29 de novembro de 2014

#TOP 5: quotes de filmes

Mais um TOP 5, YAY! Dessa vez escolhi cinco filmes que têm frases que amo! Infelizmente tive de tirar Intocáveis da lista, pois não achei quotes dele. No lugar de Intocáveis, escolhi Her.

1. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain: esse é clássico, todo mundo deve conhecer. Esse filme fica em segundo lugar na lista dos meus preferidos (perde para Intocáveis). A primeira frase meio que define boa parte do enredo do filme e, inclusive, a minha vida. O amor que sinto por esse filme é infinito 






2. Forrest Gump: depois de muito tempo apenas pegando o final, consegui assisti-lo inteiro. Minha mãe tinha dito que era muito chato (e eu tenho certeza de que ela nem entendeu o filme, segundo o que ela me explicou, rs), mas eu simplesmente amei. Sim, ele é longo e um pouco monótono, mas não tem como não amar essa história. 


3. As Vantagens de Ser Invisível: confesso que o livro deixou muito a desejar, mas o filme é incrível. Um dos meus preferidos; não tem como não chorar no final, ou ficar em depressão. Fiquei, durante dias, sem pensar em outra coisa, após vê-lo. 





4. O Diário da Princesa: o filme deixa a desejar, por não ser totalmente fiel aos livros (por exemplo, o que aconteceu com a avó da Mia? Quem já leu os livros sabe que Grandmère é uma bruxa). Mas, por ser uma adaptação da minha série literária preferida, preciso confessar que há alguns quotes muito bons. 



5. Her: se tornou um dos meus queridinhos. É sensível e encantador, super recomendo. E os quotes são perfeitos! 



O que acharam dos quotes e dos filmes? Qual é a lista de vocês? 

Love,
Nina 

25 de novembro de 2014

#Resenha: Jogos Vorazes: A Esperança – Parte I

Depois me muita ansiedade, finalmente fui conferir Jogos Vorazes: A Esperança  Parte I. Estou há horas tentando processar meus sentimentos com relação ao filme para começar a resenha, espero que dê certo agora.

Título Original: The Hunger Games: Mockingjay  Part I
Direção: Francis Lawrence
Ano: 2014
Duração: 2h3min
Nacionalidade: Estados Unidos
Gênero: Ação/Drama


Fiquei muito feliz por este terceiro filme conseguir captar o clima obscuro da trama, recheada de drama e oscilações sentimentais. Conseguiram muito bem passar a imagem da Katniss do terceiro livro, alguém traumatizada e que tem que lidar com conflitos internos no que toca a questão de ser, ou não, o Tordo e de seus sentimentos por Peeta. Outro ponto positivo que, desde o primeiro filme já está salientado, mas que se torna mais evidente neste último é o fato de a história ser narrada em terceira pessoa, o que nos deu mais liberdade para saber o que estava ocorrendo nos outros distritos (ainda que eles apareçam em momentos específicos; na minha opinião, as rebeliões poderiam ter sido mais exploradas).

De maneira geral, o filme alcançou as minhas expectativas, ainda que seu ritmo seja cadenciado. Há momentos de ação e de calmaria, o que contribuiu para balancear as cenas e para entendermos os sentimentos de Katniss. A personagem, em diversas partes, se mostra chocada com toda a destruição propiciada pela Capital nos outros distritos. Aqui há uma diferença entre esta Katniss para a Katniss dos outros filmes. Nos dois primeiros, ela luta por sobrevivência com bravura, no entanto, neste terceiro, ela deixa que seu lado forte seja suplantado pelo desespero e pela incerteza. Todos querem que ela seja o Tordo, mas dá para ver que ela está destruída por dentro e que, por mais que queira lutar pela revolução, não aguenta mais tudo o que está acontecendo só para atingi-la.

