (publicado pela editora Novo Romance). Blogueira do blog Profissão Escritor e redatora freelancer. Sempre gostou de escrever, mas foi apenas nesse ano que resolveu dar seu grito de independência e então abandonar o sonho dos pais para viver o seu.





Love
Nina 

5 de dezembro de 2014

#Sorteio de Natal

Já fiz dois sorteios no blog e esse terceiro tem um motivo especial: é Natal, gente! Quem é que não ama ganhar presentes? Ainda mais se são LIVROS??? Pois sim, você pode acabar ganhando mais presentes do que imaginou neste Natal, olha que beleza! 
Reuni alguns blogs e, juntos, iremos sortear SEIS LIVROS para vocês. 



A promoção consiste em DOIS KITS. 

Kit 1: O Projeto Rosie - Graeme Simsion (oferecido por mim)
          Um Estudo em Vermelho - Arthur Consn Doyle (oferecido pela Karla, do blog Livro Arbítrio)
          Para Onde Ela Foi - Gayle Forman (oferecido pela Nilda, do blog Os Nós da Rede)

Kit 2: Piores Inimigas/Melhores Amigas - Annie Bryant (oferecido pela Marcela, do blog Read Like Us)
          Mary Poppins - P. L. Travers (oferecido pela Ana, do blog Seis Milênios). 
          A Cabana - William P. Young (oferecido pela Raquel, do blog Do Lado da Janela

Regras obrigatórias:
1. Seguir publicamente os blogs.
2. Curtir as páginas dos blogs no Facebook. 

Jura, só isso? Sim, mas tem chances extras (ou seja, opcionais). São essas aqui:
1. Seguir o twitter do blog Nina é uma AQUI.
2. Seguir o twitter do blog Livro Arbítrio AQUI
3. Twitar a frase que está na caixa do Rafflecopter (válido apenas UMA VEZ por dia).
4. Comentar NESTA postagem. 
5. Compartilhar a imagem do sorteio publicamente na sua linha do tempo (válido apenas UMA VEZ por dia).  - IMAGEM AQUI
6. Seguir a página do Nina é uma no Google+ AQUI.

Atenção:
1. O sorteio começa dia 05/12 à meia-noite e termina dia 05/01, à meia-noite (do dia 04 para o dia 05). 
2. Os vencedores serão contatados via e-mail e têm cinco dias úteis para respondê-lo. Caso não haja resposta, outro ganhador será escolhido e divulgado na página do Facebook. 
3. Os livros serão enviados para os ganhadores até uma semana depois do encerramento do sorteio. Cada blogueira ficará responsável pelo livro cedido. 
4. O primeiro vencedor leva o primeiro kit, enquanto o segundo, leva o segundo kit (não, não dá pra trocar). 

a Rafflecopter giveaway

Que a sorte esteja com você! 


Love
Nina 

29 de novembro de 2014

#TOP 5: quotes de filmes

Mais um TOP 5, YAY! Dessa vez escolhi cinco filmes que têm frases que amo! Infelizmente tive de tirar Intocáveis da lista, pois não achei quotes dele. No lugar de Intocáveis, escolhi Her.

1. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain: esse é clássico, todo mundo deve conhecer. Esse filme fica em segundo lugar na lista dos meus preferidos (perde para Intocáveis). A primeira frase meio que define boa parte do enredo do filme e, inclusive, a minha vida. O amor que sinto por esse filme é infinito 






2. Forrest Gump: depois de muito tempo apenas pegando o final, consegui assisti-lo inteiro. Minha mãe tinha dito que era muito chato (e eu tenho certeza de que ela nem entendeu o filme, segundo o que ela me explicou, rs), mas eu simplesmente amei. Sim, ele é longo e um pouco monótono, mas não tem como não amar essa história. 


3. As Vantagens de Ser Invisível: confesso que o livro deixou muito a desejar, mas o filme é incrível. Um dos meus preferidos; não tem como não chorar no final, ou ficar em depressão. Fiquei, durante dias, sem pensar em outra coisa, após vê-lo. 





4. O Diário da Princesa: o filme deixa a desejar, por não ser totalmente fiel aos livros (por exemplo, o que aconteceu com a avó da Mia? Quem já leu os livros sabe que Grandmère é uma bruxa). Mas, por ser uma adaptação da minha série literária preferida, preciso confessar que há alguns quotes muito bons. 



5. Her: se tornou um dos meus queridinhos. É sensível e encantador, super recomendo. E os quotes são perfeitos! 



O que acharam dos quotes e dos filmes? Qual é a lista de vocês? 

Love,
Nina