28 de setembro de 2014

#Playlist: minha semana

Então, minha gente, decidi fazer uma playlist com as músicas que não saem da minha cabeça, porque acho que todo mundo aaaama música pra viver e acho digno dividir com vocês as mais lindas que estão fazendo a minha semana toda revoltada de provas (se você ouviu alguém chorando, sim, sou eu!).



1. Eu descobri essa lindeza pelas minhas andanças madrugadoras pelo Youtube. Quem já jogou The Sims 3 já deve tê-la ouvido (nunca mais joguei The Sims, mas é isso que o pessoal estava falando nos comentários do vídeo). E o que dizer dessa coisa mais amada de clipe? Apenas estuprando o botão repeat!


2. Youtube manda um olá e um beijo de agradecimento pelo crédito, de novo. Não acho que tenha música que mais me acalme do que esta! Poderia ouvi-la repetidas vezes! 


3. Taylor Diva Momsen sambando na cara da sociedade e dizendo que não vive apenas de músicas satânicas, minha gente! A injustiça existe e é definida pelo pouco tempo dessa perfeição!


4. A relação que tenho com essa música pode ser definida em: paixão avassaladora. Um amigo me apresentou a ela, e ainda não consigo parar de escutar essa melodia lindinha na minha cabeça!


5. Amo/sou músicas francesas, porque sou daquelas que pre-ci-sam ver filmes franceses pra sair da rotina do clichê hollywoodiano. Eu já falei dela antes: está na trilha sonora do filme  Le Skylab (post aqui). Até hoje, volta e meia, tô escutando essa lindeza! Foi até trilha sonora de um trabalho da faculdade de tanto amor, haha!



6. Culpa do Augusto de novo!
    Ô, homem! HAHA. 
    Mas tem como não amar essa fofura? 


7. Não ouço muito o Nando Reis ~vergonha na cara~ 
    Mas estava eu procurando umas músicas para colocar na introdução de um novo livro e lá apareceu Declaração de amor e nem preciso de dizer que tô que nem babona com ela, né? Nando Reis tem uma delicadeza que só ele consegue, cara! Ô, cara mais amor! 


8. Youtube fazendo a sua mágica de encontrar músicas que são a minha cara! Como eu aaaamo esse estilo, gente!


9. Quem ama Elementary levanta a mão o/ 
    É da trilha sonora do seriado! Nem fiquei completamente obcecada por ela, imagine!


10. Acho que alguém (por favor, se manifeste) já deve ter escutando essa. 
     Se você conheceu o The Civil Wars com Safe & Sound, da trilha sonora de The Hunger Games, cê precisa se desculpar com o Sirius Black HAHAHA (um dia você vai entender isso, juro). 
    Essa é a música mais linda do universo inteiro e se você discordar, Sirius Black vai ir atrás de você! 


11. Taylor Diva Momsen: o retorno!
      Mal acreditei na perfeição dessa música quando a escutei a primeira vez.


Sim, 11 músicas. Ô playlist mais maravilhosa! 
Se você não escutou TODAS tô eu aqui te amaldiçoando, ok? Tá perdendo de conhecer músicas FANTÁSTICAS! 
Não esqueça de comentar a sua favorita, tá bom? 

Love
Nina 

21 de setembro de 2014

#Resenha: Azul é a cor mais quente

Oi, gente! 
Hoje eu trago a vocês a resenha de Azul é a cor mais quente (faz tempo que não posto sobre filmes, né?). Desde que estreou eu queria ter tido a oportunidade de assisti-lo, por causa das críticas, mas acabou que não pude ir ao cinema vê-lo, porque trabalhava e tal. Mas tive a oportunidade de vê-lo pelo youtube aqui (com legendas em português) na semana passada e somente estou fazendo a resenha porque eu preciso parar de pensar nele, haha! 


Título Original: La vie d'Adèle
Direção: Abdellatif Kechiche
Nacionalidade: França
Duração: 180 minutos
Ano: 2013




O filme é baseado no romance gráfico Le Bleu est une couleur chaude, de Julie Maroh, que narra a vida de uma garota que se apaixona por outra e tem de lidar com as consequências deste amor. Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes, a adaptação tem uma duração longa (três horas), A princípio, isso já nos deixa com preguiça - mas, como eu adoro filmes franceses, eu encarei numa boa. Assistia meia hora e ia fazer outra coisa e, no fim, deu tudo certo. 