É preciso ressaltar que os filmes da trilogia são realmente muito fiéis aos livros, são raras as cenas que se destoam. No entanto, eu senti falta das conversas da Prim com a Katniss, porque tem uma em especial que me marcou demais quando li o livro e que acho que deveria ter sido filmada. É essa aqui:
– Katniss, não acho que o presidente Snow vai matar o Peeta. Se ele fizer isso, ele não ter mais ninguém que você queira. Ele não vai mais ter nenhuma forma de ferir você.
– Então, o que você acha que vão fazer com ele?
– O que for necessário para quebrar você.
De certo modo, a essência da cena acabou acontecendo, mas de outra maneira. Ainda assim, eu senti falta dessa conversa específica entre elas, pois mostra o quanto a Prim é uma personagem muito parecida com a irmã, corajosa e inteligente.

As cenas do Peeta ficaram incríveis, conseguiram totalmente captar cada momento de transformação dele. A única reclamação que tenho é que, na cena do resgate dos tributos (Peeta, Johanna e Annie), toda a ação em si nos foi privada e só ficamos sabendo que eles estão salvos depois. Gostei do fato do Gale dizer que a operação foi fácil demais, pois, quem leu o livro, sabe o porquê. O reencontro de Katniss e Peeta ficou simplesmente mais que perfeito, muito melhor do que a cena no livro. Deu para entender o quanto Peeta mudou e se tornou uma "arma" contra Katniss.

Diversas vezes eu percebi que estava sentindo tudo o que Katniss sentia quando estava em campo, a exemplo da destruição do 12 e o bombardeio no hospital. Minha reação foi exatamente essa em todas as vezes:


If we burn, you burn with us!
Com certeza, foi a fala mais aguardada. Logo que saiu o teaser com essa parte, eu já fiquei toda empolgada e ver a cena no filme foi incrível. Com certeza, uma das melhores. 




The Hanging Tree
Desde a primeira vez que escutei esta música (na voz da Jennifer Lawrence) eu soube que, no filme, ela seria épica. E não deu outra: o acontecimento desencadeado pela começo da música é, provavelmente, o ápice de toda a revolução. 



Ainda que o final tenha perdido o fôlego comparado com o restante da trama, este terceiro filme cumpre sua missão de nos preparar para o próximo e último. O segundo, Catching Fire, é o meu preferido, porque tem muito mais adrenalina, mas A Esperança me fez gostar ainda mais da Katniss, por perceber que, embora seja uma heroína super badass, é uma garota que ama e que quer proteger o que é seu. 

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Love
Nina  

23 de novembro de 2014

#Na dúvida, leve seu guarda-chuva

Eu sei, querida. Tem dias que a gente carrega um peso do tamanho do mundo nas costas e nem mesmo a nossa canção preferida consegue amenizar a nossa vontade de chorar em qualquer lugar. E tem, também, aqueles dias em que tudo dá errado: você acorda atrasada, não tem tempo de organizar seu cabelo direito, veste a primeira coisa que vê, o ônibus demora a aparecer e, quando aparece, está lotado. E, pra acabar de vez com o ânimo, você vai sentar no seu canto na sua empresa, esperando que ninguém lhe perturbe, mas é justamente hoje que todo mundo resolve perceber você lá, depois de quase um ano na invisibilidade. E, de repente, você tem que repetir o seu nome umas cinquenta vezes, forjar um sorriso que não é sincero nem se você tentasse e, especialmente, tem que prolongar conversas sobre o tempo com pessoas que, na verdade, você odeia. É, acaba acontecendo. Todos têm dias de cão. 

Mas seu pior dia pode ser o mais sortudo. Acontece que, antes de um pouco de brilho, o dia fica um pouco nublado. Às vezes, a chuva é inclemente, mas o brilho do sol acaba aparecendo e tornando o seu dia horrível num dia mais suportável. Quem sabe, você vá dizer um "Oi, tudo bem?" para aquele cara que você detesta e, dessa vez, você não esta fingindo simpatia. Você está feliz e nem mesmo ele vai estragar isso. Nada vai conseguir tirar o seu bom-humor. E foi justamente por isso que você levantou da cama: para dizer ao mundo que você tem suas fraquezas, mas que, acima de tudo, sabe reconhecer a felicidade. Todo mundo vive de tristeza, e você fica feliz pela felicidade oferecida a você. Talvez os dias nublados se prolonguem em outras ocasiões, mas lembre-se que fomos feitos de futuro, também. O passado é apenas uma lembrança que a gente tem o poder de escolher se ele vai, ou não, nos ferir. E, por favor, não viva seu futuro das dores do passado. O futuro é brilhante e promissor. Mesmo nos piores dias, lembre-se de que você está cada vez mais perto de ser o que se prometeu ser. 