Somos apresentados à Adèle, uma adolescente no último ano do colégio que tem uma vida, aparentemente, meio chatinha. Há vááárias cenas monótonas mostrando-a no ônibus à caminho da escola, ou dormindo. Acho que tentaram dar um ar de continuidade com essas cenas, não sei. Sei que, sem elas, daria na mesma. Dá para perceber que ela é muito angustiada e solitária e que busca algo na vida, uma espécie de salvação. Tive a impressão de que ela apenas queria ser aceita e, mesmo que um colega de escola gostasse dela, aquilo não era o bastante. É uma personagem bastante confusa quanto ao que quer, em termos amorosos. Até que ela se encontra com Emma, uma garota mais velha, na rua. Elas se olham e Adèle fica com Emma na cabeça. Acho que foi uma coisa meio "amor à primeira vista". 

Os dias se passam. Adèle vai a um bar gay e, ocasionalmente, encontra-se com Emma. As duas conversam e a coisa fica por aí. Mais dias se passam e Emma aparece na escola de Adèle. As amigas de Adèle logo ficam querendo saber quem é Emma e começam a falar que, se Adèle é gay, era melhor ter contado. Essa é a única parte "com ação": há uma briga entre Adèle e seu grupinho, com puxões de cabelo e tal. Mas é bom salientar que Adèle não se importa realmente se é, ou não, lésbica. A meu ver, creio que ela não seja. Ter ficado com Emma foi apenas uma reação a sua solidão. Creio que ela encontrou alguém que a aceitava como era - apesar de algumas situações quanto à sua carreira de professora - e não quis saber se a pessoa era um homem ou uma mulher, e mergulhou de cabeça. E tem outra: não acho que havia muito amor entre elas; creio que o tema era sobre o amor entre duas mulheres, mas, talvez pelas cenas de sexo, fiquei com a impressão de que era somente isso: sexo. E eu nem achei que elas se combinavam, de forma geral. Acho que as cenas bizarras de sexo acabou um pouco com o "romance". 

O filme inteiro é bastante cru, bastante real. E é muito fácil dizer que aquilo que se passa na tela poderia acontecer com qualquer um. Talvez não seja uma coisa com a qual todos possam se identificar, mas é inegável que passa muita veracidade. Há um espécie de "doçura" na trama, mas não posso deixar de dizer que, a meu ver, é um filme forte, que choca por vezes. 

Emma é mais velha, então tem uma bagagem cultural maior e pensa grande. Isso, às vezes, faz com que elas entrem em brigas implícitas e explícitas. Adèle quer ser professora, e apenas isso. Talvez, pelo fato de Emma ser uma artista (ela é pintora), tenha uma mente muito diferente da de Adèle. 

É bom salientar que Adèle, em momento nenhum, se sente culpada por estar com Emma. Ou seja, ela não tenta se martirizar por aquele amor. Aliás, elas nem passam por muitos preconceitos (nada além da cena da briga na escola). Claro que, no mundo perfeito, isso é que deveria acontecer, mas achei que faltou muita reação das pessoas ao redor, inclusive dos pais da Adèle. Aliás, os pais dela são algo nonsense demais, porque depois que as duas começam a namorar, Adèle se muda para a casa de Emma e não dá pra saber se seus pais estão, ou não, de acordo, ou o que pensam da situação. A meu ver, existem cenas que aceleram demais (e que deixam muitas perguntas) e outras que desaceleram e que não precisariam de tanto enfoque. 

De forma geral, é um filme ok pra se ver quando se tem bastante tempo livre. De modo algum você vai se arrepender, mas vai achar muitos pontos negativos (pelo menos, eu achei). A temática é, em si, inusitada e acho que merece destaque justamente por isso. Como supracitado, não achei que o que existia entre elas era amor (do tipo real mesmo), mas acho que essa interpretação vai de pessoa pra pessoa. As atrizes estão de parabéns, são ótimas e convincentes. Acho que ambas entraram nas personagens e nas cenas de um modo que é impossível dizer que, ao menos neste quesito, haja um ponto negativo. Acho que as atrizes são justamente o ponto mais forte do filme, pois elas são autênticas e passaram muita autenticidade às suas personagens. 






E aí, quem já viu? E qual é a sua opinião? 


Love
Nina  

14 de setembro de 2014

#Resenha: As Brumas de Avalon - A Senhora da Magia

Hoje trago a vocês o primeiro volume de uma série sensacional: As Brumas de Avalon. Provavelmente, muitos conhecem de nome, mas nunca leram. Desde Harry Potter eu não fico tão viciada por uma série deste gênero!

Título Original: The Mists of Avalon 
Autora: Marion Zimmer Bradley
Editora: Imago Editora
Páginas: 286
Ano: 1982
(infinitos )


A história de passa na Idade Média (oh, really?). Pra quem não sabe, a série traz à tona a lenda do Rei Arthur. Desde o começo somos apresentadas à Igraine, irmã da Senhora do Lago, Viviane, e irmã também de Mourgause. Igraine é casada com o Duque da Cornualha, o Gorlois, com quem tem uma filha, a Morgana, que ainda tem quatro anos no começo da trama. Logo nas primeiras páginas, Igraine recebe a visita de Melim e a Senhora do Lago, no castelo de Tintagel. A visita é composta por uma espécie de profecia: Igraine vai conceber o próximo Duque da Bretanha, que unificará a região. E, para tanto, ela tem que se deitar com Uther Pendragon, traindo, assim, seu marido. 

"- Precisamos ter nosso próprio líder, que possa comandar toda a Bretanha. Sem ele, quando se juntarem contra nós, toda a Bretanha cairá, e, por centenas e centenas de anos, viveremos em ruínas sob os bárbaros saxônicos. Os mundos separar-se-ão irrevogavelmente, e a lembrança de Avalon não restará nem mesmo na lenda, para dar esperanças à humanidade (...) "os mundos voltarão a se juntar, um mundo com lugar para a Deusa e para o Cristo, para o calderão e a cruz. E esse líder nos unificará"" - p. 27.

A princípio, Igraine reluta bastante, mas conforme os dias se sucedem, ela começa a aceitar a ideia. Ela e Gorlois embarcam numa viagem para os líderes discutirem sobre o futuro da Bretanha, após que Ambrósio, o atual Duque, que está muito doente, morra. Acontece que Ambrósio realmente vem a falecer e começa a ocorrer inúmeras conferências para decidirem o novo Duque. Igraine é apresentada à Uther na missa da manhã que Ambrósio morre e pensa que ele é muito desastrado para ser o novo Duque. Uther é uma espécie de grandalhão desajeitado e muito louro; na verdade, ele me agradou bastante. Uther é apenas alguns anos mais velho que Igraine e ela, ainda confusa, começa a sentir atração por ele. Gorlois começa a desconfiar dos dois e se tornar violento com a esposa, mesmo que ela jure que não o está traindo (e, realmente, ela nunca beijou Uther). 

Gorlois, cego pelo ciúme, declara guerra contra Uther. Igraine fica desesperada, é claro, e começa a buscar pelas Visões, além de sonhar com Uther. Num dos sonhos, ela percebe que já o conhece de outras épocas (leia-se: "outras vidas") e se dá conta que é por isso que tem uma afeição grande por ele. Uther ganha a guerra, depois de Igraine lhe avisar, via espírito, que ele corre grande perigo nas terras de Gorlois. Quando o inverno chega, Merlim visita Igraine, dizendo que está trazendo o Duque da Cornualha, mas, na verdade, é Uther. Nesta noite, eles se declaram e vão pra cama. No dia seguinte, ficam sabendo que Gorlois está morto, de modo que, agora, Uther é o novo Duque da Cornualha e está reivindicando suas terras e sua castelã. Uther e Igraine acabam se casando. 

Rainha. A palavra provocou-lhe um estremecimento. Fora para isso que havia feito tudo aquilo, fora para isso que nascera. - p. 138. 