Precisamos sentir a chuva para nos preparar para o futuro. Porque ninguém sabe: e se, mesmo nele, exista muita chuva? Isso quer dizer uma coisa: você vai estar preparada para ele. 


Love
Nina 

19 de novembro de 2014

#Fanfiction

A versão dos fãs

O universo digital, desde sua invenção, tem provado que aproxima pessoas desconhecidas e amplia o campo de conhecimentos de cada um. Foi justamente a partir dele que se originou as fanfictions. Elas são propiciadas através da iniciativa de fãs e escritas devido aos laços afetivos criados com o material original, que pode englobar desde livros a séries de TV e filmes. O termo é derivado de duas palavras em inglês, fan e fiction, e significa ter-se uma história fictícia, inspirada em um trabalho ficcional já existente. 

FOTO: MARINA SPIM
O maior número de autores e leitores está disposto na faixa etária dos 15 aos 20 anos, são estudantes e, majoritariamente, mulheres. O professor de Criação Literária da PUC-RS, Bernardo Moraes Bueno, explica o porquê as fanfics são procuradas como sendo o primeiro contato para a efetivação da escrita: “As pessoas que acessam esses sites é porque gostam de ler, gostam de escrever e que têm uma oportunidade de melhorar muito a prática da leitura e da escrita”. O desenvolvimento das habilidades relativas à escrita e à leitura é a principal causa que leva fãs a consumirem as fanfics. A estudante de Arquitetura, Diana Franco, reforça: “Você estimula a sua leitura de uma forma a despertar o interesse de escrever uma história, o que aumenta ainda mais a vivência nesse mundo”. Escritora e leitora de estórias sobre o mundo de Harry Potter, que deu força a esse fenômeno digital, Diana conta que “entrou” neste universo por causa da curiosidade, após uma amiga a incentivar. 

            Ayla Teresa, de 24 anos, já tem uma história diferente: “Estava querendo uma continuação dos 19 anos depois [de Harry Potter] e, vasculhando uma comunidade do Orkut, conheci uma autora e o site Floreios e Borrões”. É justamente esse o objetivo de se escrever fanfics, o de interferir no universo ficcional original, deixando sua marca de autoria. A partir dos livros da saga Harry Potter, da autora J. K. Rowling, a proliferação da prática se expandiu, pois houve o esforço em preencher as “lacunas” deixadas pela escritora, além da possibilidade de especular “o que poderia ter acontecido se...”. Os fãs do material original se utilizam de evidências percebidas ao longo da leitura do produto para comprovar seus pontos de vista e criam seus próprios mundos baseados em um já preexistente
.
            O professor Bueno afirma os benefícios da prática: “Primeiro, tem-se a oportunidade de uma recepção maior, lugares para publicar o texto e se sentir bem recebido e poder se expressar. Depois, todos os grandes sites têm um grupo de beta-readers, que são os leitores. Então, tem-se praticamente uma oficina literária, pois são pessoas que lêem os textos e dão dicas de melhoramento. E há também as dicas de português”. Rafaelle Aranha, de 29 anos, opina: “Na maioria das vezes, as histórias são infinitamente melhores do que a storyline dos produtos originais”.

          “Uma característica que nas fanfics fica muito mais marcada é a intertextualidade, que é aquele conceito de que todos os textos dialogam com outros textos”, Bueno afirma. Além de se criar histórias inspiradas a partir de um único mundo ficcional, há a possibilidade de se fazer cross-over, que é a junção de vários mundos em apenas um, focando-se em características específicas de cada um. “O que é mais legal é que você dá um passo além com as fanfics, porque você pega aquele livro, se apropria daquele universo e, a partir daquele momento, você é um novo autor usando aquele universo”, Bueno conclui. 

Matéria por: Marina Spim.

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[Se você não entendeu o porquê dessa matéria estar aqui, explico: é para um trabalho de uma cadeira da minha faculdade. Não se assuste, muito embora agora você sabe o que são fanfics :) Muito obrigada a todos que colaboraram comigo! Rumo ao TCC!]. 