Essa é a primeira parte do livro. Não há uma separação real, mas sempre que Morgana fala em primeira pessoa, eu senti que havia um pulo no tempo (que realmente acontece). Em sua fala, Morgana confessa que nunca sentiu amor por seu irmão, Arthur, porque sua mãe sempre está tão ocupada em amar Uther, que Morgana tem de ficar cuidando do bebê o tempo todo. 

É falado muito sobre um cisma na Bretanha. É nos dito que cristãos e druidas (sacerdotes celtas como Merlim e Viviane) viveram lado a lado muito tempo atrás, mas que a magia druida retiraram a ilha de Avalon do âmbito humano e que, agora, ela estava escondida nas brumas. Merlim e Viviane vivem na ilha e, como estão ficando velho, precisam de aprendizes e herdeiros. Viviane, que não teve filhas para deixar Avalon nas mãos, decide levar Morgana para a ilha e ensiná-la a magia e a devoção à Deusa. Cristãos e druidas, agora, são inimigos. É mais ou menos o que houve nos cismas do Oriente e Ocidente, no entanto, Merlim ainda diz que todos os deuses são um só. 

"- Em nome do Cristo, ordeno-lhe que se vá! Em nome de Deus, volte para o reino das trevas de onde veio!
A risada clara de Merlim ecoou pelas paredes.
- Bom irmão em Cristo - disse ele -, seu deus e o meu deus são a mesma coisa. Você realmente acha que eu desapareceria com o seu exorcismo? Ou acha que sou algum maléfico espírito das trevas? Não, a menos que você considere a caída da noite de Deus como o advento das trevas!" - p. 127.

Merlim, que é um dos magos mais conhecidos, se revelou um grande personagem neste livro. Com certeza, eu, que pouco conhecia sua história, percebi que ele é uma pessoa que merece um respeito gigante, afinal, ele não é do tipo que defende a morte dos cristãos apenas porque é druida. Essa parte da trama fala muito sobre fé e é impossível não trazer a história para os dias de hoje, onde os cristãos ainda são intolerantes. 

Mas a história, agora, se ruma para Avalon, onde Viviane escolariza Morgana na magia e no amor à Deusa. A princípio, Morgana fica encantada com tudo e diz que nunca poderia odiar sua tia. Isso se mostra verdadeiro, até uma das outras mulheres ter uma visão sobre o Grande Casamento (uma espécie de "orgia" entre as mulheres ainda virgens e os homens do outro lado). Morgana, mesmo relutante, aceita fazer parte da profecia. Então, Morgana se encontra com o Rei-Gamo (que é Arthur), que precisa matar um gamo real, e como Deusa e Deus, eles concebem o ato do Grande Casamento. No dia seguinte, Morgana e Arthur finalmente se reconhecem e Morgana sente muita raiva de Viviane. Antes disso, Morgana havia feito uma bainha carregada de magia para a espada de Arthur, a Excalibur, impedindo que ele se ferisse nas batalhas. Depois do Grande Casamento, Arthur é assumido Rei e tem a missão de unificar a Bretanha e agradar cristão e druidas. 

Sinto muito se dei MUITOS spoilers, mas a verdade é que TUDO é de grande importância para a trama. Como podem ver, é um livro que trata muito de destino e fé. Os personagens são muito bem construídos, cada um com fortes características e opiniões próprias. A escrita não é simples e demora um pouco para se habituar a ela. Eu senti muito dificuldade de me adentrar na história no começo, pois, por mais que eu já conheça a lenda, parecia que eu nunca tinha lido nada a respeito. Mas, depois que a confusão passa, é impossível parar de ler esta preciosidade! Lembrando que este é o primeiro livro (de quatro) da série. 

Em breve, posto a resenha do segundo livro, pois os quatro estão na biblioteca da minha faculdade. Sempre senti vontade de ler As Brumas de Avalon, mas tinha muita preguiça de começar. Mas pode apostar que, assim que você se apaixona pelos personagens e pelos rumos da trama, você não vai conseguir parar de ler até que a última página apareça! 

Love
Nina 

10 de setembro de 2014

#TOP 5: covers

Dessa vez trago os covers que mais tenho escutando.
Querem descobrir quais são?