Love, 
Nina 

18 de novembro de 2014

#Paramore Book Tag

Oi, minha gente!
Vi em muitos blogs a Taylor Swift Book Tag, que relaciona canções da cantora com livros. Achei genial, muito criativo mesmo. Pensei em fazer esta tag da Taylor, mas são muitas músicas e depois de conversar com uma amiga, decidimos fazer as nossas próprias tags com as bandas que gostamos. A Karla fez sobre o U2 e você pode ler a postagem aqui

E eu? 
Não que eu não seja fã do U2, cresci ouvindo a banda, mas não é algo que eu ainda escute. Por isso, pensei numa banda que ainda é o meu xodó e não deu outra: a escolhida foi o Paramore. 


1. My heart - um livro que você tem dificuldade para se desapegar.

Ainda não tenho O apanhador no campo de centeio em casa, por motivos de: cê já viu que esse é um dos livros mais caros que tem no mercado? Tô super falando sério. Tô atrás de um exemplar COM ESTA CAPA até hoje. E até hoje tenho dificuldade para me desapegar sentimentalmente dele. Sempre levo o Holden no pensamento, simplesmente porque não tem nenhum outro personagem com a profundidade dele. Nem preciso dizer que recomendo, né? 
Pra quem não conhece a história, ela foca num garoto que acabou de largar a escola e que sai vagueando por Nova York, expondo seus pensamentos sobre a sociedade, sobre seus professores, pais e irmãos. 
Se ainda não leu tá rateando, hein!



2. Emergency - um livro que você quer muito ler

Tá geral falando bem de As batidas perdidas do coração e, por isso, fiquei muito tentada a lê-lo também. Tô precisada de livros nacionais e este caiu como uma luva! 
A história traz uma trama pesada psicologicamente. 
Como eu adoro um romance que nasce da tragédia, esse é perfeito para mim!








3. Crushcrushcrush - um livro que, por muito tempo, foi o seu xodó

Se alguém me perguntar sobre um livro de romance eu ainda vou citar Anna e o beijo francês. Tem uma história envolvente e encantadora. Não dá pra odiar parte alguma dele, nem seus personagens! 
O livro narra a história de Anna, que vai estudar na França e que acaba se apaixonando por um de seus colegas. 
Livro perfeito para qualquer momento, pois ele é leve e divertido. 







4. Brick by boring brick - um livro que seja a releitura de algum conto de fadas. 

Sem pestanejar escolho Terra de Histórias, porque o Chris é incrivelmente um ótimo escritor, sem mais. Ele conseguiu me fazer amar releituras de contos de fadas num único livro. 
A história narra sobre dois irmãos gêmeos que vão pra dentro de um livro e acabam entrando num mundo mágico, onde todos os personagens de contos de fadas não são mais como nós imaginamos.  
É uma leitura sensacional, sinceramente. Quando eu o terminei, não consegui deixar de sorrir por dias devido a ele. 
Este é o primeiro de uma série (só tenho esse, até agora) #focanomimimi




5. Feeling sorry - um livro que você se arrependeu de ler

Escolho O preço de uma lição, porque, caramba, foi uma perda de tempo, sinceramente. O personagem não é nem um pouco convincente, e a história menos ainda. 
Este livro conta sobre um cara de 20 anos que acaba se apaixonando por uma garota de 15. Até aí tudo bem. Só que esse cara faz e diz coisas que não são nem um pouco reais. E é tudo muito exagerado. 
Um terror só, hahaha! 






6. Ain't it fun - um livro que te fez rir

Fiquei com seu número é, sem dúvida, um dos melhores chick-lit que já li. Não somente por ser divertido, mas porque a personagem é um amor e a história é muito cativante. De repente, você já está dentro da trama de uma maneira que se torna impossível até dar uma escapadinha pra tomar banho, sério. Você quer lê-lo de uma só vez.
Este livro narra sobre uma mulher que está prestes a se casar e que, burrada atrás de burrada, percebe que não é com aquele homem que quer passar a vida. 
Não tem como não amar! 





7. Hate to see your heart break - um livro que destruiu com as suas emoções

Cartas de amor aos mortos é simplesmente incrível. Li-o muito rápido, pois ele é composto por cartas. E eu amo/sou cartas. É um livros sensível e forte ao mesmo tempo. 
Narra a história, por meio de cartas endereçadas a artistas que já morreram, de uma garota que está vivenciando o seu primeiro ano no Ensino Médio e tem que lidar com os sentimentos sobre a morte de sua irmã. 
É um livro inesquecível, sério. Não vai se arrepender. 






8. In the mourning - um livro que te deixou com ressaca literária

Eleanor & Park é um dos meus livros xodós também. Não tem como não amar esses dias lindos! A Eleanor é uma querida e linda (e ruiva!), e o Park é encantador e sensível (além de ouvir música boa!). 
Não vou me estender demais, porque já fiz a resenha dele no blog e vocês podem conferir mais sobre a minha percepção lá. 








O que acharam da tag? 
Quem for fazer, por favor, coloque os crédito, tá?

Love
Nina 

14 de novembro de 2014

#Resenha: Caterpillar

Esse livro veio para mim porque estou inserida num book tour sobre ele, que é à parte do que comecei. Foi organizado pela autora do livro, a Adrielli Almeida, do www.cabanaliteraria.tk. Eu estava super ansiosa para lê-lo, pois abrange o tema da música, que é sobre o qual mais gosto de ler. E quando ele chegou comecei a lê-lo no mesmo dia e o acabei à noite, porque ele é bem pequeno.

Título: Caterpillar
Autora: Adrielli Almeida
Editora: Multifoco
Páginas: 107
Ano: 2014

Logo de cara fiquei surpresa pela tamaninho do livro. Mas me motivei a lê-lo justamente por isso - já que tenho muita coisa pra ler por causa do final do semestre. A narrativa conta, sob diferentes pontos de vistas, a história da banda Caterpillar. A princípio, o livro foco mais na Amélia, que é uma menina brasileira que, de uma hora para outra, se vê tendo que se mudar para a Inglaterra, por causa da família. Ela se insere num concurso tipo o X Factor chamado New Star, só que como artista solo não a querem, portanto os organizadores do programa decidem reunir um grupo de meninas, incluindo Amélia, para que elas sejam uma banda. Eu achei que a Amélia e todas as outras não iriam querer esse novo arranjo, por todas elas estarem em busca de uma carreira solo, mas não houve resistência nenhuma da parte de ninguém.

Conforme eu avançava na leitura, comecei a me lembrar de uma série de livros sobre música que li muito tempo atrás, chamada Confissões de uma banda, que trata justamente do mesmo tema: um grupo de desconhecidos se reúne para formar uma banda. Só que em Confissões de uma banda rola um monte de problemas pessoais e interpessoais com os integrantes, e em Caterpillar é tudo uma maravilha. As meninas são um pouquinho infantis e dramáticas, mas não há conflito algum. E a infantilidade se aflora ainda mais como uma banda masculina se junta às meninas para ser a instrutura delas. E essa banda é superfamosa e querida pelo mundo. É claro que as meninas vão à loucura e romances começam a nascer.

Não tenho muito o que dizer. Só que... esse livro não me afetou em nada. E, como diria a minha professora de Cinema: não tem nada pior do que um filme ser indiferente para alguém. Eu realmente sinto muito, Adri, mas como você mesma disse: "pode esculachar Caterpillar". Não vou esculachar, mas preciso apontar os pontos negativos. Infelizmente, eu fiquei SUPER decepcionada com este livro, pois venho acompanhando o trabalho da autora e achei que este seria igualmente incrível. Acho que, pelo fato de Caterpillar ser originalmente uma fanfic, ele não funcionou bem como livro. Há MUITOS erros, o que me fez mais prestar atenção nisso do que à leitura. Sem contar que o tempo verbal muda de uma hora para outra e isso confunde bastante, e as partes em itálico, que não entendi o objetivo.

Acho que a autora poderia ter investido muito mais nos personagens, por exemplo. Eu mal consegui distinguir quem era quem só pelo nome, pois parecia que todo mundo tinha a mesma personalidade, especialmente os garotos. Achei que todos são muito bobos e que a trama não teve cara de trama, pois não havia nada de mais nela, além de umas confusões básicas adolescentes.