1. Radioactive - The Macy Kate Band & Kurt Schneider (Imagine Dragons).
Apaixonei-me de imediato pela voz poderosa da Macy, sério. Eu já adorava a versão original, essa então... Simplesmente incrível!

2. Demons - Sam Tsui & Max (Imagine Dragons)
Pode ser mais amor que isso, minha gente? Adorei o modo como as vozes deles se casaram, e como eles conseguiram manter a harmonia mesmo que cada um tenho um timbre totalmente diferente do outro! 

3. Chasing Cars - Boyce Avenue (Snow Patrol)
Foi a primeira música deles que ouvi e depois disso tenho que dizer que Boyce Avenue é muitoamô e conquistou totalmente o meu coração. Eu já amava a versão do Snow Patrol, essa então se superou no quesito "ganhar o coração da Nina", sério. 

4. Counting Stars - Alex Goot, Kurt Schneider e Chrissy Costanza (OneRepublic)
Confesso que ainda sou viciada nessa canção e quando descobri este cover foi simplesmente amor à primeira nota. Achei incrível como essa menina pôde exibir tanto talento numa só música!

5. My Hero - Paramore (Foo Fighters)
Meu xodó forever. Conheci essa música bem no começo do meu amor pelo Paramore e até escrevi uma fanfic baseada nela HAHA. 

Já conheciam esses covers? O que acharam? 

Love
Nina 

5 de setembro de 2014

#TAG: dias da semana em livros

Vi uma TAG muito tentadora no Infinitas Vidas sobre livros e resolvi fazer. 

Domingo – Um livro que você não quer que termine ou não quis que terminasse.

Esperei ler O Diário da Princesa - Para Sempre por muito tempo, e quando o li foi muito rápido. E foi inevitável que eu chorasse no final (na verdade, eu sempre choro quando o releio), porque eu cresci com essa série literária e foi difícil aceitar que ela tinha acabado. Mas, para a alegria dos fãs da Meg Cabot, um spin-off vai sair, contando sobre o casamento da Mia e do Michael  





Segunda – Um livro que você tem preguiça de começar.
A Guerra dos Tronos (George R. R. Martin) é uma série que me dá preguiça só de pensar nela. Acho muito interessante a trama, mas acho que nunca começarei a ler. Aprecio a temática, mas acho que o tamanho dos livros e o número gigantesco de personagens desanime os leitores. 











Terça – Um livro que você empurrou com a barriga ou leu por obrigação. 
O Fiasco, de Imre Kertész, me chamou a atenção por ter ligação ao processo de se escrever um livro. Mas logo me arrependi, pois a leitura é massiva e confusa. Suportei ler até o final apenas porque não consigo deixar um livro pela metade, por mais chato que ele seja. 











Quarta – Um livro que você deixou pela metade ou está lendo no momento.
Decidi escolher o livro que estou lendo no momento, que é O amor nos tempos do cólera. Muito bem escrito e muito bem delineado, este livro está se tornando um dos meus preferidos. Um clássico que todo leitor deveria ler! 












Quinta – O livro de quinta. Um livro que você não recomenda.
Quem é você, Alasca? foi o escolhido sem eu pensar muito, porque é um livro que não me acrescentou nada e, apesar de admirar muito o John Green, acho que esta não é uma história muito marcante - senti muita raiva e decepção ao ler. 












Sexta – Um livro que você quer que chegue logo (lançamento ou compra).
Fangirl é um livro que, desde que li Eleanor & Park, espero para ler. Não somente porque amei a escrita da Rowell, mas porque o tema é sobre fanfics (e eu sou fanfiqueira há quatro anos com muito orgulho, hehe!). Já soube que, finalmente, ele foi lançado aqui no Brasil e espero comprá-lo o mais rápido possível *-* 











Sábado – Um livro que você quis começar novamente assim que ele terminou.
O Apanhador no campo de centeio é o livro mais especial que já li este ano. Eu nunca tive interesse em lê-lo, mas quando o li, foi uma surpresa incrível, pois se tornou um dos meus preferidos. Este é outro clássico que todo leitor deveria ler, também! 












Love
Nina