Eu recomendo este livro se você não quer ter uma super leitura, ou se já leu todas as fanfics possíveis de One Direction (porque, sim, esse livro era originalmente uma fanfics sobre o One Direction) e precisa de mais uma.

ADRIELLI ALMEIDA nasceu em 1998, em Curitiba. É leitora voraz, aquariana, gremista e directioner. Caterpillar é seu segundo livro, primeiro a ser publicado.
Contato com a autora aqui






Love
Nina  

10 de novembro de 2014

#Resenha: O futuro de nós dois

Título Original: The future of us
Autoras: Jay Asher e Carolyn Mackler
Editora: Record
Páginas: 381
Ano: 2011


Logo que vi este livro na página do Facebook da Record eu quis comprá-lo. Foi uma dessas coisas que a gente sabe que não pode se arrepender, sabe? E lá foi eu correr atrás dele e, depois de algum tempo, consegui tê-lo e ~ódio eterno~ o li em dois dias. 

O futuro de nós dois tem uma storyline simples, mas com algumas reviravoltas. O ponte pé inicial da trama acontece quando Josh leva para Emma um CD-ROOM, porque ela acabou de ganhar um computador. A história se passa em 1996, portanto a era digital ainda estava se instalando na sociedade. Os dois protagonistas, antes disso, estavam um pouco afastados, devido a uma confusão sentimental que Josh fez depois de eles assistirem a Toy Story. 

Com a instalação do CD-ROOM, algo estranho acontece: um programa chamado Facebook aparece na tela de seu computador, e ele revela como Emma estará dali a 15 anos. A princípio, ela acha que é uma pegadinha e, quando mostra a Josh, ele também chega a essa conclusão. Mas, com o passar das atualizações de status e das postagens, Emma entende que aquilo é real e começa a ficar desesperada. Afinal, ela não pode se casar com um cara que está desaparecido há três dias, nem estar desempregada, ou infeliz no trabalho! Emma começa, então, uma corrida contra seu próprio destino, tentando modificá-lo de acordo com o que lê no Facebook. 

Quando Josh descobre que vai se casar com a garota mais linda da turma e ter filhos com ela, há um rompante de personalidade nele. Até então - pelo que pude entender -, ele era a fim de Emma, mas com essa descoberta sobre seu futuro, ele foca todos os seus esforços em conquistar Sidney Mills (sua futura esposa). Ele e Emma tentam, a todo custo, dar um jeito em seus futuros da melhor maneira que conseguem. Emma parece sempre se ferrar cada vez mais, enquanto Josh está mais perto do que nunca de namorar Sidney. 

A trama, como eu disse, é simples. Não há como se perder na leitura, por exemplo, ou como conseguir largar o livro. Mas, de forma geral, é um livro bastante morno. Geralmente, os livros da Galera Record, na minha concepção, são sempre clichês, mas muito bem elaborados. Este, entretanto, pecou um pouco na questão do clichê - tem de monte. E é uma leitura morna, porque não consegui sentir muita química entre os protagonistas. Josh e Emma são personagens que não acrescentam em quase nada, também, e suas personalidades são muito pouco trabalhadas. E achei que o final ficou em aberto demais, não sou muito fã desse tipo de final. Gostaria que a última página fosse a última atualização do Facebook dos dois, para termos uma ideia do que eles poderiam aguardar no futuro. Por outro lado, o ponto alto é que, apesar de o livro ter sido escrito por duas pessoas, parece que foi apenas por uma, por conseguir manter um único estilo de escrita ao longo da história. 

Quem já leu, qual é a sua opinião? 

Love
Nina 

7 de novembro de 2014

#TOP 5: Filmes que dão saudade

Mais um TOP 5, porque sim HAHA. Ando com ideias para esses tipo de post e não quero perdê-las. 

Hoje trago a vocês cinco filmes que eu assisti muito e que tenho saudade de rever (mas a falta de tempo não tem me permitido, ultimamente). 

1. Coisas de Meninos e Meninas (2006)
Este bem humorado filme fala sobre dois vizinhos (Nell e Woody) que não se dão bem, mas que, depois de uma excursão, trocam de corpos. Sim, isso mesmo. E, devido a isso, as cenas são muito engraçadas. Será que a patricinha vai se adaptar ao mundo - e ao corpo - do atleta machão que Woody é? E Woody? Será que vai conseguir lidar com as calcinhas para cada da semana de Nell? E é claro que entre muito ódio existe o amor, mas será eles são capazes de enxergar isso? 

2. Amor ou amizade? (2000)
Ryan e Jennifer já se encontraram diversas vezes na infância e no ensino médio, mas quando a faculdade chega eles deixam as diferenças de lado e constroem uma amizade. Com ela, eles vão atrás do que os homens querem e as mulheres desejam. Mas será que a amizade deles pode duram depois de muitas confusões sentimentais? 

3. Tudo acontece em Elizabethtown (2005)
Após fracassar na empresa para qual trabalha, Drew é demitido e, depois, leva um fora da namorada. Quando está prestes a cometer suicídio, fica sabendo da morte do pai e tem que correr às pressas para Elizabethtown, sua cidade-natal. No voo para lá, conhece Claire. Entre muitos beijos e acasos, Drew começa a descobrir que a vida é muito mais do que perder ou ganhar. É nadar contra a correnteza, também. (uma das falas do final que eu ainda me lembro; quero muito ter esse filme em casa!). 

4. StarStruck: meu namorado é uma super estrela (2010)
Jessica é bem diferente da irmã: não está nem aí para celebridades e gosta de ser invisível. Até que, um dia, ela se choca (literalmente) com o america sweetheart Christopher Wilde. Eles meio que "ficam amigos", ela o encoberta, e ele dá a ela um pouco de liberdade. Mas quando a impressa descobre sobre eles, Christopher vai ter de escolher: conta a verdade, ou continua a mentir? É um daqueles filmes da Disney tão amorzinhos que você quer rever toda hora, haha. E a trilha sonora? Awn! 

5. Meu novo amor (2003)
Halley  não acredita no amor, porque tudo que a cerca demonstra que ele não existe de fato. Ela está tentando superar uma crise familiar, quando uma tragédia acontece com sua melhor amiga e a faz aproximar de Macon. Este filme é baseado em dois livros da autora Sarah Dessen: Someone Like You e That Summer. 

Qual é o TOP 5 de vocês? Já tinham assistido a esses filmes?

Love
Nina 

1 de novembro de 2014

#Escrita Criativa: dicas para escritores

Pra quem não me conhece: oi, eu sou escritora. Não vou dizer que queria ser escritora desde sempre, mas desde muito pequena eu criava estórias e, com o tempo, isso se tornou um hobby e, hoje, é a profissão que quero seguir, apesar de estar me formando em Jornalismo (mas tudo isso vocês podem ler aqui). 
Bem, por eu ser escritora e adorar a literatura vivo me bandeando para o prédio da Letras. Ano passado tive a oportunidade de conhecer um pessoal da pós em Escrita Criativa num evento chamado Festiva. E é sobre isso que venho falar hoje. Quero pontuar algumas coisas que aprendi com o Festiva desse ano, que ocorreu durante toda essa semana. 



1. Conto versus Romance
Para quem não sabe, um conto é um texto de até 8 mil palavras. Ou seja, é bastante conciso. E o romance é mais extenso do que a novela e permite ser dividido em capítulos. Em ambos há elementos como personagem (ns), enredo (conflito), narrador, tempo e espaço. 
No conto, geralmente, há poucos personagens e apenas um conflito. E é por isso que é tão difícil de escrever esse gênero. Eu, por exemplo, sempre fui fã de romance, porque não consigo me limitar a apenas três ou quatro páginas. Por não podermos explorar muito bem os personagens no conto, há a facilidade de fazê-lo no romance. Já escrevi um conto que, agora, está se tornando um romance, pois vi potencial nas personagens e percebi que não poderia deixá-las presas ao conto. O grande fator que desanima o escritor de romance é que você precisa de tempo e dedicação. Escrever um romance não é sentar a bunda na cadeira por meia hora, ou duas horas. Demanda meses, até anos. 
Historicamente, entretanto, o conto não é vendido tão bem quanto o romance. Os leitores preferem narrativas longas a milhares de pequenas histórias que são os contos - e ninguém do Festiva pôde dizer o porquê. Mas não é por isso que os contistas precisam parar seus trabalhos, por favor! Se você só escreve contos, por que não arriscar? Há gente que ama este gênero, sim! 

2. Clichês 
"Era verão. Katie Mcguire olhou através da janela e pensou: valia a pena sacrificar sua vida por um amor que não lhe dava atenção? Ela decidiu, então, trilhar um novo caminho e ir em busca de sua felicidade. Fez as malas e partiu para o aeroporto. Sua vida estava no fundo do poço, mas poderia haver uma luz no fim do túnel, se ela se permitisse viver. (...) Da mesa, pôde entrever um homem trajado em um terno bem alinhado e que emanava virilidade. Os olhos azuis brilharam como diamantes e jogou o cabelo louro e liso para os lados. A voz dele era máscula e grave, provocando-lhe arrepios. Katie sentiu-se quente e sorriu para aquela obra divina da natureza. Não havia por que perder tempo. Seu coração bateu dolorosamente contra o peito quando lhe disse olá. Era o começo de uma nova vida". 

Sim, eu acabei de escrever isso. Parece banal demais? Pois sim, isso é um texto escandalosamente preenchido de clichês tanto narrativos, quanto de linguagem e de estrutura. Se você não riu na primeira frase, desça até o próximo tópico. Agora, se você riu e revirou os olhos, tenho algo a te dizer: fuga desse (e de outros) textos desgraçados. 
Fui a uma oficina que era sobre Contra os Clichês e a autora que ministrou a aula resumiu tudo o que você e eu pensamos sobre essa artimanha de não sair do lugar-comum e se dar bem nas vendas: "tá uma porcaria esse troço". 
Sim, é um troço. E raramente a gente percebe que ferra a narrativa com esse vício. 

3. Reler, sim! Nada de preguiça!
Quando a gente está escrevendo, tudo flui. Tudo parece importante. Tudo parece certo e bem colocado. Finalmente colocamos o ponto final e o livro terminou. Fim. 
Se agora você pode descansar? Não mesmo! Pegue o livro e o releia, revisando tudo minuciosamente. Uma, duas, três, quatro vezes. Talvez aquele diálogo não seja pertinente à cena, ou aquele parágrafo pode facilmente ser apagado sem interferir na compreensão da narrativa. Não venha com essa que fica com pena de "assassinar" seu livro. No Jornalismo aprendi que nenhum texto é publicado sem os cortes do editor e isso significa uma coisa: eles vão apagar o que não for importante para a notícia. E na literatura é a mesma coisa, a gente tem que aprender a entender que nem tudo o que escrevemos realmente precisa estar no livro. Portanto, assassine, sim, seu livro quantas vezes for preciso! 

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Vou tentar, pelo menos uma vez por mês, trazer dicas para vocês. Quem tiver dúvidas sobre o assunto mande um e-mail para mundodanina@gmail.com que posso começar a criar listas  de acordo com as dúvidas, além das lições que aprendo! 

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Nina 

#Resultado do sorteio: Anjos à mesa e Se eu ficar

Boas novas, gente!
Já tenho as ganhadoras do sorteio que fiz em parceria com a Patrícia Pinheiro. Infelizmente, tive que fazer duas vezes, porque as duas primeiras pessoas não me seguiam como mandava a regra. 


~rufem os tambores~

As ganhadoras são Luiza Maia Uzal e Gothic Owl (Pérola Negra). Já entrei em contato com a Luiza e a Gothic Owl, e elas têm até sexta-feira da semana que vem para me responder. 

Fico realmente feliz por tanta gente ter se interessado e participado, não posso agradecer à altura todo o reconhecimento e carinho de vocês. Justamente por causa do sorteio, o blog ultrapassou as 200 curtidas no Facebook e o número de seguidores. Muito, muito obrigada mesmo! Além de fazer isso por mim, faço por vocês, pois fico realmente contente por saber que há gente interessada no que escrevo, leio, ouço e assisto. 



Em breve, mais sorteios para vocês, fiquem de olho, hein!
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Nina